segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

A ORFANDADE





  A ORFANDADE
“Não vos deixareis órfãos”, disse Jesus.
A orfandade caracteriza-se pela privação de assistência, pela ausência de todo o interesse, em suma, pelo abandono em que a criança se encontra, e não propriamente pela perda dos pais. Existem órfãos cujos pais vivem ainda, e há crianças que jamais passaram pelo duro transe da orfandade, a despeito de não haverem conhecido seus pais. A promessa de Jesus, acima transcrita, tem-se cumprido fielmente. Ele jamais deixou de assistir seus discípulos através dos tempos. A Doutrina dos Espíritos surgiu no mundo, como prova eloquente da assistência do Senhor, junto dos que procuraram lhe seguir as pegadas.
Só a ausência do amor determina a orfandade; e, ao mesmo tempo,  só a presença do amor a pode extinguir. Ser mãe não é gerar filhos. Ser mãe é amar a infância. Mãe é uma expressão que significa carinho, dedicação, desvelo e sacrifício. Para que a criança não se sinta órfã, não basta que ela tenha ao seu lado a mulher que a gerou: é preciso que essa mulher seja sua mãe e lhe ame. Pai, a seu turno, quer dizer previdência e providência, e além de prevê e provê o bem da criança.
Na Terra existe a orfandade, no que diz respeita às crianças abandonadas, porque os seres humanos vivem divorciados da moral evangélica; completamente alheios aos ensinos e as exemplificações de Jesus. A orfandade atesta a ausência do Cristianismo nos corações das pessoas e nos lares. Só os lares cristianizados resolverão os problemas orfanológicos.
Os orfanatos jamais extinguirão a orfandade; antes contribuirão para perpetuá-la, porque a criança amparada continua órfã. O orfanato que a acolhe, os meios, os regulamentos, o modus vivendi, tudo ali contribuirá para que a criança tenha sempre em mente sua condição de órfã. O reverso só se dará, se ela for adotada por um lar cristão. A vida familiar, o convívio íntimo com seus pais adotivos, e, sobretudo, a posição de filho/a que lhe é outorgada, logo tirará de sua mente a ideia de orfandade, porque, de fato, esse estigma terá desaparecido ao doce e suave bafejo do amor dos pais.
Orfanatos, como cárceres, são males necessários; atendem a uma necessidade transitória, se bem que indispensável, atestando, não a caridade como erroneamente se imagina, mas a dureza e a falta de sensibilidade de coração das pessoas deste século.
É inominável crueldade, a cena que observamos a cada instante, nossas crianças maltrapilhas, perambulando pelas ruas, sem pão, sem lar e sem afeto, no seio de uma sociedade onde há tanta riqueza, tanto fausto e tanta pompa; onde se ostentam luxuosos solares e vilas em cujos recintos, por vezes, não se veem desabrochar um sorriso de criança, mas se veem em compensação, cães de raça comendo do melhor, na sociedade onde, ao lado dos jardins, das praças, dos palácios e dos monumentos, se erguem soberbas catedrais em honra daquele que disse: “Deixai vir a mim as crianças, pois o reino dos céus é dos que se assemelham a elas”.
Nunca se viu um pássaro sem ninho, nem uma fera sem o covil. Só na sociedade dos seres humanos se veem seus próprios filhos desabrigados, expostos aos rigores das intempéries, e a toda sorte de influências negativas. O lar é tudo: é a verdadeira escola de amor, é o verdadeiro templo de harmonia. Cristianizemos os lares voltando nossas vistas para as famílias que não possuem filho, onde não há crianças não há um sorriso infantil, não há alegria, e desses lares depende o problema da orfandade, da miséria, da enfermidade, do vício, da violência, do crime, e de todos os males da Humanidade.
“Não vos deixareis órfãos”, disse Jesus, contando com os cristãos verdadeiros para amparar essas crianças abandonadas...
OS  DIREITOS  DA CRIANÇA  E  DO  ADOLESCENTE
O Brasil se destaca por sua vasta e avançada legislação, em prol da garantia dos direitos das crianças e dos adolescentes.
Um dos grandes avanços se concretizou no artigo 227 da Constituição Federal de 1988, que assegura todos os direitos à criança e ao adolescente com absoluta prioridade. A convenção sobre os direitos da criança ratificada pelo Brasil e mais 192 países, também é importante.
Um dos seus artigos determina que “as instituições, os serviços e os estabelecimentos encarregados dos cuidados ou da proteção das crianças, cumpram os padrões estabelecidos pelas autoridades competentes, especialmente no que diz respeito à segurança e à saúde das crianças”. Essa convenção serviu de fonte de inspiração para a elaboração do estatuto da criança e do adolescente, Lei nº 8.069, que foi promulgada em 13 de julho de 1990.
Segundo o estatuto da criança e do adolescente, meninas e meninos brasileiros, devem ter prioridade em receber proteção e socorro em quaisquer circunstâncias, precedência de atendimento nos serviços públicos ou de relevâncias públicas, preferência na formulação e na execução das políticas sociais públicas, e destinação privilegiada de recursos públicos.
A população brasileira deve conhecer esses instrumentos legais, assim como outras leis e normas que garantam os direitos integrais de todas as pessoas com ate 17 anos de idade.

Obs: leiam também os seguintes artigos:
 A evangelização e as crianças
As crianças e a TV, Como agir?
As crianças da Nova Era

Fonte:
Vinícius no livro
“Nas Pegadas do Mestre”
+ pequenas modificações.
Jc.
 São Luís,  20/10/2015
Refeito em 20/9/2017

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

DIVERSOS ASSUNTOS




 A  ATITUDE CRÍTICA
A primeira característica da atitude filosófica é negativa, é um dizer não aos “preconceitos”, aos “prejuízos”, aos fatos e as ideias da experiência cotidiana, ao que “todo mundo pensa e diz” ao estabelecido. É tomar distância de nossas crenças para poder interrogar quais são suas causas e qual é o seu sentido. A segunda característica da atitude filosófica é positiva, isto é, uma interrogação sobre o que são as coisas, as ideias, os fatos, as situações, comportamentos, valores, nós mesmos. É também uma interrogação sobre o porquê e o como disso tudo e de nós próprios.
O que é? Porque é? Como é? Essas são as indagações fundamentais da atitude filosófica. A face negativa e positiva da atitude filosófica constitui o que o que chamamos de atitude crítica.  Julgamos ser do contra, dizer que tudo vai mal, tudo está errado ou desagradável, provêm do grego e tem três sentidos principais: - Capacidade para julgar, discernir, decidir corretamente, exame racional, sem preconceitos e sem prejulgamento de todas as coisas; atividade de examinar, avaliar detalhadamente uma ideia, valor, costume, comportamento, uma obra artística ou científica.
Atitude filosófica é uma atitude crítica porque apresenta esses três significados da noção de crítica. Por sua vez, é inseparável da  noção racional.  A filosofia começa dizendo não as crenças e aos preconceitos do dia a dia para ser avaliado  racional e criticamente: Para a filosofia, não sabemos o que imaginávamos saber. Como dizia Sócrates, começamos a buscar o conhecimento quando somos capazes de dizer: “Só sei que nada sei”.
Platão, discípulo de Sócrates, dizia que a filosofia começa com a admiração. Aristóteles, discípulo de Platão, dizia: A filosofia começa com admiração, o espanto que reconhecemos nossa ignorância e podemos superá-la. A filosofia inicia sua investigação num momento muito preciso: no instante em que abandonamos nossas certezas cotidianas e não dispomos de nada para substituí-las; ela se interessa por aquele instante  em que a realidade natural (mundo das coisas) e a realidade histórica social (mundo dos seres humanos)  tornam-se estranhos, espantoso, incompreensível e enigmático, quando as opiniões estabelecidas já não nos podem  satisfazer, a filosofia volta preferencialmente para os momentos de crise no pensamento, linguagem, ação, pois é neles que se torna mais clara a exigência de fundamentar ideias, discursos e práticas.                    

