segunda-feira, 17 de março de 2014

A ALIENAÇÃO DO DESEJO DO PRAZER E DO TÉDIO




  A busca por prazer e diversão como fuga do tédio leva o ser humano a se afundar cada vez mais em seu egoísmo, em seu individualismo. Diante disso, a figura do próximo perde sua verdadeira dignidade, tornando-se apenas um adereço. Nosso contexto econômico, político, social, cultural e até religioso aponta sempre para o individualismo.
Coloca-se o indivíduo no centro, porém o lado sócio afetivo do ser humano parece que cada vez mais é colocado de lado, como se este não tivesse valor algum. Com isso, o altruísmo, a valorização do próximo, a ética, a fraternidade, tudo isso fica de lado; afinal são questões que envolvem o próximo, o outro com quem temos que conviver e com quem formamos um conjunto, a humanidade. Nossas características, nossos sentimentos, nossa linguagem, nossos pensamentos... Tudo se forma porque fazemos parte de uma cadeia, nos inserimos em um ciclo de relações. Assim, carregamos a história e a cultura, porque fazemos parte de um todo maior do que simplesmente um mundo formado exclusivamente por mim, pelas minhas impressões, pelas minhas ideias, pelas minhas vontades, enfim, pelo totalmente subjetivo.
Várias foram as correntes que levaram a sociedade a cair nesse individualismo. Tudo levou a abrir a perspectiva para o individualismo, e de forma especial, ao hedonismo (corrente filosófica que coloca o prazer como bem supremo da existência humana), à busca desenfreada pelo prazer, algo tão característico de nosso tempo. Como não é difícil concluir, tudo o que é extremo traz seus lados negativos e nosso tempo pede uma síntese dos traços positivos dos séculos anteriores para solucionarmos os problemas que o século XX trouxe de forma especial o individualismo, fruto do hedonismo alienado de nossa era, grande gerador da depressão em razão da falta de valorização do próximo, do outro, em nossas vidas. O tédio é uma expressão da falta de sentido na existência das pessoas no mundo contemporâneo.
Hoje é comum vermos as pessoas falarem que estão entediadas, que tudo é tedioso, que nada resolve essa situação de tédio. É até estranho vermos pessoas reclamando tanto do tédio, sendo que, se olharmos à nossa volta, não faltarão problemas a serem resolvidos e situações nas quais podemos nos engajar para construir um mundo melhor. No Brasil, quantos não são os problemas de ordem social? Porém, o engajamento em situações ou lutas para a solução de problemas trará sempre algum tipo de prazer ou diversão. Logo, o que concluímos é que esse tipo de tédio na verdade revela como as pessoas estão se tornando vazias e estão se perdendo, perdendo seu lado humano, exatamente por causa do individualismo exagerado.
A partir da questão do desejo, na relação do ser humano com o mundo, Schopenhauer (1788-1860), abre espaço à frustração que o ser humano está sujeito a viver por causa de suas vontades. Ele sofre por não conseguir realizar seus desejos muitas vezes, o que torna sua existência infeliz. Porém, fazer com que o objetivo seja alcançado, lutar por ele, não significa uma vitória.  A realização de um objetivo, a conquista de um  desejo, é caminho para um novo desejo. O mesmo se mostra nas aspirações e nos desejos humanos cuja realização sempre nos acena como o fim último do querer; porém, assim que são alcançados já não se parecem os mesmos e, portanto, logo são esquecidos, tornam-se caducos, embora não se admita, são sempre postos de lado como ilusões desfeitas.
 Muito feliz é quem ainda tem algo a desejar, pelo qual se empenha, pois assim o jogo continua entre o desejo e a satisfação, e entre esta e um novo desejo, cujo transcurso, quando rápido, se chama felicidade, e quando é lento se chama sofrimento. Dessa forma, surge assim a ideia do “pêndulo”. A vida humana é um pêndulo entre o desejo o sofrimento e o tédio. Desejamos alguma coisa, queremos muito, porém, nossa felicidade, que supúnhamos encontrar na obtenção da mesma, acaba por se demonstrar uma grande ilusão, afinal, a obtenção da mesma não nos saciou e não nos satisfez plenamente. Cabe ao ser humano resignar-se diante dessa comprovação e compreender que nenhum desejo, por mais que possa ser satisfeito, trará ao ser humano a felicidade perene.
Em alguns momentos fugimos do tédio, em outros, fugimos do sofrimento. Eles fazem com que seres que se amam tão pouco, como os humanos, frequentes vezes procurarem uns aos outros se tornando assim a fonte da sociabilidade. Os homens precisam dos outros à sua volta, podemos dizer utilitarista, na qual o outro lhe é necessário, porque lhe é útil, torna-se um objeto de uso que serve para por fim ao tédio, para lhe tirar de uma situação que o incomoda, por que suas vidas estão vazias. Também a busca por prazer e diversão como fuga do tédio leva o ser humano a se afundar cada vez mais em seu egoísmo, em seu individualismo, e o outro cada vez mais vai perdendo sua dignidade, tornando-se apenas um adereço.
Tal situação nos assusta e fica a pergunta: “aonde isso irá nos levar?” Talvez o engajamento em causas humanitárias, que crescem cada vez mais no mundo, mas que ainda é insuficiente, transforme essa sociedade e seja a melhor forma de nos livrarmos do tédio e darmos sentido a nossas vidas. Vivemos uma era em que tudo é superficial. As relações, de uma maneira geral, parecem que nascem para não durar. Tudo isso mostra que a preocupação com o outro, perdeu espaço neste mundo, e que este foi tomado somente pelo culto do “eu”, e esse culto, essa busca pelo prazer, faz com que a sociedade de maneira geral não se volte para a solução dos problemas reais da sociedade, ou da humanidade de forma mais ampla. É como se a prazer pessoal fosse mais importante que o bem-estar da humanidade.
Em um país como o nosso, marcado pela cultura do “carnaval” e pela preocupação com os realities shows que nos bombardeiam nas mais diversas emissoras de TV, vemos formas de se fugir do tédio, mas também nos desvia do que realmente deveria ser nosso foco.  Lucraríamos muito mais, se nossa real intenção de fugir do tédio se desse por meio de uma melhor conscientização em todos os aspectos. Nada adianta ficar querendo ceder aos nossos desejos somente para apaziguar nosso tédio, porque isso não irá garantir nossa felicidade. Poderíamos muito bem usar nossos esforços de maneira menos egoísta e individualista, de forma mais altruísta, sabendo reconhecer que o outro com quem convivemos deve ser valorizado. Assim, o engajamento em causas sociais beneficentes, pode ser a melhor maneira de se conseguir amenizar e até acabar com o problema do tédio, lutando contra todas as formas de alienação...
Fonte:
Revista “Filosofia” – 08/2012
Rodrigo dos Santos Manzano
+ Pequenas modificações