A  CARIDADE  MAIOR
Ao homem que alcançara o Céu, pedindo orientação sobre as tarefas de benemerência social que pretendia realizar na Terra, o Anjo de Caridade falou compassivo: - Volta ao mundo e cumpre de boa vontade, as obrigações que o destino te assinalou!... Para que te sintas de pé, cada dia, milhões de vidas microscópicas esforçam-se em tua carne, garantindo-te o bem-estar... Cada órgão e cada membro do teu corpo amparam-te, abnegadamente, para que te faças abençoado discípulo da civilização.
Os olhos identificam as imagens que já podes perceber, livrando-te da desordem exterior; os ouvidos selecionam sons e vozes para que não vivas desorientado; a língua auxilia-te a expressar os pensamentos, enriquecendo-te de sabedoria; a boca mastiga os alimentos para que te não condenes à inanição; os pulmões asseguram-te o ar puro contra a asfixia; o estômago digere as peças com que nutrirás o próprio sangue; o fígado gera forças vitais que te entretêm a harmonia orgânica; o coração movimenta-se sem parar, proporcionando-te a vida; as mãos realizam-te os sonhos engrandecendo-te o caminho na ciência e na arte, na indústria e no progresso; os pés sustentam-te o corpo físico para que não te arrojes à inércia. Vive da caridade de inúmeras vidas inferiores que te obedecem a mente. Torna, pois, ao lugar em que o Senhor te situou e satisfaze as tarefas imediatas que o mundo te reserva!...
Caridade é servir sem descanso, ainda mesmo quando a enfermidade sem importância te convoque ao repouso; é cooperar espontaneamente nas boas obras, sem aguardar o convite dos outros;  é não incomodar quem trabalha;  é aperfeiçoar-se naquilo que faz para ser mais útil;  é suportar sem revolta a bílis do companheiro;  é auxiliar os parentes, sem reprovação;  é rejubilar-se com a prosperidade do próximo;  é resumir a conversação de duas horas em três ou quatro frases;  é não afligir quem nos acompanha;  é ensurdecer-se para a difamação;  é guardar o bom-humor, cancelando a queixa de qualquer procedência;  é respeitar cada pessoa e cada coisa na posição que lhes é própria...
E  porque o homem ensaiasse inoportunas indagações, o Anjo concluiu: -Volta ao corpo e age incessantemente no bem!...  Não percas um minuto em descabidas inquirições. Conduze os problemas que te atormenta o espírito ao teu próprio trabalho e o teu trabalho os liquidará. A experiência aclara o caminho de quantos lhe adquirem o tesouro da luz. Recolhe as crianças desvalidas, ampara os doentes, consola os infelizes,  e socorre os necessitados. Não olvides, pois, que a execução de teus deveres para com o próximo será sempre a tua caridade maior...
Fonte:
“Cartas e Crônicas” do Irmão X

A  ESCOLA  DO   CORAÇÃO
O lar, na essência, é a academia da alma.  Dentro dele, todos os sentimentos funcionam por matérias educativas.

A responsabilidade governa; 
A afeição inspira; A bondade auxilia;                               
O dever  obriga; O desafio provoca;
O trabalho soluciona; A luta renova;     
A necessidade propõe; A dor ilumina;   
A cooperação resolve; A calma ajuda;      
A ingratidão espanca; A ilusão engana;                       
A doença corrige; O perdão balsamiza;
O cuidado preserva; A renúncia liberta;
O egoísmo aprisiona; A caridade eleva;  
A experiência realiza; A ajuda colabora;
A humildade refunde; O amor edifica.


Todas as disciplinas referentes ao aprimoramento do cérebro são facilmente encontradas nas universidades da Terra, mas a família é a escola do coração,  erguendo os  seres  amados à condição de professores do Espírito.

E somente nela conseguimos compreender que as  diversas posições afetivas, que adotamos na esfera convencional, são apenas   caminhos   para  a  verdadeira  fraternidade   que   nos irmanam  a  todos,  no  amor  puro,  em  sagrada   união,  diante de Deus...
             Emmanuel
                                                                           
UM MINUTO COM JOANNA DE ÂNGELIS
A  escola  é  o  prosseguimento   do   lar,   e  este  é  a  escola abençoada  na qual se fixam os  valores  condizentes  com  a dignidade  e  o engrandecimento  ético-moral do ser humano. A educação é fenômeno presente em todas as épocas.  O pajé que ensina,  o guru  que  orienta, a  professora  que transmite lições, são sempre educadores  diversos  através  dos  tempos. A verdadeira educação  ocorre no lar  e no  íntimo da pessoa, sendo um processo  verdadeiramente  transformador. Qual a uma semente  que  sai  do  fruto  e  semelhante  à  vida que se esplende saindo  da  semente,   quando  os   fatores  são-lhe propícios; a educação  é  mecanismo  semelhante  da  vida  a serviço da existência. É  certo  que  o  ser  humano  se   apresenta   imperfeito,   por enquanto,  todavia  é,  potencialmente perfeito, e  à educação
compete o papel de desenvolvê-lo.  A divina semente que n’Ele jaz, á  educação  põe  a germinar.  Sempre se  educa e se  sai educado quando se está atento e predisposto ao ensino e à aprendizagem. Todos somos educadores e educandos, quer sejamos consciente ou não. A educação,  porém,  há que ser integral no homem total. Jesus, o  Educador  por Excelência, prossegue,  está  paciente, nos
amando e educando-nos, havendo apenas aceito o título de Mestre porque em verdade. Ele o É.