Jc.
São Luís, 22/10/2013

segunda-feira, 10 de março de 2014

DIABETES E TIREOIDES




 DIABETES - Saiba a origem, tratamento e as formas de prevenir essa doença, que nem sempre apresenta sinais evidentes e que acomete grande parte da população brasileira.     
Estima-se que 12% da população do Brasil, adulta, tenha diabetes, e muitas das pessoas desse grupo nem sabem que são portadoras. Essa doença pode ser silenciosa e seus sintomas percebidos tardiamente. Caracterizada pelo alto nível de glicose no sangue, o que é chamado de hiperglicemia, o diabetes pode ser ocasionado por carência de insulina, pela resistência a esse hormônio ou pelas duas razões. A insulina é produzida pelo pâncreas para combater a glicose sanguínea. Há alguns fatores de risco associados ao desenvolvimento da doença, como obesidade, sedentarismo, ingestão excessiva de açúcar,  gordura, estresse, alcoolismo, e ainda, na  idade acima de 40 anos (no caso do diabetes tipo 2), hipertensão, hereditariedade e altas taxas de colesterol e triglicérides.
Tipos de diabetes – Existem três tipos principais da doença. O diabetes tipo 1, costuma ser diagnosticado na infância – mas há alguns casos que são diagnosticados acima dos 20 anos. Por causa dessa doença, o corpo produz pouca ou nenhuma insulina. Nesse caso, são necessárias injeções diárias do hormônio. A causa exata ainda é desconhecida.
O diabetes tipo 2  é o mais comum e ocorre, geralmente, em adultos acima de 40 anos. Contudo, cada vez mais os jovens vêm sendo diagnosticados com essa doença. O pâncreas não produz insulina suficiente para manter normais os níveis de glicose no sangue, geralmente porque o corpo não responde bem à insulina. Muitas pessoas não sabem que têm diabetes tipo 2, mesmo sendo  uma doença grave. Casos de obesidade e sedentarismo também podem desencadeá-la.
O diabetes tipo 3  é denominado diabetes gestacional. Ocorre com a alta quantidade de glicose no sangue a qualquer momento durante a gestação em mulheres não diabéticas. Um dos fatores pode ser o aumento excessivo de peso durante a gravidez. Mulheres com diabetes gestacional têm alto risco de desenvolverem diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares após o parto.
Nos três casos o fumo deve ser evitado, pois provoca estreitamento das artérias e veias. Como o diabetes compromete a circulação nos pequenos vasos sanguíneos (retina e rins) e nos grandes vasos (coração e cérebro), fumar pode acelerar o processo e o aparecimento de complicações.
Sintomas do diabetes
a-    Urinar frequentemente e em grande quantidade;
b-    Perda de peso;
c-    Fome exagerada;
d-    Cansaço;
e-    Visão borrada;
f-     Dificuldade de cicatrização;
g-    Infecções de pele;
h-   Impotência sexual.
Perigos da doença Quando não tratado corretamente, e à longo prazo, o excesso de açúcar  pode causar sérios problemas na saúde do paciente, como:
a-    Cegueira: As alterações vasculares na região dos olhos podem provocar pequenos sangramentos e lesões na retina. É a chamada retinopatia diabética, que pode levar à perda da visão;
b-    Problemas cardiovasculares: A alta taxa de glicose agride a parede dos vasos, facilitando o acúmulo de gordura e as inflamações que entopem artérias, causando infartos e derrames;
c-    Amputação de membros inferiores: As lesões nos vasos e a queda da irrigação diminuem a sensibilidade nos membros inferiores. O pé do diabético é extremamente susceptível a feridas que rapidamente podem virar úlceras de difícil cicatrização. Infeccionadas, podem levar à amputação:
d-    Impotência: A dificuldade de circulação do sangue no pênis podem causar problemas de ereção:
e-    Insuficiência renal: A circulação deficiente compromete a função dos rins. Se não for controlada com remédios, pode levar à falência renal.
Situações extremas O endocrinologista Glauber Rocha, presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, esclarece a diferença de dois quadros clínicos de risco, quando o diabetes não é tratado corretamente.
O que é cetoacidose diabética? – É um estado em que a deficiência de insulina (em geral vista no diabético tipo 1)  leva a um quadro de hiperglicemia importante (geralmente acima de  500 a 600 mg/dl), com acúmulo de cetoácidos no sangue e alterações metabólicas importantes, com risco de morte.
O que é coma hiperosmolar? – É um estado de hiperglicemia severa (acima de 600 mg/dl), em geral no diabético tipo 2, que pode levar a um estado de coma e até à morte, devido a alterações metabólicas, pelo excesso de glicose.
Tratamento Os cuidados do paciente diabético com a saúde são constantes, pois a doença ainda não tem cura. Mantê-la controlada é garantia de qualidade de vida. O equilíbrio entre dieta, exercícios e medicação é o melhor tratamento. A dieta deve ser seguida à risca e orientada por um nutricionista ou médico. Os paciente da diabete do tipo 1, precisam de injeções de insulina. Geralmente, são necessárias de uma a quatro injeções por dia (vejam que sacrifício!). O paciente do tipo 2, responde a um tratamento com exercícios físicos, dieta e medicamentos orais. Durante a gravidez e a amamentação, os medicamentos podem ser trocados pela insulina. O paciente terá que aceitar a rotina diária, adotando o glicosímetro (aparelho que mede a glicemia). Dependendo do caso, deve ser monitorada várias vezes ao dia para evitar o descontrole dos níveis de glicose no sangue.
Saúde no cardápio  A alimentação é a grande aliada no controle da doença. Alguns alimentos como, por exemplo, açúcares, frituras, refrigerantes, doces, bebidas alcoólicas, carnes gordurosas, pele de aves, e alimentos que sejam industrializados, devem ser evitados ao máximo. Os carboidratos refinados são os grandes vilões da dieta. A alimentação adequada faz parte de uma vida saudável. Prefira alimentos naturais como frutas, verduras, legumes, cereais integrais, leite e derivados apenas desnatados. Como a cada três horas e, nos intervalos, prefira alimentos com bastantes fibras.
“Pacientes diabéticos devem evitar bebidas alcoólicas – elas não são proibidas se forem consumidas com muita moderação – devido ao risco de queda acentuada dos níveis de açúcar no sangue, principalmente em jejum, e com o limite de uma dose para mulheres e duas doses para homens. Entenda-se como uma dose, uma lata de cerveja ou uma taça de vinho, ou 50 ml de bebida destilada”, explica a endocrinologista Vanessa Campos, diretoria da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.
Prevenção Para evitar o diabetes, deve-se dar adeus ao sedentarismo e ter uma alimentação saudável e sem exageros. A prática de exercícios físicos regulares, além de proporcionar a sensação de bem-estar, combate uma série de fatores que prejudicam a saúde. “Os exercícios mais indicados são, preferencialmente, as atividades aeróbicas como caminhadas, corrida, natação, ciclismo”, orienta o médico Jomar Souza, membro da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte...
UMA VIDA MELHOR PARA OS DIABÉTICOS
Isso será possível, graças às novidades que acabam de chegar ao Brasil, e às que estão por vir. Entre elas estão remédios que controlam a glicemia, emagrecem e ajudam a baixar a pressão arterial. As novidades que começam a chegar ao Brasil vão mudar para muito melhor a vida de 12 milhões de diabéticos do País. “Estamos vivendo uma era de ouro em relação ao tratamento da diabetes”, afirma o endocrinologista Walter Minicucci, presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes.
A diabetes é uma doença crônica, caracterizada pelo excesso de glicose na corrente sanguínea, que traz prejuízos terríveis quando não controlada e que se tornou um dos maiores problemas de saúde pública mundial. Está diretamente associada ao aumento do risco de eventos cardiovasculares, como o infarto e o acidente vascular cerebral e sendo uma das principais causas de cegueira no mundo.  A Agência Nacional de Vigilância Sanitária aprovou para venda no Brasil, a primeira insulina para efeito de até 40 horas. Trata-se da Tresiba (degludeca) do laboratório Novo Nordisk. A insulina é o hormônio que permite a entrada nas células, da glicose que está circulando no sangue. Quando há algum problema, há o acúmulo de açúcar na corrente sanguínea que faz mal ao organismo.
Também nos próximos meses entrarão no mercado, duas novas medicações que atuam nos rins – O Forxiga, do Laboratório Astra Zeneca, e o Invokana, da Jannsen. “O resultado é que o açúcar é eliminado pela urina, assim como o sódio e há uma queda importante na concentração de glicose”, explica o endocrinologista Walmir Coutinho, presidente da Associação Internacional para o Estudo da Obesidade. No final, o paciente acaba com a glicose controlada e ainda pode sofrer queda na pressão arterial e perda de peso, por exemplo: Após um ano de uso, a perda foi de três a quatro quilos. “São vantagens importantes em se tratando de diabéticos, já que a combinação da doença com obesidade e hipertensão arterial é algo perigoso, elevando brutalmente o risco de doenças cardiovasculares”, diz o endocrinologista João Eduardo Salles, professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.
O papel da Glicose. A diabetes caracteriza-se pelo acúmulo de glicose no sangue, chamada vulgarmente de açúcar. A glicose é uma importante fonte de energia para as células, e no cérebro é o principal combustível.  O problema é que, quando há uma concentração excessiva na corrente sanguínea, o corpo sofre diversos prejuízos, como o risco de cegueira e doenças cardiovasculares.
O papel da Insulina. O hormônio é responsável por tirar a glicose do sangue e possibilitar sua entrada nas células. Ela é fabricada pelas células beta, localizadas no pâncreas e é liberada de acordo com a taxa de açúcar no sangue, para evitar que haja acúmulo.
A diabetes tipo 1, é considerada hoje uma doença autoimune, deflagrada pelo próprio sistema imunológico do corpo. Por razões ainda desconhecidas as células de defesa do organismo passam a atacar as células betas, produtoras da insulina. É por esse motivo que os portadores do tipo 1 são chamados de insulinodependentes. Os portadores do diabetes tipo 1 da doença não conseguem fabricar a insulina, já que as células que a produzem são destruídas pelo próprio corpo, e por essa razão, são obrigados a recorrer a injeções diárias de insulina, às vezes mais de uma, para manter o nível adequado de glicose. Até hoje, o efeito da insulina injetável era de 24 horas. “Com o Tresiba, os benefícios da insulina se mantém por até 40 horas”, explica a endocrinologista Mariana Narbot, gerente médica do Laboratório Novo Nordisk, no Brasil. “Assim o doente ficará com uma melhor qualidade de vida”, diz Mariana.
A diabetes tipo 2  esta associada ao estilo de vida. Pessoas sedentárias e com sobrepeso têm mais risco de desenvolvê-la. Nesses casos, por vias metabólicas complexas, há o surgimento de um fenômeno conhecido como resistência à insulina. O hormônio até e produzido, mas não atua como deveria e não consegue fazer com que as células permitam a entrada da glicose, e o resultado também acaba sendo o acúmulo de glicose no sangue.
A prevenção com chocolate Cientistas da University of East Anglia, na Inglaterra, concluíram que comer chocolate e frutas vermelhas e tomar muito chá reduz o risco de surgimento da diabetes tipo 2.  Eles verificaram que a ingestão desses alimentos está relacionada à menor resistência das células à ação da insulina, resultando em melhor controle da taxa de glicose. “Apenas uma porção de frutas vermelhas e um pedaço de chocolate, tem efeito na proteção e já traz benefícios” disse a ISTO É a pesquisadora Aedin Cassidy.
Os novos auxílios são: Insulina de ação prolongada, remédios que atuam nos rins, insulina oral, células tronco, vacinas, infusão de insulina, monitores de glicemia e pâncreas artificial.