  Joanna de Ângelis

A DOUTRINA ESPÍRITA RESPONDE:
- Como definir uma vivência cristã legitima?
A vivência cristã implica um clima de convivência social em regime de fraternidade, em que todos se ajudam e se socorrem, eliminando dificuldades e problemas. Viver com Jesus é conviver com o próximo, aceitando-o  tal qual é, com seus valores, defeitos e imperfeições, sem a pretensão de corrigi-lo.
O verdadeiro cristão inspira seu semelhante com bondade para que ele mesmo desperte e mude de conduta de modo próprio. Isolar-se a pretexto de crescer espiritualmente não passa, pois, de uma experiência em que o egoísmo predomina, porque afasta a pessoa da luta que forja heróis e constrói os sentimentos da abnegação e de caridade. Segundo a Doutrina Espírita, tal procedimento só merece reprovação, visto que não pode agradar a Deus, uma existência pela qual o ser humano deliberadamente se condena a não ser útil a ninguém.
É claro que não nos referimos aos que se afastam para buscar no retiro a tranquilidade por certas ocupações, nem aos que se recolhem a determinadas instituições, para se dedicarem com amor ao socorro dos desgraçados. Apesar de afastados da convivência social. Prestam eles, obviamente, excelentes serviços à sociedade e adquirem duplo mérito porque têm a seu favor, além da renúncia às satisfações mundanas, a prática das leis do trabalho e da caridade cristã.
Lembra-nos Joanna de Ângelis que, ao descer das Regiões Felizes ao vale das aflições, para nos ajudar, Jesus mostrou-nos como devem agir os que se dizem cristãos. O Mestre não convocou a si os privilegiados, mas os infelizes, os rebeldes, os rejeitados, suportando suas mazelas e amando-os. Evocando o exemplo de Jesus, a mentora de Divaldo Franco recomenda-nos:
“Atesta a tua confiança no Senhor e a excelência de tua fé mediante a convivência com os irmãos mais inditosos que tu mesmo. Sede-lhes a lâmpada acesa a lhes clarificar a marcha. Nada esperes dos outros; sê tu quem compreende, desculpa e ajuda. Se eles te enganam ou te são ingratos ou te exigem o que te não dão, ama-os mais, porquanto são mais carentes de socorro  e amor, do que supões. Se conseguires conviver com os amigos difíceis, pacificamente e fazê-los companheiros, terás logrado êxito, porquanto Jesus em teu coração estará sempre refletido  no trato, no intercâmbio social com os que te buscam e com os quais ascendes na direção de Deus.”
= = = = =
-Uma leitora de “O Imortal” pergunta-nos como fica o Espírito de uma pessoa em estado de coma? O Espírito se desprende do corpo o tempo todo ou fica perto do corpo? Pode ele trabalhar na condição de Espírito e estudar?  Qual o objetivo desse estado que às vezes costuma durar até anos?
Esse assunto é tratado no artigo intitulado “Vinte dias em coma”, de autoria do nosso confrade Wilson Frungilo Junior, que examina exatamente as questões propostas pela leitora. Na obra em questão o personagem principal é empresário vaidoso e arrogante, embora bem sucedido, que é levado ao estado de coma e, nesse estado, ouve tudo que é falado em sua volta, o que produz expressiva renovação em seus sentimentos, ao perceber realidades que seu orgulho não permitia ver. Ao retornar do coma, ele dá outro rumo à sua  existência.
O romance pode assim, ajudar a leitora a compreender o que se passa durante esse estado e deduzir quantos benefícios, em termos morais e espirituais, pode o coma trazer à alma de uma pessoa, uma vez que, examinando o assunto tão somente pela ótica materialista, não é possível vislumbrar no fato algum benefício. São inúmeros os relatos de pessoas que voltaram do coma e afirmaram ter podido acompanhar, como se estivessem perfeitamente acordadas, os fatos que se passaram a seu lado durante aquele estado.
No livro “Plantão de respostas – Pingo Fogo II”, publicado em 1995 pela Editora CEU, Emmanuel, valendo-se da mediunidade de Chico Xavier, respondeu a uma pergunta semelhante, expressa nos seguintes termos: “O que se passa com os Espíritos encarnados cujos corpos ficam meses, e até mesmo anos, em estado vegetativo como o coma?”  Eis a resposta na obra mencionada:  “Seu estado será de acordo com sua situação mental. Há casos em que o Espírito permanece como  aprisionado ao corpo, dele não se  afastando, até que permita receber o auxílio dos Benfeitores espirituais. São pessoas, em geral, muito apegadas à existência material e que não se conformam com a situação. Em outros casos, os Espíritos, apesar de manterem uma ligação com o corpo físico, por meio do períspirito, dispõem de uma relativa liberdade.
Em muitas ocasiões, pessoas saídas do coma descrevem as paisagens e os contatos com os seres que os precederam na passagem para a Espiritualidade. É comum que após essas experiências, elas passem a ver a existência com novos olhos, reavaliando seus valores íntimos. Em qualquer dessas circunstâncias, o Plano Espiritual sempre estende seus esforços na tentativa de auxílio. Daí a importância da prece, do equilíbrio, da palavra amiga e fraterna, da paz, das conversas edificantes para que haja melhores condições ao trabalho do Bem que se direciona, nessas horas, tanto ao enfermo como também aos encarnados, familiares e amigos.
A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA
Porque a educação física é importante para seus filhos? É por meio dessa disciplina e sob orientação de profissionais de Educação Física, que os adolescentes aprendem a se preparar para desenvolver as habilidades de ser, conhecer, conviver e fazer – exatamente os quatro pilares que dão base ao ensino, segundo a Unesco. Pela participação em atividades coletivas seus filhos deixarão de pensar apenas em si mesmos para contribuir com o bem-estar das outras pessoas.
A educação física ajuda seu filho/filha a se desenvolver.
1- Melhora as habilidades motoras, pois são eficientes para melhorar os movimentos naturais da pessoa. Quanto mais experiência motora seu filho desenvolver, mais preparado ele estará para corresponder aos desafios da existência;
 2-  Estimula as capacidades cognitivas, pois com as aulas, seu filho aprende a organizar o pensamento, pois elas: a- Desenvolvem o raciocínio lógico; b- Exercitam o planejamento; c- Estimulam a memória; d- Ajudam a compreender situações, linguagem e estratégias; e- Ensinam a resolver problemas;
3- Confere domínio corporal, pois ao fazer atividades físicas e esportivas seu filho também vai testar seus próprios limites físicos, conquistando um controle até então inédito sobre o próprio corpo. Ele poderá conhecer diferentes formas de se relacionar com os outros e com o ambiente, jogando, dançando, correndo,  lutando e se exercitando de acordo com os estilos e técnicas criadas ao longo do tempo por diferentes culturas do mundo;
4- Aprimora as competências, com a prática regular e devidamente orientada, de atividades físicas e esportivas, enriquecendo o jovem tanto do ponto de vista psicológico como intelectual. E ainda: a-  Melhora a atenção e o poder de concentração; b- Promove a disciplina e a determinação; c- Valoriza outras formas de comunicação e expressão que não a verbal;
A educação física identifica os problemas corporais valorizando a consciência corporal através das aulas de educação física bem orientadas que não pretende formar atletas, mas pessoas  conscientes de si mesmo e do próprio corpo.    
AS  MISSÕES  IMPORTANTES
É sempre a mesma história:  As pessoas que mais anseiam o poder e o comando são, exatamente, as que se mostram mais despreparadas para o seu exercício.  As pessoas que não o esperam, ou que não se julgam preparadas, quase sempre surpreendem com exemplos de vida, onde humildade, autodisciplina e perseverança  compensam,  sobejamente, toda e qualquer limitação por inexperiência ou despreparo.

AS PESSOAS

“Há criaturas como a cana de açúcar. Mesmo postas na moenda, esmagadas no todo, reduzidas a bagaço, só sabem dar doçura...”
                                                            
                                                            Dom Helder Câmara

Fontes:
Diversas
+ Pequenas modificações.
Jc.
São Luís, 17/7/2017


TUDO PASSA COM O TEMPO




  “Tudo tem seu tempo determinado e há tempo oportuno para todo propósito debaixo do céu. Existe o tempo de plantar e de colher; tempo de construir e de destruir; tempo de rir e de chorar; tempo de alegria e de tristeza; tempo de abraçar e de apartar; tempo de ganhar e de perder; tempo de falar e de calar; tempo de andar e de parar; tempo de subir e de descer; tempo de dormir e de acordar; tempo de trabalhar e de descansar; tempo de paz e de guerra; tempo de amar e de odiar; tempo de prazer e de desprazer; tempo de nascer e de morrer.” Existe até um provérbio chinês que diz: “Se você quiser ser feliz por uma hora, tire uma soneca;  se quiser ser feliz por um dia, vá pescar;  se quiser ser feliz por um mês, case-se;  se quiser ser feliz por um ano, herde uma fortuna; mas se quiser ser feliz por toda a existência; Ajude o próximo”.

Certamente, você já deve ter passado por tempos difíceis, e nesses dias, tem-se a impressão de que o ar se mostra pesado e cortante, que o céu é menos azul e que o riso e a espontaneidade desaparecerem das pessoas. São dias de desafios, que ocorrem com qualquer um de nós, nos oferecendo o aprendizado e o entendimento de que a existência na Terra é uma escola a oferecer inúmeras lições. Algumas vezes, esses dias nascem por motivo das dificuldades financeiras, onde o dinheiro parece minguar, até mesmo para as despesas básicas da família. Outras vezes os dias difíceis surgem lentamente, na convivência familiar, seja no filho a nos exigir amor incondicional ou no cônjuge exigente, onde precisamos de paciência e compreensão. Não raro, são as pequenas tarefas que vão qual picadas de agulha, minando nossa disposição e boa vontade para conduzir a nossa existência.

Conta-se que o Apóstolo da Caridade, Francisco Candido Xavier, certa vez ele passava por uma fase muito dura em sua existência. Os problemas familiares se avolumavam, a incompreensão alheia se mostrava intensa e isso tudo lhe enchia o coração de inquietações e sofrimentos. Um dia, em que as dores se faziam mais profundas, recorreu Chico Xavier ao seu mentor espiritual, Emmanuel, a fim de fazer-lhe uma solicitação. Chico então rogou a Emmanuel se ele poderia fazer um pedido à Maria Santíssima, e ela pudesse lhe dar um conselho em momento tão amargo de sua existência. O mentor disse que iria encaminhar sua solicitação e passados alguns dias, retorna ele com a resposta de Maria, mãe de Jesus. Disse Emmanuel para Chico:  Maria manda lhe dizer o seguinte: “Tudo passa”. O médium acolheu aquela resposta curta entendendo o seu significado; afinal, tudo passa com o tempo.

Assim também acontece conosco. As borrascas da existência são desafios para o desenvolvimento das virtudes. Elas nos exigem ora o esforço, ora a paciência, ora a compreensão e outras vezes nos convidam a cultivar a fé em Deus. Todos esses desafios estão sob a vontade de Deus, que cuida de cada um de nós atentamente, sabendo quais as melhores lições que devemos passar como seus filhos. Nos momentos mais difíceis, em que as dificuldades forem mais intensas e as forças parecerem se esvair, lembremo-nos do conselho de Maria:  “Tudo passa”.

O tempo é um amigo de valor inestimável que Deus concede à criatura humana para auxiliar seu progresso.  Quando o espírito renasce na Terra, vem com uma programação para executar durante sua existência. Assim, é necessário utilizar-se de maneira útil e construtiva o tempo que se recebe e precisamos aproveitar as horas, os dias, os meses e os anos para cumprir esse objetivo. E qual é o objetivo do espírito? – A Doutrina Espírita ensina que o objetivo é se melhorar cada vez mais, aprendendo, amando e evoluindo. E como se faz isso? Aproveitando ao máximo o tempo que se tem para adquirir conhecimentos e praticar bons atos a fim de substituir as tendências inferiores e defeitos como o orgulho, o egoísmo, a maldade, a inveja, a impaciência, por qualidades morais como humildade, resignação, desprendimento, paciência,  bondade, fraternidade e amor...

Precisamos cuidar do nosso corpo e do espírito em igualdade de condições. Para cuidar do corpo, que é o instrumento de progresso do espírito, de forma que ele seja sadio e equilibrado, é preciso reservar algum tempo e cuidados para: Alimentação – Alimentar-se de maneira correta, sem excessos que faz mal, principalmente de frutas, legumes e verduras. Higiene – Escovar os dentes e tomar banho todos os dias, usando roupas limpas. Exercícios – Praticar algum esporte, de preferência andar, fazer alongamento, passear de bicicleta,  natação, futebol.  Recreação – O lazer também é importante para o corpo e por isso devemos passear pescar, ir ao cinema, assistir jogos ou a televisão, ler um livro ou uma revista. Acima de tudo, devemos trabalhar para a nossa saúde perfeita e reservar algumas horas para o descanso e recuperação do nosso corpo.

Para cuidar do espírito, devemos utilizar uma parte do dia para ler livros que nos possibilite obter conhecimentos e informações sobre o mundo em que vivemos seguir as orientações e imitar os exemplos nobres, fazendo também as orações que nos ampare e proteja. Se, possível, frequentar um Centro Espírita ou fazer a Evangelização no Lar, de modo a nos renovar interiormente, tornando-nos melhores a cada dia. Praticar o bem através do amparo ou da ajuda com amor aos nossos próximos, ação essa que nos liberta do egoísmo, e nos proporciona a fraternidade e o merecimento.

No alvorecer do século XX, os trabalhadores gastavam muitas horas diárias para prover o seu sustento e de seus familiares, e o tempo que sobrava era para o repouso noturno. Hoje esses mesmos trabalhadores cumprem jornada semanal de 35 a 44 horas para realizar os mesmos trabalhos. Que deve então o ser humano fazer de suas horas livres? O que fará desse tempo para a sua evolução espiritual? Nas condições anteriores, seria impossível cuidar das necessidades do espírito. Hoje, boa parte da humanidade realiza atividades pessoais e coletivas, por saber que o ser humano não deve caminhar isolado e por saber que a felicidade de cada um, só pode ser completada com a felicidade do nosso próximo. Compreende também que não está mais num “vale de lágrimas” mais sim, numa oficina de trabalho e educação, onde pode realizar várias atividades em benefício próprio e de seus semelhantes, garantindo o seu progresso espiritual.

O motivo da nossa existência  na  Terra  é a  evolução  do  espírito  e  a  lição  básica que deve ser aprendida é viver  harmoniosamente com seus  semelhantes; é viver trabalhar e participar da transformação do mundo para melhor, mais solidário e fraterno, durante todo o tempo. Fruto dessa participação surge cada vez mais, vários movimentos de solidariedade humana. Para as Organizações Não Governamentais, se dirigem atualmente pessoas dos mais diversos segmentos sociais, na forma de solidários (que exercem os sentimentos de compaixão), de filantropia (que doam recursos financeiros), de voluntários (que colaboram no desejo de ser útil ao próximo). Em síntese, são levados pela prática do sentimento de amor ao próximo, nas diversas formas de assistência a que se dedicam.