Remédios utilizados na diabetes:  Cloridrato de Metformina  e  Meritol

Fonte:
Revista Extrafarma
Edição nº 3 – julho/agosto/2013
Revista ISTO É – 26/02/2014


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TIREOIDES  Os hormônios T3 e T4 estão ligadas ao  hipertireoidismo e ao hipotireoidismo.
A glândula tireoide tem uma forma de borboleta, com peso que varia de 15 a 25 gramas no adulto, e localiza-se na parte inferior do pescoço, sendo uma das mais importantes do corpo humano. “Ela é responsável pela produção dos hormônios T3 (triodotironina) e T4 (tiroxina) sob o estímulo do TSH (hormônio), produzido pela hipófise, com fundamental importância para a manutenção do equilíbrio metabólico do organismo. A glândula é atuante praticamente em todos os sistemas gastrointestinal, cardiovascular, sistema nervoso central, reprodutor e musculoesquelético, interferindo ainda na temperatura corpórea, no peso e crescimento dos cabelos, unhas, assim como na textura da pele”, explica a endocrinologista Paula Rosado.  
A tireoide também influencia na maturação e desenvolvimento de crianças e adolescentes. O funcionamento inadequado da glândula pode causar disfunções como o hipertireoidismo e o hipotireoidismo. Saiba como funciona.
“O hipertireoidismo, define-se pelo excesso de hormônio tireoidiano. O metabolismo fica mais acelerado, e pode haver aumento da frequência cardíaca, tremores, maior transpiração, sensação de calor intenso”.
Em geral, o hipertireoidismo é causado pelo consumo intenso de iodo. Doença de Graves (mal hereditário e estimulante da tireoide), bócio multinodular (aumento do volume da glândula, com a presença de nódulos), tireoide pós-parto entre outras. Os efeitos desse mal são: transpiração desenfreada, insônias, palpitações, irritabilidade, perda de peso, intestino solto, aumento dos batimentos cardíacos, entre outros.
“O hipotireoidismo, apresenta a situação contrária, ocorrendo á redução dos níveis de hormônios tireoidiano, podendo haver mais sono, cansaço, redução da frequência cardíaca e piora na memória. Tanto um como o outro, são mais frequentes em mulheres, e a incidência pode aumentar com a idade”,  explica Silvia Corral, membro da Sociedade de Endocrinologia e  Metabologia.
O mal se instala lentamente e seus sintomas podem ser confundidos com os de outras doenças, levando alguns pacientes a não procurarem um médico para o diagnóstico. As causas mais frequentes de desenvolvimento desse mal são a Tireoide de Hashimoto (doença autoimune), o tratamento com iodo radioativo, a retirada da tireoide por intervenção cirúrgica e a falta ou excesso de iodo. Mas este mal não acomete somente o sexo feminino e nem restringe os portadores pela idade. Os homens também apresentam a doença e até os recém-nascidos podem ser afetados. O diagnóstico nos bebês ocorre por meio do teste do pezinho, e quanto antes descoberta a doença, melhor, pois a falta dos hormônios T3 e T4 podem levar a problemas no desenvolvimento, inclusive do cérebro. Em decorrência da doença, o paciente pode apresentar: perda de memória, queda dos cabelos, depressão, enfraquecimento das unhas, cansaço, aumento de peso, impotência sexual e infertilidade.
Diagnóstico e tratamento “A detecção das disfunções é feita por meio de exames laboratoriais, com dosagem dos níveis de hormônios tireoidianos e do TSH, estimulador da tireoide. No caso do hipertireoidismo, os cuidados podem variar, dependendo da causa do excesso de hormônio, sendo prescritos apenas medicamentos, ou uso de iodo radiativo, podendo chegar à cirurgia. Em se tratando do hipotireoidismo, o tratamento é realizado com reposição hormonal. Apenas o médico pode avaliar e indicar o tratamento mais apropriado para cada situação”. A avaliação na dosagem dos hormônios deverá ser realizada a cada seis meses, informa Silvia Corral, doutora em Ciências pelo Serviço de Endocrinologia e Metabologia da USP (Universidade de São Paulo).
Mitos e verdades
Pergunta: .- Problemas com a tireoide se tornaram epidemia?
Mito: Na verdade, as técnicas de diagnóstico atuais são mais eficazes e modernas, dessa forma, mais casos de doença são detectados.
P.- Ingerir regularmente o iodo, composto presente no sal de cozinha, evita a formação de bócio (aumento no volume da tireoide)?
Verdade: Consumir iodo de forma apropriada, sem exageros, reduz os riscos de ter essa doença.
P.- Atletas e indivíduos em busca do emagrecimento podem tomar os hormônios tireoidianos?
Mito: Esses hormônios induzem muito mais a queima de músculos do que as gorduras.
P.- Todas as pessoas que têm hipotireoidismo engordam?
Mito: Nem todos os pacientes apresentam alteração no peso. Quando isso ocorre, o aumento varia de dois a quatro quilos, e com o tratamento, a situação é perfeitamente reversível.
P.- O hipertireoidismo pode levar a depressão?
Verdade: Muitos pacientes que desenvolveram a doença têm tendência a sofrer de depressão. E alguns que já tratam a depressão, posteriormente descobrem que possuem hipotireoidismo. Os hormônios da tireoide agem diretamente em áreas do cérebro e em sistemas que influenciam o humor.
P.- Impotência sexual pode ser uma das consequências do hipotireoidismo?
Verdade: A doença pode causar redução na libido, diminuindo os espermatozoides, e, em casos extremos, causar impotência...
Para pacientes com hipotireoidismo um dos remédios utilizados é:  Puran T4

Fonte:
Revista Extrafarma –
Edição nº 3 – jul/agosto/2013
+ pequenas modificações.

Jc.
São Luís, 6/8/2013
Reformado em 6/3/2014

terça-feira, 4 de março de 2014

A CREMAÇÃO DOS MORTOS SOB A VISÃO ESPÍRITA




 Agora que a cremação dos mortos já se tornou uma realidade, acessível até a quem mora nas cidades do interior, muita pessoas desejam saber qual é a posição espírita acerca do assunto.
O termo cremação – que é o ato de cremar, incinerar, queimar – não foi examinado nas obras de Allan Kardec, um fato estranhável, visto que a incineração de cadáveres humanos remonta à antiguidade e constitui regra comum na Índia, na Grécia primitiva e entre os romanos, sendo ainda hoje um costume em várias regiões do planeta.
 Não examinada por Kardec, a cremação tem suscitado, por isso mesmo, no meio espírita, posições que às vezes se contradizem. Léon Denis, por exemplo, aponta na cremação uma desvantagem, visto que, extinguindo o corpo físico pela ação do fogo, o ato provoca o desprendimento mais rápido, mais brusco e violento do Espírito, podendo ser mesmo doloroso para aqueles que foram apegados a Terra.
Como se sabe, há Espíritos que permanecem algum tempo ligados ao corpo material após o transe da morte, como ocorre em muitos casos de desastres e de suicídio. Como o rompimento e o desprendimento do cordão fluídico nem sempre se consuma num   tempo tão curto, o desencarnado se assemelha  a um morto-vivo cuja percepção sensória, para sua desventura, continua presente e atuante. A cremação poderia, assim, causar-lhe um angustiante trauma, o que equivaleria a aumentar a aflição a quem já se encontra aflito.
Ao se manifestar sobre o assunto, Richard Simonetti lembra-nos que, embora o cadáver não transmita sensações ao Espírito que desencarnou, este poderá experimentar “impressões extremamente desagradáveis” se no ato crematório, ele estiver ainda ligado ao corpo. No mesmo sentido é a opinião de Paul Bodier, médico e escritor francês que foi presidente da Sociedade Francesa de Estudos Psíquicos e autor de obras como “A Vida e a Morte” e “A Granja do Silêncio”.  Segundo ele, “a cremação tal como se pratica entre nós, é, com efeito, prematura demais”. Talvez, por isso a inumação (enterrar) devesse ser o processo normal, só se cremando os cadáveres com sinais evidentes de putrefação.
Dentre as manifestações sobre o assunto, oriundas do plano espiritual, vale a pena meditar sobre o que o Irmão X (Espírito) escreveu, valendo-se da mediunidade de Chico Xavier no livro “Escultores de Almas”: “Por trás da máscara mortuária, muitas vezes, esconde-se a alma inquieta e dolorida, sob estranhas indagações, na vigília torturada ou no sono repleto de angústia.  Para semelhantes viajores da grande jornada, a cremação imediata do corpo fisiológico será pesadelo terrível e doloroso. Eis por que, se pudéssemos, pediríamos tempo para os mortos”.
Outra manifestação sobre o mesmo tema nos veio por intermédio de Chico Xavier, quando da entrevista concedida em 1971 à TV Tupi-SP, no programa Pinga-Fogo. Naquela oportunidade, Emmanuel transmitiu ao público – conforme foi dito por Chico – que “a cremação é legítima para todos aqueles que a desejam, desde que haja um período de, pelo menos 72 horas de tempo para a ocorrência em qualquer forno crematório”.
Dois aspectos devem ser ressaltados na manifestação de Emmanuel: Em primeiro lugar, é preciso que o falecido tenha manifestado seu desejo de ter o corpo cremado, evitando-se assim que seja essa uma decisão apenas de seus familiares. O segundo diz da necessidade de se observar um prazo mínimo entre a morte do corpo e o ato da cremação, que Emmanuel sugeriu seja de 72 horas, que é um tempo razoável capaz de evitar, em grande número de casos, o trauma mencionado por Léon Denis e outros autores. Nesses casos, seria necessário preparar o corpo para aguardar esse período de tempo até o ato da cremação.

Fonte:
Astolfo de Oliveira Filho
Jornal “O Imortal” – 12/2013
+ Pequenas modificações.