No dizer do cientista Hermínio Miranda, no 1º Fórum Mundial  de Ciência e Espírito; “A nossa nave planetária caminha com problemas técnicos e morais; e a população, tanto quanto os líderes políticos, intelectuais, religiosos e educadores, não estão ainda certo sobre o que fazer, ou talvez, estejam tão preocupados em fazer o que não devem que não lhes sobra tempo e nem espaço mental para fazerem urgentemente, o que precisa ser feito”. Como o terceiro milênio deve ser o despertar do ser humano para as tarefas do espírito, é satisfatório perceber que uma parte desta nova humanidade, integrada de almas mais evoluídas, está praticando as lições do Evangelho de Jesus. E o ser humano evangélico é aquele que “procura amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”, ainda que não seja um religioso metódico.

Quanto mais horas o ser humano dispuser, mais liberdade terá para, por meio do livre arbítrio, exercer funções de elevação espiritual. Este é o objetivo maior para que o seu espírito não viva mais nas trevas, no sofrimento e na ignorância espiritual. Entretanto, grande número de pessoas  ignorante das Leis Divinas, em vez de se dirigirem ao trabalho coletivo de ajuda ao próximo, se encaminham para os bares, para as orgias, para os vícios e tantas outras ocupações individuais egoísticas, onde sempre encontrarão mais sofrimentos e resgates, pelo tempo mal aproveitado.

O tempo, no século XX, foi um tempo de grandes transformações. Que despertou o ser humano para a tecnologia; que o tornou ainda mais analítico e cerebral além de nervoso e muito neurótico. O século XX assegurou à humanidade, o tempo do rádio, do cinema da televisão; da penicilina, da vacina Sabin, da geladeira, do radar, das grandes guerras; da ONU, do elétron, da fissão nuclear e da bomba atômica; do avião a jato, do ar condicionado e do raio laser; tempo de vultos, como Gandhi, Madre Tereza de Calcutá, de irmã Dulce, de Chico Xavier; tempo de chegar à lua, tempo de vasculhar o cosmo; da troca de órgãos, da ultra-sonografia, tempo do DNA, da ovelha Dolly, da fibra óptica; tempo do bebê de proveta, da Aids, da poluição, da globalização e da Internet... 

Assim como o último tempo do século XX, encerrou o segundo milênio consolidando a tecnologia científica da humanidade contemporânea, assim também se espera que o novo tempo do século XXI, desperte o ser humano globalizado fazendo surgir uma nova humanidade, que aplique seu tempo às técnicas e ações transformadoras do Evangelho, práticas essas vivenciadas e ensinadas com alta tecnologia espiritual pelo Mestre Amado Jesus. Fazer boas ações com nosso tempo presente e disponível é a recomendação que se faz necessária aos habitantes terrenos, e, quanto ao nosso país, assolado por crises e mais crises, tenhamos fé em Deus e nos servimos das palavras de Chico Xavier quando disse: “O Brasil será no futuro, a grandeza  ou a decadência  que os homens, principalmente os políticos e dirigentes da Nação, dela fizerem”. Façamos, portanto, boas ações com nosso tempo presente e disponível, é o recomendável.


Bibliografia:
Seara Espírita –
+ acréscimos e modificações.

Jc. 26/04/2001
Refeito em 30/7/2017








sábado, 20 de janeiro de 2018

REFORMA ÍNTIMA





  A significação do Evangelho de Jesus para nós cristãos e espíritas, não deve ser simplesmente de aceitar seus ensinamentos, mas de nos encaminhar pela vivência espiritual ao ponto de partida na “reforma íntima”, ao eliminarmos hábitos, vícios e costumes perniciosos, defeitos morais, sentimentos e pensamentos incompatíveis com nossa reforma, buscando adquirir virtudes próprias do ser humano novo que se propõe transformar-se no que deseja ser. E como é extraordinário o poder do Evangelho para operar essa nossa transformação.

Compreendendo que nenhum de seus problemas e nem seu progresso se resolve pelo simples conhecimento teórico ou místico do Evangelho, porque esses problemas não estão no exterior, mas no próprio íntimo de cada um, concluímos que o Evangelho não pede um conhecimento intelectual, mas sim, uma vivência mais espiritual. O simples conhecimento contemplativo não muda o ser humano, muito ao contrário, lhe aumenta os débitos espirituais, porque está dito: “àquele á quem muito é dado, muito será cobrado”, como também só o crer não resolve nada, porque já sabemos que a fé sem as obras é morta.

Para viver e exemplificar o Evangelho, primeiramente o ser humano deve reformar-se, transformando-se no homem novo a que o Evangelho se refere. Cada um de nós tem a obrigação de espiritualizar-se por si mesmo, por decisão própria, por esforços próprios, tendo o Evangelho como orientador; agindo no bem e não somente crendo. Todo aquele que se inicia  na vivência evangélica, abre portas amplas no Plano Espiritual para o recebimento de inspiração e assistência permanente.

Longe estamos de poder avaliar a grandeza de nossas oportunidades na Terra, infinitamente valiosa, muito desejada por grande número de irmãos que aguardam uma oportunidade de reencarnação.  Assim sendo, valorizemos a nossa presente existência e busquemos aproveitar cada evento, pequenino que seja, para servir e auxiliar, pois de cada ato praticado ou não, teremos de prestar contas, recebendo a devida aprovação se tivermos agido no bem, ou amargando os revezes de nossas ações indevidas, nesta ou em outras existências. Procuremos vivenciar a figura do “bom samaritano”, e só teremos alegrias  quando abandonarmos a vestimenta carnal, retornando ao plano espiritual.

Entretanto, que a noção que temos de trabalhadores da última hora, não nos dê motivos para sentimentos de inferioridade, diante da oportunidade do serviço evangélico. Na verdade, qualquer um que deixe seu conforto pessoal, seus familiares, para ir acudir seu próximo necessitado ou sofredor, torna-se digno de ser um seguidor do Mestre Amado. Não julguemos que o Senhor possa desdenhar de nosso propósito em servir por modestas que sejam nossas possibilidades. O Senhor julgará nossa sinceridade de propósitos e nossos sentimentos, e não reclamará de nós realização acima de nossas condições e forças atuais.

Nunca deve alguém julgar-se indigno, inferior  e  ter  dúvidas  quanto  à  sua obrigação de realizar esforços para retornar ao bom caminho, qualquer que tenha sido a fraqueza a dificuldade e a tentação que o levou a cair, pois o Mestre a todos ama, e mais ainda se compadece com o seu irmão que falhou momentaneamente ou até mesmo durante a existência. Quem não tem deficiências? Quem nunca falhou? Se até os apóstolos com todos os ensinamentos e exemplos recebidos do próprio Mestre Jesus, falharam; por que nós seres ainda mais imperfeitos, estaríamos livres de fracassar? – Temos é que reagir contra as imperfeições, não desanimar e retornar ao bom caminho, cientes de que é a melhor opção para o nosso progresso e felicidade.

Como exemplo de renovação, recordemos a passagem evangélica que fala de Maria Madalena e sua conversão ao caminho redentor, levada pelas palavras do Mestre Amado. Vivia ela no luxo, no conforto e na ociosidade e tudo renuncia pelo amor que lhe invadira a alma, desfazendo-se dos laços escuros que a ligavam ao mal. Quando os seguidores de Jesus, zelosos pela reputação da Boa Nova, recusaram receber em seu meio a pecadora regenerada, foi o próprio Jesus quem lhe abriu as portas do Seu coração, que a libertou para sempre da criatura velha e pecaminosa que ela era. Seja, portanto, o amor do Mestre o instrumento a nos unir uns aos outros. Lembremo-nos de que uma só vara é frágil e facilmente pode ser quebrada, mas unidas elas, como nós, tornam-se um feixe de varas inquebrantável, inacessível e imune aos ataques das forças do mal. Confiemos no poder do Mestre, que a ninguém desampara nos momentos de dificuldades e perigos, e atravessaremos em segurança a hora presente de angústia, desagregação, tormentos e sofrimentos em que se encontra o nosso mundo.

Atualmente prepara Jesus, contando com os medianeiros da Espiritualidade e nossa colaboração, uma investida final contra as forças das trevas que persistem em envolver a Terra, apoiadas que são por muitos habitantes que se comprazem nas práticas do mal. Nós, que também às vezes experimentamos o desânimo na jornada redentora, devemos lembrar-nos que a bondade divina, que cuida do pequenino curso d’água, desvela-se ainda mais pelas suas criaturas, através do Seu infinito e misericordioso amor. Somos espíritos ainda necessitados de encorajamento e fortificação em nossos propósitos de combater e vencer o mal que ainda conservamos em nosso íntimo, para que possamos nos aproximar do nosso Pai Criador.

Um olhar mais atento sobre nossas ações nos leva a crer que estamos espiritualmente doentes, com nossa natureza interior fora de sincronia. Com isso, prejudicamos nossa missão na Terra, de sermos solidários; amar uns aos outros e proteger a natureza que nos cerca para esta e as futuras gerações. Estamos vivendo tempos em que a natureza clama por socorro, e nossos valores morais e éticos estão em jogo. Nunca um despertar de consciência espiritual e ecológica foi tão necessário quanto a que passamos atualmente.

Em nome da Eterna Sabedoria, o ser humano é o senhor da evolução na Terra. Todos os elementos lhe estão sujeitos. Todos os reinos do planeta rendem-lhe vassalagens... Montanhas grandiosas sofrem-lhes carga de explosivos transformando-se em matéria-prima, destinada à edificação de cidades. Minérios por ele arrancados às entranhas do globo suportam os fornos incandescentes, a fim de lhe garantirem utilidades e conforto. Rios e fontes obedecem-lhe as determinações, transferindo-se de leito, com vistas à fertilização de terras sedentas. Florestas atendem-lhe a derrubada, favorecendo o progresso. Animais, mesmo aqueles de mais volume e força, obedecem-lhe as ordens, ficando muitas das vezes domesticados. A eletricidade e o magnetismo atendem os seus desejos; e o próprio átomo, síntese de força cósmica, descerra-lhe segredos, aceitando-lhe as vontades...

Mas não é só no domínio dos recursos materiais que o ser humano governa soberano. Ele pesquisa as reações populares e comanda a política; investiga os fenômenos da natureza e da ciência; estuda as manifestações do pensamento e cria a instrução; especializa o trabalho e faz a indústria; relaciona as normas de comércio e controla a economia. Decididamente, nós espíritos em aperfeiçoamento terrestre, conseguimos alterar ou manobrar as energias e os seres inferiores do orbe; não obstante, sustentados pelo Divino Apoio, nas lides educativas que nos são necessárias, ainda estamos longe de realizar o aprimoramento moral, dominando imperfeições, por conta da nossa indiferença em querer desenvolver os sentimentos e ações nobres. O professor ensina, mas o aluno é que deve realizar-se. Os Espíritos Superiores nos amparam e esclarecem, no entanto, é determinação da Lei que cada um responda pelo próprio destino.

Meditemos sobre isso, valorizando as oportunidades que nos são oferecidas. Por muito alta que seja a quota de trabalho corretivo que trazemos de outras existências, possuímos determinadas sobras de tempo, para consagrar-nos ao serviço do bem e ao estudo iluminativo, quando quisermos, como quisermos, onde quisermos, melhorando-nos sempre, na única reforma que se faz necessária que é a reforma moral do ser humano, a qual consiste em substituir o orgulho pela humildade e o egoísmo pela fraternidade. Esta reforma será sempre mais consistente quanto mais convicto estiver o ser humano da sua imortalidade. Com a reforma moral constrói-se uma paz duradoura, evita-se o desentendimento entre pessoas e as guerras entre as nações; elimina-se a miséria a ignorância e as angústias do ser humano.

O Mestre Amado se coloca ao nosso lado como intermediário entre nossas fraquezas e a Divina Providência, assim como temos muitos irmãos mais evoluídos entre nós e Jesus, formando uma corrente a estender-se pelo infinito, sob a luz bendita do Criador. Busquemos, então, na prática do Evangelho, a nossa própria sublimação, aprendendo e amando na Escola do Mundo, onde as criaturas se renovam constantemente, na caminhada como seguidores do Mestre, em direção à Divina Luz.

Muitas pessoas ao ouvirem se falar em reforma, pensam logo em reforma de casa, para melhorá-la na sua aparência, ou então na reforma do carro, geladeira, etc.  Como ainda estão muito ligadas a existência terrena, e geralmente só se preocupam com ela, sempre que podem promovem reformas para melhorar as condições do seu viver. E, para isso, passam a trabalhar mais, fazem economia, se privam de algumas necessidades, fazem dívidas, tudo no sentido de melhorarem o seu conforto. Isso é louvável, até certo ponto, pois devemos fazer o possível para melhorar nossa condição aqui na Terra. Entretanto, é muito mais importante fazermos a nossa melhora íntima, a fim de que, quando chegar a nossa hora de partir, possamos chegar à espiritualidade em situação melhor, pois esta é a destinação, sempre continuada em cada existência terrena, na evolução da nossa verdadeira vida eterna...

Fazer a nossa reforma íntima é a condição pela qual nos afastamos dos resgates e dos sofrimentos, e a nossa melhora virá pela modificação das nossas ações, atitudes, palavras e pensamentos. Reforma essa que significa evangelizar nossas atitudes para com a Natureza, os irmãos e os animais. “Faça a mudança que você quer ver no mundo”; com esta frase Mahatma Gandhi mostra como a transformação espiritual do comportamento e do pensamento do ser humano ajudam a reduzir o impacto das desavenças nas relações humanas.