Jc.
São Luís, 16/12/2013

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

A TERRA É A NOSSA CASA ( Nando Cordel)




  O compositor e cantor espírita, Nando Cordel, partindo de um sonho idealizado, onde acredita que através da música, pode despertar elevar e desenvolver novas formas de pensamentos capazes de educar, de forma crítica e competente, no que diz respeito à política social, descobrindo as diversas habilidades de cada criança, buscou a construção de uma nova proposta para os contextos escolares, sociais e disciplinares.

Através de recursos para-didáticos e áudio/visuais, criou ele, um projeto com o título acima, e o apoio do Banco da Amazônia, com vinte temas educativos, composto de dois CDs e dois livros para-didáticos, a fim de proporcionar à criança, a oportunidade de conhecer e absorver os conhecimentos mencionados nas histórias ilustrativas e nas músicas de cada tema, diante das diversas realidades sócio-culturais e econômicas, permitindo a criança poder viajar em situações fantásticas, sendo ela mesma a principal personagem das histórias.

Os temas abordados, de muita significação, vão abaixo mencionados, com pequenos comentários.

1º - Agradecer a Deus – Objetivo: A importância de Deus em nossas vidas, sabendo diferenciar as coisas que foram criadas por Deus e as que Ele deixou para completarmos com nossos recursos; sempre lembrando o nosso Pai Celestial, através da oração de agradecimento;

2º -  Escovar os dentes –  Objetivo:  Despertar nas crianças a importância de ter uma dentição sadia, conhecendo os cuidados preventivos e saber lidar com a necessidade de ter que usar um aparelho ortodôntico;

3º - Arrumar o quarto  -  Objetivo:  Desenvolver nas crianças o senso de responsabilidade e zelo pelos seus pertences, desenvolvendo competências para que a criança se torne um cidadão capaz de lidar com o meio em que vive, sabendo separar as boas e as más ações que norteiam a maioria das vezes, as pessoas a seguirem um modelo deturpado imposto pela sociedade;

4º - Hora de se alimentar  -  Objetivo:  Levar ao conhecimento das crianças, a importância de termos uma boa alimentação, os cuidados com os tipos de alimentos e o que cada alimento fornece ao nosso organismo. A obesidade infantil hoje é um grande problema para as famílias, em virtude da má forma da alimentação das crianças que preferem sanduíches e outros em substituição aos alimentos;

5º -  Tomar o remédio  - Objetivo:  Levar a criança a perceber a importância do remédio, quando não existe alternativa. Explicar a necessidade de só tomar remédio com a orientação médica. Se o remédio estiver em gotas, mostrar à criança, a medida padrão das colheres ou copinhos; 1-ml, 2-ml, 5-ml, 10-ml, que são derivados do litro;
6º - Fazer exercícios  - Objetivo:  Mostrar a importância dos exercícios para ter uma existência saudável, que possibilita uma melhor alimentação e que faz bem e ajuda a desenvolver fisicamente e intelectualmente as crianças;

7º -  Tomar banhos   - Objetivo:  Falar da importância da higiene corporal em nossa existência, que muitas pessoas gostariam de fazer isso, mas nem sempre é possível, pois lhes falta o essencial, a casa ou a água. Mostrar para as crianças, que a abundância não significa gasto descontrolado, mas deve ser economizada para que um dia, ela não venha a faltar. 
   
8º - Hora de estudar  -  Objetivo:  Alertar as crianças de que o estudo é importante para nossas vidas; se quisermos poderemos ser pessoas melhores através do aprendizado e dos conhecimentos adquiridos. Só a instrução será capaz de nos levar, pelo pensamento, a diversificados lugares sem sairmos de casa ou da escola, e como é bom falar de coisas com  outras pessoas, que só o estudo, através dos livros pode nos proporcionar. Atualmente existem pessoas que têm idade de serem nossos avós e que estão nas faculdades, porque acreditam na força do conhecimento;

9º -  A Cola  -  Objetivo:  Despertar nas crianças a responsabilidade de estudar correto; que só quem estuda aprende; que o aprendizado é para toda a nossa   vida, e quando “colamos” é porque estamos enganando a nós mesmos, e até quando? Quando prestamos atenção nas aulas, tiramos nossas dúvidas com os professores e não teremos necessidade de colar. A “cola” é um artifício dos que não querem estudar, enganado os pais que se esforçam para dar sempre o melhor para os filhos. Quem não estuda não aprende e não evolui...

10º -  Cumprimentar as pessoas  -  Objetivo:  Conscientizar e estimular a prática do cumprimento, da boa educação; falar da importância de ser educado, gentil e uma pessoa positiva. Exercitar os bons costumes com nossos familiares, nossos colegas e as demais pessoas que nos rodeiam.  

11º -  Respeito as pessoas  -  Objetivo:  Despertar nas crianças o dever de exercitar a cidadania, como elemento primordial para o nosso crescimento quanto pessoa, ser humanizado, cristão. Agir com solidariedade, fraternidade e justiça, sem distinção de cor, classe social, religiosidade ou outro qualquer tipo de preconceito, começando pelo lar, na escola, com os amigos e com todas as pessoas idosas.

12º - Respeito a Natureza  -  Objetivo:  Conscientizar as crianças da importância que a natureza tem em nossas existências, para o equilíbrio do planeta. Despertar o interesse pela conservação do ambiente para usufruirmos de tudo aquilo que Deus nos deu de graça. Sem a natureza não existiremos.

13º  -  Ser humilde  -  Objetivo:  Conceituar a humildade ensinada por Jesus e esclarecer que a humildade iguala todos nós como irmãos, ajudando-nos mutuamente e nos conduzindo ao bem. A pessoa humilde granjeia amizade e é
abençoada  por Deus, enquanto o orgulhoso acha-se superior a tudo e a todos.

14º  -  Não mentir  -  Objetivo:  Levar a criança a diferenciar as conseqüências das ações movidas pela verdade e pela mentira; que os resultados são sempre desastrosos quando se descobre à mentira. Falar a verdade é o que faz as pessoas de bem e cidadãos de respeito. Todo mundo gosta e nós ficamos com credibilidade com as outras pessoas. Esperto não é o que mente, mas sim o que sempre fala a verdade, que nunca terá problemas com ninguém e nem a sua consciência a lhe acusar;

15º  -  Não fale gíria/palavrão  -  Objetivo:  É importante despertar na criança o senso crítico de saber analisar,  falar e diferençar as coisas com sinceridade e boas maneiras. É agindo assim que somos diferentes dos outros, pois falar palavrão ou gíria não é legal em qualquer ambiente. A gíria ou o palavrão demonstra a pobreza de quem a usa. De forma educada aprendemos e falamos com educação, demonstrando nosso comportamento;

16º  -  Para que brigar?  -  Objetivo:  Mostrar as crianças, as péssimas reações que a briga sempre ocasiona; que perdemos tempo, nos desgastamos, nos contaminamos com sentimentos ruins e até adoecemos, quando deixamos a raiva, o ódio tomar conta de nós. Criamos mal estar e inimigos, quando podemos e devemos nos reconciliar, fazendo amigos. Existe um dito popular: “Dois não brigam, quando um não quer”. Não é covarde o que não quer brigar, mas sim o mais prudente e mais educado.