Imaginemos que estamos doentes. Apesar do tratamento médico, a doença continua. Alguém nos diz: “Faça pensamentos positivos, pois a mente positiva cura, liberando energias poderosas”. Nós então tentamos o pensamento positivo, mas a melhora não vem. Algo, com certeza, está dando errado.  O livro “A Biologia da Crença” ensina-nos que nossa mente consciente é capaz de gerar pensamentos positivos; porém o nosso inconsciente armazenou a programação a que foi submetido no decorrer do tempo. Essa nossa mente inconsciente é muito mais forte que nossa mente consciente, e quando as duas entram em conflito, a mente inconsciente quase sempre vence.  Se alguém, portanto, nos diz que podemos nos curar da doença com pensamento positivo, mas nosso inconsciente, desde que éramos criança armazenou estímulos negativos e como as células do nosso organismo respondem aos estímulos acumulados, estes se manifestam nas células do corpo, podendo ocorrer então tanto a doença física como a mental. O nosso organismo ficará sob a atuação das energias desequilibradas e com esses estímulos negativos não podemos nos curar. Outros fatores como o nervosismo, a pressa, a ansiedade, a depressão, são também ingredientes que concorrem para o mal. Surgirão os efeitos negativos no dia a dia, fazendo as pessoas agressivas, irritadas, neuróticas, sofrendo problemas de pele, gripes e outros desequilíbrios físicos.

Não nos esqueçamos de que entram em ação também as forças invisíveis em nossas existências; ação essa que pode ser positiva ou negativa dos seres espirituais sobre nós.  Assim, se vivemos de maneira desaconselhável, negativa, atrairemos as vibrações de espíritos idênticos a nós. O contrário ocorre também se vivemos de maneira adequada. Essa é a chamada “Lei da atração, da afinidade”, que rege o Universo do qual fazemos parte. A título de exemplo, citamos o caso de alguém que alimenta a vingança. Com esse pensamento (estímulo) atrairá espíritos que costumam se deleitar com a maldade e vão influenciá-lo e ajudá-lo a cometer esse ato. Pessoas que, ao contrário, fazem o bem, irradiando bondade, atrairão espíritos bondosos possuidores de energias saudáveis que podem ajudar nas doenças e dificuldades. Aprendamos a mudar nosso inconsciente e nosso consciente será vencedor. Como fazer isso já sabemos por que ficaram bem explicitadas as situações benéficas ou maléficas das situações.

Jesus nos recomendou que procurássemos ser perfeito tal qual o Pai. Essa perfeição a que Jesus se referia, não é uma perfeição absoluta, pois esta é atributo somente de Deus, mas uma perfeição relativa. Significa que devemos fazer tudo o que nos cabe fazer, e da melhor forma possível para nosso próprio bem estar.  Não deixarmos nada sem fazer ou fazer as coisas pela metade, por causa da nossa impaciência ou por não sermos perseverantes. Têm-se o dever de fazer, então façamos as nossas obrigações e também as boas ações, da melhor maneira que sabemos fazer. Assim fazendo, temos a certeza de que melhor não saberíamos fazer... É isso que Jesus nos recomendou, quando disse para sermos perfeitos como o Pai Celestial o é. Que o Senhor nos ajude em nossos pensamentos, palavras a atos.

Bibliografia
“O Evangelho de Jesus”
Livro “A Biologia da Crença”

Jc.
S.Luis, 21/6/1997
Refeito em 30/7/2017

A CRENÇA E A FÉ




  Alguém nos pergunta se existe diferença entre a crença e a fé, e em que livro existe algo sobre o assunto. Há enorme diferença entre a crença e a fé.
No livro “O Consolador”, obra mediúnica psicografada por Chico Xavier, o Espírito de Emmanuel diz que crença diz respeito a crer. Diferente da simples crença, a fé desperta todos os sentimentos nobres que encaminham o ser humano para o bem e, como tal, é á base da regeneração. Idêntico  ensinamento encontramos no cap. VII da 2ª parte do livro “O Céu e o Inferno”, no qual o guia da médium diz que a crença é o primeiro passo; a fé vem em seguida e, por último, a transformação, mas para isso é preciso que muitos tenham se melhorado e se elevado no mundo espiritual.
É possível comunicar a fé a alguém por meio de imposição? Segundo Allan Kardec, a fé não se impõe nem se prescreve, mas pode ser adquirida, não existindo ninguém  que esteja isento de possuí-la. Para crer e ter fé, porém, é preciso compreender que a fé cega, já não tem lugar em nosso mundo. Sobre a fé, Emmanuel apresenta-nos também, na obra citada, as seguintes considerações: “Ter fé é guardar no coração a luminosa certeza em Deus, fazendo o coração repousar numa energia constante da realização divina.” Conseguir a fé é alcançar a certeza de não mais dizer “eu creio”, mas afirmar “eu sei”, com todos os valores da razão tocados pela luz do sentimento. Traduzindo a certeza na assistência de Deus, ela exprime a confiança que sabe enfrentar todos os problemas e lutas, com a luz divina no coração, e significa a humildade no íntimo do espírito, a disposição do “faça-se no humilde filho a vontade do Senhor”.
As implicações da espiritualidade na saúde vêm sendo, cientificamente, avaliadas e documentadas em centenas de artigos acadêmicos, demonstrando sua relação com vários aspectos da saúde física e mental.   Há crescentes evidências sobre a relação entre a espiritualidade e a saúde física. Contudo,  por essas evidências ainda não serem robustas se constituem apenas em promissor campo de investigação. É, sem dúvida, um campo de pesquisa com enorme potencial. As investigações demonstram que doentes espiritualizados  e com fé, lidam melhor com os problemas e recuperam-se mais rapidamente e apresentam menos ansiedade do que aqueles que lidam com emoções negativas, descrentes e materialistas.
Atualmente, muitos médicos percebem que os doentes, apoiados em algum tipo de fé religiosa e que mantêm a esperança na sua recuperação, apresentam melhoras. A imprensa tem noticiado que médicos e instituições hospitalares do mundo, atualmente, já incluem nas suas rotinas, de maneira sistemática e definitiva, a prática de estimular os pacientes quanto a fortalecer a esperança, o otimismo e a fé, como recursos indispensáveis no combate às doenças. Esses procedimentos funcionam como remédios para a alma, com repercussões benéficas para o corpo físico, sobretudo no tratamento das doenças graves do enfermo. Isso  tem  sido observado  em  centros  de  tratamento  de doenças graves como câncer e patologias que exigem do enfermo uma forte fé na sua recuperação.
Independentemente dos agentes causadores da doença, a estimulação dos valores espirituais se coloca em uma posição bastante conveniente: não apenas demonstra a divisão de responsabilidade com a medicina moderna, mas sinaliza intervir onde esta se revela impotente. Nesse sentido, como é importante o estímulo da fé e da oração nos hospitais. A oração é uma prática milenar de diversas e distintas religiões, associadas ao bem-estar, promoção de saúde e espiritualidade. “A espiritualidade não vem suplantar a medicina  e os médicos; vem simplesmente provar que há coisas que eles não sabem e os convidar para estudá-las; que existem recursos na natureza que eles ignoram, que o elemento espiritual que eles desconhecem, não é uma quimera, e que, quando eles levarem em conta, abrirão novos horizontes à ciência e terão mais êxitos do que agora.”
A fé e a oração atuam sobre as pessoas, influenciando o sistema imunológico, segundo estudos pioneiros realizados no ano de 1988, no Hospital Geral de São Francisco, na Califórnia. Nesse hospital “foi possível comprovar que os pacientes que receberam orações apresentaram significativas melhoras, disso resultando a necessidade de menor quantidade de medicamentos.”
Para nós, espíritas, ela se reveste de características especiais, pois “a par da medicação ordinária, elaborada pela Ciência, o magnetismo nos dá a conhecer o poder da ação fluídica, e a Doutrina dos Espíritos nos revela outra força poderosa na mediunidade curadora e a influência da oração.” Mas uma coisa é clara, a oração não pode mudar a natureza das provas pelas quais o ser humano tem que passar, ou até mesmo, desviar-lhe seu curso, isto por que elas estão nas ordenações de Deus.
Há provas que o ser humano deve suportar até o fim de seus dias, para resgatar dívidas, mas Deus leva sempre em conta a resignação e possa até abreviá-las. A fé e a oração são um bálsamo reconfortante para a nossa alma enfermiça, pois nos faz suportar as vicissitudes. Tem, assim, a oração o dom de nos dar forças para suportarmos os problemas e nos colocar em posição de vencermos o que nos pareciam impossíveis.
O pensamento de fé e a oração se torna um dínamo condutor da existência física para a vida espiritual, que nos permite sempre estabelecer um contato com os espíritos que participam das atividades curadoras. Ao mesmo tempo em que nos permite tudo isso, ele também poderá nos ligar a espíritos cuja presença seja prejudicial ao ato de curar. Todas as moedas possuem dois lados assim como as leis da natureza são estradas de mão dupla. A nossa mente que é uma fonte de energia pode ajudar a nos curar ou a nos destruir...
A importância da fé em nossa vida foi destacada, entre outros, por Jesus de Nazaré, quando disse: “Tudo é possível àquele que tem fé” – Marcos, 9:23.

Fontes:
Jornal “O Imortal”- 9/2017
Astolfo de Oliveira Filho
Jorge Hessen
Evangelho de Jesus
O Consolador – O Céu e o Inferno
+ pequenas modificações

Jc.
São Luís, 25/9/2017

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

NOVO ANO, MUDANÇAS NECESSÁRIAS




  De todos os rincões da Terra, elevam-se à Espiritualidade, pedidos de mais paz e felicidade; felicidade essa, para alguns, representada pelo ganho fácil, pelos bens amoedados, pela fartura de recursos, pelos bens adquiridos e pela posição de destaque... Felicidade essa, passageira e ilusória, pois na verdade não somos donos de nada, visto que nada trouxemos quando chegamos ao mundo e dele nada levaremos, a não ser o mérito ou o demérito das nossas ações praticadas durante a nossa existência.
De diversas partes do mundo, elevam-se também os gemidos das almas desanimadas, famintas, sofredoras e descrentes. Foi-se mais um ano de alegria, paz, harmonia e fraternidade, mas também de muita infelicidade, flagelos, doenças, violências, crueldades, assassinatos, fruto da indiferença e da ignorância de muitas pessoas que se fecham em si mesmas, isolando-se da luz, da fraternidade e do amor, em opção deliberada pela negação, pelo pessimismo, pela insensatez e pelo egoísmo.
Entretanto, novas esperanças e novos projetos, novas expectativas de um mundo melhor, animam muitas outras pessoas que ainda possuem fé, praticam a fraternidade e acreditam na Providência Divina, que rege todos os fatos.
Novo ano, um tempo ainda não passado; talvez símbolo de novas realizações construtivas. Tempo de história ainda não escrita, que só a nós, caberá determinar, se um tempo de harmonia ou de discórdia, de conquistas passageiras ou de reais aquisições; tempo de lutas ou de paz.
Reflitamos neste início de novo ano, o que faremos do tesouro das horas, dias e meses que nos será confiado. Fechemos o livro de páginas tristes, de lutas inglórias e dos tormentos mentais do passado, e fitemos com esperança e confiança o futuro e as páginas brancas de um novo tempo, onde poderemos escrever uma história de paz verdadeira, de amor fraterno, de real felicidade, que nos dignifique a existência, enobrecendo o nosso próprio viver e a nossa consciência, que nos fará prosseguir na nossa evolução espiritual.
Para isso, eliminemos do nosso pensamento e coração, quimeras e sonhos voltados exclusivamente para as conquistas de bens terrenos, no imediatismo do hoje ter e de querer agora. Lancemos o nosso olhar para o alto, nos dispondo à conquista paciente, nas lutas de cada dia, na Paz por tesouro inalienável, trabalhando com amor e fraternidade, sem esmorecimento, para que a Luz do Mestre Amado nos alcance e transforme o nosso tempo de labor, na direção do Reino de Deus.
Que o Novo Ano, nos traga a Paz, a Saúde, a Harmonia, a Fraternidade e o Amor... São as súplicas que fazemos em nossas orações ao Pai de Infinita Bondade e que desejamos para todos. . .
                                                    Jurandy  Castro e família
NOVO ANO
No livro “Boa Nova”, psicografado por Chico Xavier, o Espírito de Humberto de Campos comenta que Jesus passou por Jerusalém, antes do início das suas pregações. Aproximou-se dele o sacerdote Hanã e passou a inquiri-lo e, ao ser informado sobre o desejo de Jesus de implantar um reino de amor na Terra, passou ele a ironizá-lo, por não contar com o apoio dos poderosos. Hanã então lhe perguntou se ele já havia visto alguma estátua perfeita modelada em fragmentos de lama. Jesus então lhe respondeu que nenhum mármore existe mais puro e mais formoso que o sentimento. . .
Todo final de ano é quase sempre igual, na esperança de dias melhores que virão; uma mudança no tempo, ao toque da meia-noite tudo parece mudar para melhor; explodem os fogos, abraços são dados, num toque mágico, tudo mudou de um dia para o outro. Mas o que mudou? Situações extremas nos cercam. Riqueza de um lado, miséria do outro. Opulência e pobreza, obesidade e desnutrição, alegria e tristeza, guerra e paz e sofrimentos para muitos. Onde está a mudança que desejamos com tanto fervor?
Sonhamos com o oposto da miséria, da pobreza, da violência e da guerra, Desejamos o respeito, a paz, a fraternidade, com as pessoas entrelaçadas pela tolerância e o amor. Isso, no entanto, como é natural, não se faz a um toque de relógio, nem em um dia.  É um processo trabalhoso e vagaroso, no tempo, um processo que se alcança com a maturidade. Para esse mundo que sonhamos externamente, é necessário que o interior das pessoas se transforme. É necessário que usemos o mais puro mármore que é o sentimento. É preciso buscar sempre o conhecimento que se puder e trabalhar o sentimento. É para os ensinos de Jesus que devemos nos voltar para a modificação de nossos sentimentos que precisamos para nos tornarmos mais afáveis, dóceis e fraternos.
O novo ano nos chega como sempre. Será apenas mais um modificar de ponteiros do tempo, ou o modificador de nossos sentimentos nesse tempo? Meditemos... Para um mundo melhor é preciso que sejamos melhores. Não é fácil esse processo, mas Jesus bem o disse, quando asseverou que, com boa vontade tudo é possível.
Aproveitemos então o tempo, pois vemos que ele sempre passa e a nossa existência na Terra é breve. Façamos o melhor ao nosso alcance, edificando o reino de Deus em nossa mente e em nosso coração.

Editorial do jornal “O Imortal” – 01/2014
+ Pequenas modificações.

Jc.
São Luís, 27/12/2017