17º  -  Filmes, Tvs e músicas  -  Objetivo:  Despertar nas crianças, a análise da crítica construtiva da qualidade de imagem e som que é absorvida  hoje em dia. Mostrar a elas o que seja um bom filme, uma boa música e um bom programa de televisão, porque existe atualmente uma enxurrada de filmes, músicas e programas de televisão, que em vez de serem para distração e ensinos morais, são verdadeiras aberrações de violência, palavrões, baixarias e exploração do sexo, contaminando mentes infantis, com o beneplácito das autoridades encarregas de coibir essas anormalidades e que não tomam nenhuma atitude;

18º  As drogas  -  Objetivo:  Mostrar as crianças o perigo que as bebidas e as drogas representam, tanto as lícitas como as ilícitas. Como elas são responsáveis por milhares de acidentes que ocorrem nas ruas e estradas, motivadas pelo consumo irresponsável de bebidas e drogas. Quantas famílias enlutadas e chorosas de seus familiares, por motivo da irresponsabilidade de alguém. Quantos lares despedaçados por esses que assim procedem; certamente não eles tiveram a educação necessária, o respeito pelo seu semelhante, o respeito pela vida e ainda, o respeito para com o Pai Celestial. Às vezes se suicidam nas ocorrências e matam pessoas inocentes que necessitavam da existência para trabalhar, amparar e amar, fazendo a sua evolução espiritual;

19º  -  Mergulho na Paz  -  Objetivo:   Despertar  nas  crianças  o  interesse  e a
consciência de que devemos e podemos criar  um momento de paz  para nós, para o nosso bem estar, como uma forma de estar bem consigo mesmo e com o mundo. Ouça o cantar de um pássaro, escute uma boa música que tranqüilize  e eleve o sentimento, eleve os olhos ao firmamento e contemple as belezas celestiais,  observe a  natureza e tudo em volta para descobrir a paz que existe em tudo e em todos.

20º  -  A  PAZ  -  Objetivo:  Demonstrar para as crianças a importância da cultura da paz, mostrando a paz como uma obrigação de todos nós. Levar ao conhecimento das crianças do Brasil, que, em Recife, como em outras cidades de Pernambuco, vai acontecer a Grande Caminhada Pela Paz, no último domingo de novembro, já tendo sido decretada uma lei que garante o dia da Caminhada, sendo esse, o dia de viver a Paz, quem idealizou o projeto e  coordena, foi pessoas pacifistas que desejam o bem da humanidade. É necessário que os educadores de todo o Brasil procurem conhecer mais sobre a história do projeto idealizado pelo compositor e cantor espírita Nando Cordel. Basta acessar:                      
                                                 www.movpaz.com.br

Peçam às crianças que repitam que elas são:
          
                             Eu sou saudável,
                             Eu sou feliz,
                             Eu sou do bem,
                             Eu sou a luz,
                             Eu sou de paz,
                             Eu amo e sou amada,
                             Eu sou filha de Deus.
                             

O lançamento desse projeto em São Luís foi realizado no auditório da Faculdade Fama, no dia 26 de outubro, com a presença do cantor Nando Cordel, que brindou o público com belas canções musicais, e a presença do presidente e de diretores do Banco da Amazônia, sendo na ocasião feita a distribuição de vários kits do projeto a diversas escolas municipais e estaduais.

Se o internauta desejar conhecer Nando Cordel e seus trabalhos musicais pode acessar o artigo:  Nando Cordel – Especial (som e vídeo),  ou acessar o “site”                      

Bibliografia:
Projeto “A Terra é nossa casa”

Jc.
S.Luis, 30/10/2011
Refeito em 23/02/2014

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

A DÉCADA PETISTA NO GOVERNO, É A DÉCADA DA FALÁCIA

  



Na democracia, cabe á imprensa informar o país sobre os fatos. São eles que nos permitem distinguir as questões verdadeiras, urgentes e relevantes, daquelas que são da alçada do “Ministério dos Falsos Problemas”.

Marco Antônio Villa, historiador e autor de um livro sobre os dez anos do PT no poder, diz que os êxitos do partido são menores que a propaganda faz crer e que o Brasil é um país de miseráveis. Ele é uma exceção na academia. Ao contrário da maioria de seus pares nas ciências humanas, Villa é um crítico duro das práticas do PT e dos governos petistas. Na entrevista concedida à revista Época, edição de 2/12/2013, Villa critica a gestão econômica do PT,  analisa a prisão dos mensaleiros e critica o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, por ele ter sido contra a abertura do  processo de impeachment contra Lula, em 2005. Vamos à entrevista.

Época – Em seu livro, o senhor chama os primeiros dez anos do PT no poder, entre 2003 e 2012, de “década perdida”. Por quê?

Marcos – Nesses dez anos, o Brasil perdeu uma oportunidade histórica de dar um grande salto. Não só em termos de crescimento econômico, que foi muito baixo nos governos petistas, como também para enfrentar os graves problemas sociais do país. Pela primeira vez na história, tivemos a chance de combinar uma alta taxa de crescimento com um regime de liberdade democrática plena. Até a explosão financeira, no final de 2008, as condições externas eram favoráveis. A China crescia dois dígitos por ano. Puxava o preço das commodities e gerava uma renda extra ao país, um dos maiores exportadores mundiais de alimentos e minérios. Em vez de aproveitar o momento, a partir da âncora criada nos anos 1990, com a queda da inflação e a estabilidade fiscal e monetária, o governo abriu o baú da história. Desenterrou velhas leituras econômicas, um keinesianismo cheirando a naftalina, e ideias de presença do Estado na economia cheias de teias de aranha, dos tempos do governo Geisel. Nos anos 1980, que tiveram um alto custa para o país. Provavelmente, os três primeiros anos do governo Dilma estarão entre os piores da história econômica brasileira, e a perspectiva de melhora no curto prazo é baixa.

Época – Nos dez anos do PT no poder a renda da população subiu,

o emprego aumentou, a classe média se tornou maioria, e a economia teve grandes picos de crescimento no governo Lula. Faz sentido falar em década perdida?

Marcos – Os êxitos do PT são bem menores do que se propala por aí. Eles são repetidos de forma tão sistemática e tão eficaz, sem nenhuma resistência da oposição, infelizmente, que acabam por adquirir um manto de verdade.  Em 2009, houve uma recessão. Em 2010, o Brasil cresceu 7.5%, mas a partir de uma base muito baixa. Nos outros anos, o crescimento foi relativamente tímido. Em média, o Brasil cresceu menos que a América Latina e os países emergentes nesse período. Os argumentos do governo, de que a classe média se tornou maioria no país, são totalmente falaciosos. Classe média não mora em favela nem ganha dois ou três salários mínimos, ou até menos que isso por mês. Aconteceu é que o PT – como se fosse o Ministério da Verdade, do livro “1984 de George Orwell” – começou a criar novas categorias econômicas para dar êxito a um governo que é um fracasso. Ele inventou uma nova classe C, que seria outra classe média, diferente da classe média tradicional, e construiu a ideia de que o Brasil é um país de classe média. Não é. É um país de classe pobre.

Época – O Bolsa Família não é uma saída para reduzir a miséria no país? Esse crédito não deveria ser dado ao governo petista?

Marcos – Ninguém discorda de que precisa haver programas assistenciais, mas não só para a população não morrer de fome. É  preciso criar meios para enfrentar a miséria e a pobreza. Não meios que as petrifiquem, como os programas do PT. O governo gasta 0,5% do PIB com o Bolsa Família, mas não consegue melhorar a vida das pessoas. Enquanto isso, metade do país não tem saneamento básico, a situação da infraestrutura é lamentável, e o analfabetismo funcional e real não para de subir.

Época – No livro, o senhor dedica um bom espaço aos casos de corrupção, falando mensalão, e diz que o PT não combateu a corrupção. Só aconteceram coisas ruins nesses dez anos?

Marcos – Como historiador, não tenho culpa de que o volume de casos de corrupção tenha sido o maior da história republicana do Brasil.  Nunca antes na história deste país, houve tanta corrupção

como na década petista. Gostaria que não fosse assim, mas a sucessão de escândalos nos ministérios, de desvios de recursos, nos dois governos Lula e no governo Dilma, é um recorde. A década petista é a década do discurso, a década da falácia. Não há realização material. Diga-me, que grande obra pública foi construída nesses dez anos? Que usina hidroelétrica foi construída nesses dez anos? Nenhuma. A transposição do Rio São Francisco até hoje, um fracasso. Estradas, fracasso. Ferrovias, fracasso. Portos, fracasso. Aeroportos, fracasso. Há apenas a construção de estádios de futebol, deixando a saúde, a educação e a segurança a mingua  e não resolvem os problemas sociais. O PT é muito bom no palanque, mas um péssimo gestor da economia.

Época – Como o senhor explica, então, os altos índices de popularidade de Dilma nas pesquisas?

Marcos – Essas pesquisas não servem para nada, pois não permitem a compreensão da realidade, até pela forma como as perguntas são feitas pelos institutos de pesquisa e respondidas pelos entrevistados. As pesquisas dão apenas uma noção de como as pessoas veem o debate político. Mesmo tendo uma parcela de muitos eleitores, o PT nunca venceu uma eleição presidencial no primeiro turno. Em 2002, quando era oposição, ganhou no segundo turno. Em 2006 e 2010, quando era governo, idem. Em 2010, até uma semana antes do pleito, diziam que Dilma teria 54% dos votos no primeiro turno e teve apenas 46% Sempre há uma superavaliação da popularidade do governo do PT. Em 2010, apesar da derrota, a oposição recebeu 44% dos votos no segundo turno, sem existir verdadeiramente uma oposição, igual ao PT quando estava nessa condição.

Época – Em sua opinião, o que levou o PT a ganhar três eleições seguidas?

Marcos – Com o programa “Bolsa Família” e o “Bolsa Empresário”, bancado pelo BNDES, o PT estabeleceu uma sólida aliança entre a base da pirâmide e o grande capital. Levando em conta que o Bolsa Família tem 13.5 milhões de famílias cadastradas, e cada família tendo, no mínimo, três eleitores,  o pai a mãe e um filho com mais de 16 anos, só aí são 50 milhões de pessoas. O equivalente a quase um terço do eleitorado.  Ao mesmo tempo, o governo se aliou aos industriais,  os proprietários de terra, as construtoras e o setor mineral. Virou um instrumento de enorme eficácia o BNDES para financiar essa aliança entre o PT e o grande capital. Essa aliança na base da pirâmide e no topo alcançou tal solidez que, hoje, é muito difícil rompê-la. A oposição não consegue entender que essa  estrutura precisa ser rompida, mas a posição não sabe fazer política. Quer chegar ao poder sem fazer uma oposição verdadeira. Não foi por acaso, que foi derrotada nas eleições de 2002, 2006 e 2010. Se ela não se arregimentar, será derrotada em 2014.

Época – A que o senhor atribui essa fragilidade da oposição?

Marcos – De um lado o PSDB, o principal partido da oposição, não é um partido de fato. Está na oposição, mas não é oposição. É curioso, no populismo, o símbolo maior da oposição era a UDN, e nos tempos mais recentes, o PT. Qualquer oposição age sempre e  diuturnamente criticando a inércia ou a falta de atitude do governo, buscando uma aproximação com a sociedade, pensando sempre na próxima eleição, como fazia o PT na época de Fernando Henrique. O PSDB não age assim.  A impressão que se tem é que o PSDB se sente constrangido de ser oposição e parece que executa essa tarefa com desagrado. A oposição tem que ser agressiva e atuante. Quando o governo apresentar seus projetos, a oposição tem de se levantar e falar do que está errado, como se vê nos parlamentos da Inglaterra, da França, de Portugal e nos Estados Unidos.

Época – No livro, o senhor diz que o ex-presidente Fernando Henrique cometeu um erro ao ser contra o impeachment de Lula em 2005, para investigar sua participação no mensalão. Por quê?

Marcos – Para mim, Lula é o réu oculto do mensalão. Ele tinha ciência de tudo aquilo e chegou a ter até dois encontros com Marco Valério. Pode não ter participado da organização do esquema, mas é culpado por ser o principal favorecido. Na estrutura do PT, o chefe da quadrilha, José Dirceu, não faria aquilo sem a concordância de Lula. O que fez então Fernando Henrique? Saiu dizendo que um processo de impeachment de Lula criaria uma crise institucional que afetaria a economia e o crescimento do país. Essa é uma dívida que ele tem com o povo brasileiro. No momento em que o PT estava nas cordas, em vez de leva-lo a nocaute, como o PT faria se estivesse do outro lado, o que o PSDB fez por meio do seu principal líder, foi deixar Lula sangrando na arena, acreditando que nas eleições de 2006 o nocautearia facilmente. A oposição teve medo,

e esse medo é que deu combustível para que o PT virasse o jogo, estabelecendo uma aliança sólida com o PMDB e outros partidos e criasse o novo Lula, no último ano do seu primeiro governo, possibilitando não só a sua reeleição como a continuação do PT no governo,  apoiando e elegendo a Dilma.

=     =    =

Guilherme Fiuza em seu artigo na revista Época de 16/11/2013, diz: O Brasil está atrapalhando o comitê do PT no Palácio do Planalto, mas isso não ficará assim porque a presidente Dilma Rousseff já reagiu falando grosso. Diante da recomendação para embargo de sete obras federais, por superfaturamento e outras fraudes, Dilma refutou dizendo: “Acho um absurdo parar obra”.  Se Dilma estivesse reformando sua casa, e os encarregados da obra começassem a enfiar a mão no bolso dela, será que ela também acharia absurdo parar a construção? Mas é totalmente diferente, porque o dinheiro público, como se sabe, não é de ninguém. Agora, com o populismo profissional se aproximando de 12 anos no poder, o dinheiro público tem dono: é do PT e as obras fraudadas não podem parar, porque fazem parte da propaganda de campanha para 2014. Sabendo-se que a taxa de investimento é uma das mais baixas entre os emergentes, chega-se à constatação cristalina: As riquezas do país sustentam a formidável máquina de Dilma, seus 40 ministérios e seu arsenal de caridades. Essa é a fórmula infalível para que a permanência do PT no poder seja eterna, enquanto dure o dinheiro dos contribuintes. . .

Enquanto essa situação perdurar, o Brasil  em Educação, está na rabeira do mundo, ocupando o 57º lugar, no percentual de alunos com aprendizado em português, matemáticas e ciências; e nos corredores da morte nos hospitais, faltam leitos, roupas, remédios, enfermeiros, médicos, anestesistas e também falta vergonha dos nossos dirigentes, isto é constatado em outros artigos nesta mesma edição da revista Época.

Fonte:

Revista Época nº 812

+ Acréscimos


Jc.

São Luís, 10/01/2014

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

A FÉ, UM REMÉDIO IDEAL




 
Não é milagre! A ciência começa a explicar por que ela ajuda a prevenir e vencer doenças, do infarto até o câncer.  Diante de uma porção de evidências, a medicina reconhece, afinal, que a espiritualidade ajuda a prevenir e vencer doenças; acelera mesmo a recuperação e dá forças para viver mais e melhor.

Não importa sua crença: ao que tudo indica, participar de cultos e encontros religiosos é, de fato, uma das fórmulas mais eficazes de reforçar a espiritualidade e colher suas vantagens, beneficiando o corpo. A constatação vem de um trabalho da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, com foco em muitos ritos brasileiros. Segundo os autores, a participação ativa dá mais controle sobre os desafios da existência, estejam eles ligados à saúde ou não.

A ciência já decifrou certos efeitos fisiológicos da espiritualidade.

Sistema nervoso  Pessoas que creem em algo maior e são altruístas tendem a apresentar cargas extras de neurotransmissores que respondem pelo bem-estar.

Imunidade  A espiritualidade potencializa a ação das células de defesa, reduzindo os riscos de infecções virais e bacterianas, além de ajudar a enfrentar o câncer.

Inflamação  Estudos mostram que pessoas religiosas possuem menos moléculas inflamatórias trafegando nos vasos, o que afasta infartos, tumores e outros problemas.

 Código Genético Ter e exercer a fé tornaria mais vagaroso o processo de encurtamento dos telômeros (as extremidades dos cromossomos), que leva ao envelhecimento.

Espiritualidade versos religiosidade Esses termos não são sinônimos e ainda há muito debate sobre suas definições. “A espiritualidade é a busca pessoal para entender questões como o sentido da vida e as relações com o sagrado e o transcendente, e isso pode ou não depender de práticas religiosas”, diz Sissy Fontes, expert  em espiritualidade e medicina da Unifesp. “Já a religiosidade consiste em seguir uma doutrina e a frequência com que se reza e se participa de eventos e rituais, em templos ou mesmo em casa”.

 A fé que vem de outro Um tema que ainda intriga os pesquisadores

é se (e quanto) funcionam as orações á distância, isto é, se a reza ou os pensamentos positivos de parentes ou até de desconhecidos ajudariam a melhorar o problema de um doente. “Um estudo com infartados recém-chegados à UTI demonstrou que pessoas contempladas nas preces de um grupo tinham menos complicações. Seria uma forma de interferência positiva, mas o paciente precisa estar aberto a receber essa ajuda e ele mesmo desenvolver a sua fé”, analisa Sissy Fontes. Mas como explicar o efeito dessa prece á distância? Com a palavra á física quântica.

O lado negro da força A religiosidade, por outro lado, pode, sim, atrapalhar o estado de saúde e a recuperação de uma doença. Isso acontece, em geral, por três razões: 1ª Encarar os problemas apenas como castigos divinos, o que abala a expectativa de melhora. 2ª Algumas religiões têm regras mais duras, capazes de gerar estresse. Não é atoa que doutrinas punitivas ou fanáticas já estão associadas a um aumento da pressão arterial. 3ª Ter uma atitude passiva e largar tudo nas mãos de um ser superior, negligenciando inclusive as prescrições médicas. “Espiritualidade e tratamento convencional devem sempre estar juntos”, ressalta o psicólogo Esdras Vasconcelos.

Espiritualidade na faculdade Considerar as crenças do paciente dentro do consultório exige que o profissional de saúde esteja apto a lidar com isso. Esse é um hábito que ainda é exceção no Brasil e que encontra certa resistência da própria classe médica. “Essa visão é fruto da falta de treinamento e abordagem do tema na universidade”, avalia Harold Koenig. De acordo com uma pesquisa da Unifesp, apenas 10% das faculdades de medicina nacionais têm cursos específicos sobre espiritualidade e bem-estar, e 40% tratam isso pelo menos de forma indireta no currículo, enquanto nos Estados Unidos esse índice supera os 90%.

A educação religiosa desde a infância também resguardaria os jovens de caírem na tentação de usar e abusar das drogas. “Há indícios de que a espiritualidade estimula a porção frontal do cérebro, que responde pela nossa capacidade de controle”, comenta Moreira Almeida.

Diante dessa abundância de dados, é natural reconhecer que há uma correlação entre longevidade e existência espiritualizada. Só vai depender dos próprios profissionais de saúde. “É uma pena que existam ainda tantos especialistas considerando irrelevante esse assunto. Temos dados comprovando de que um médico mais sensível às questões espirituais do paciente favorece o seu tratamento”, analisa o psiquiatra Michael King, do University College London Medical School, na Inglaterra. “A ideia é visualizar se a pessoa possui uma crença, se a professa e a frequência com que faz isso. Não se trata de prescrever oração como se fosso remédio, mas, partindo do interesse do paciente, procurar uma forma de usar a espiritualidade a seu favor”, completa Lucchese.

O “Evangelho Segundo o Espiritismo” no seu capítulo XIX, com o título “A Fé Transporta Montanhas”, nos informa que o magnetismo é uma das maiores provas do poder da fé em ação; é pela fé que ele cura e produz esses fenômenos estranhos que, outrora, eram qualificados de milagres. Em certas pessoas, a fé parece de alguma sorte inata; uma centelha basta para desenvolvê-la. No “Novo Testamento”, em Mateus cap.8 vrs.5 a 13, encontramos a maior prova de fé. Um centurião se apresentou a Jesus, implorando: “Senhor, o meu criado jaz em casa, de cama, paralítico, sofrendo horrivelmente”. Jesus lhe disse: ”Eu irei curá-lo”. Mas o centurião respondeu: “Senhor, não sou digno de que entres em minha casa; mas apenas manda com uma palavra e o meu rapaz será curado”. Ouvindo isto, admirou-se Jesus e disse aos que o seguiam: “Em verdade vos afirmo que nem mesmo em Israel achei fé como esta”. Então disse Jesus ao centurião: “Vai-te, e seja feito conforme a tua fé”. E naquela mesma hora, o servo foi curado.

Esta passagem representa a fé que vem de longe. Jesus não precisou ir até a casa do centurião, para realizar a cura do doente. Assim também com fé, nós podemos pedir pelos que se encontram enfermos ou necessitados de um amparo espiritual, estejam perto ou longe, o importante é a nossa fé inabalável e consistente. Para maiores esclarecimentos, acessem o artigo “A Fé Consistente”.

Fonte:

Revista “Saúde é Vital” – 12/2013

Evangelho – Novo Testamento

+ Pequenas modificações

 

Jc.

São Luís, 22/12/2013