sábado, 16 de julho de 2016

O PODER, A AUTORIDADE E O EVANGELHO





“Quem quer que seja  depositário de autoridade, seja qual for a sua extensão, desde a do senhor sobre seu servo, até a do presidente sobre o seu povo, não deve esquecer que tem almas a seu cargo e que responderá pela boa ou má diretriz que dê aos seus subordinados, e que sobre ele recairão as faltas que estes cometam, os vícios a que sejam arrastados em consequências dos maus exemplos, do mesmo modo que colherá os frutos da solicitude que empregar para os conduzir ao bem...”       Kardec
O poder e a autoridade em todos os tempos da história humana foram e sempre serão objetos de muitos estudos, reflexões constantes, pois o exercício de chefia, de comando, em todas as possíveis esferas comunitárias e sociais, tem grande impacto sobre as existências dos grupos humanos, que não prescindem de ordem, de coordenação e direção nas ações que repercutem sobre os destinos destas mesmas coletividades.
O trecho inicialmente destacado aponta para a grave e atual responsabilidade a que todos estamos sujeitos pelo bom ou mau uso que da autoridade fizermos. Não podemos nos esquecer de que somos depositários de autoridade material na Terra e que, em sentido absoluto, toda autoridade do Universo provém de Deus.
Allan Kardec, no livro “Obras Póstumas”, faz uma abordagem lúcida  sobre como o ser humano tem exercido a autoridade junto aos seus semelhantes:  “Em nenhum tempo, nem no seio de nenhum povo, os homens em sociedade , hão podido prescindir de chefes; com estes deparamos nas tribos mais selvagens. Isto decorre em razão da diversidade das aptidões e dos caracteres inerentes à espécie humana; há por toda parte homens incapazes, que precisam ser dirigidos, homens fracos que reclamam proteção, paixões que exigem repressão. Daí a necessidade imperiosa de uma autoridade.”
Na mesma obra, Kardec diz ainda que vão sendo construidas na evolução dos grupos humanos, oriundas inicialmente pela autoridade da experiência dos anciãos, a aristocracia patriarcal. Posteriormente, conhecemos novos grupos hegemônicos pela imposição da força, e eis aí o aparecimento da aristocracia da força bruta. Originária  das  classes já  estabelecidas pelo uso da força, aparece a aristocracia do nascimento. Com o crescimento da atividade comercial, aparece na história outro grupamento de poder; a aristocracia do dinheiro que também propiciou o aparecimento de outra aristocracia, a da inteligência que vigora até os nossos dias, vinculadas a outras aristocracias.
O problema é que, infelizmente, temos buscado a autoridade, muitas das vezes, para a satisfação exclusiva do nosso ego doentio, vaidoso, orgulhoso, o qual anseia pela investidura do poder para conferir-nos posição privilegiada no uso da autoridade.
Kardec afirma ainda que a aristocracia intelecto-moral entrará em vigor na Terra por necessidade mesmo das coisas e da evolução do ser humano que não logrará equilíbrio, justiça e paz, sem as aquisições verdadeiras advindas do bom uso da inteligência a favor do bem-estar coletivo em detrimento de castas, grupos ou indivíduos isoladamente.
Na experiência humana o ato político, as atribuições de autoridade, não são prerrogativas exclusivas dos representantes dos poderes públicos humanos, poderes esses do Judiciário, Legislativo e Executivo, em todas as suas instâncias constituídas. Em sentido mais amplo, somos todos agentes de poder, e exercemos posições de comando e de subordinação na medida em que estabelecemos relações e necessitamos regular e mediar os mais variados  interesses. Fazemos isto nas mais comezinhas situações do nosso cotidiano e nem percebemos o quanto esses atos obedecem a princípios que também se repetem em níveis mais complexos.
Na verdade as ações nefastas ou benéficas que agentes do poder da esfera social e formal pública produzem são reflexos dos seus valores, de sua formação, de sua educação e de seus gestos na esfera do ambiente doméstico, onde todos, invariavelmente, procedemos e ensaiamos para as produções que se realizam no campo das interações sociais. Na atualidade contemporânea, diante das lamentáveis constatações dos descasos, das faltas de responsabilidades, da corrupção e impunidade, e de tantos outros crimes protagonizados por agentes públicos que maculam e atinge toda a sociedade, não bastam apenas as manifestações legitimas de repúdio, de indignação e do acionamento dos instrumentos  legais cabíveis disponíveis, para que se combatam os efeitos danosos. Reformular processos e instrumentos legais de ação da justiça e também dos instrumentos de controle e fiscalização são indispensáveis, contudo, apenas alcançam e tratam dos efeitos.
Fundamental, forjarmos a necessidade de buscar a origem dos  motivos que levam tantas pessoas, na alternância do poderes, a repetidamente lesarem de forma direta e indireta, os cidadãos, aos quais deveriam representar e bem servir. O melhoramento das instituições passa necessariamente pela melhora moral das pessoas. Instituições sérias e de boas práticas de conduta só o serão com pessoas sérias e de boa conduta ilibada. A força e o vigor dessas instituições, promanam de seus agentes. Entendemos que é um grande equívoco pensar que, apenas os representantes de altas hierarquias dos poderes públicos constituídos, são os únicos que podem modificar e alterar os cenários desfavoráveis aos quais estamos todos expostos. Obviamente, esses senhores têm grande responsabilidade e devem sempre responder pelos seus atos de forma proporcional ao seu poder de atuação.
Acreditamos, por vezes, equivocadamente, que nossa esfera limitada de ação não fará nenhuma ou pouca diferença no cenário  coletivo. Estamos subestimando nossa capacidade de influenciar positivamente uns aos outros nas ações rotineiras da vida familiar e social. Esquecemos que o administrador público honrado, o magistrado equânime, o legislador honesto e sensato, passaram pela influência direta de pais, de familiares, professoras, orientadores, amigos, colegas... Todos nós somos responsáveis pelos exemplos, pelo uso da força de nossas convicções que oferecemos uns aos outros.
Se é verdade que os exemplos de violência, de corrupção, de impunidade, de injustiça, de desumanidade, nos afetam e estabelecem correntes de potencial multiplicador, também é verdade que o oposto, de honestidade e de moral elevada, é igualmente verdadeiro. Gestos autênticos de paz, de honradez, de altruísmo, de justiça e de amor, podem mudar a ação de quantos forem alcançados por eles.
Admitindo cada um, suas próprias limitações e imperfeições e procurando manter o foco em objetivos mais comuns e menos particulares, cremos que estabeleceremos bases mais sólidas para a construção de pontes em terrenos distintos, por vezes áridos, inóspitos, ao invés da sistemática atual, que tem arregimentado  esforços muito mais na criação de situações de acusações, onde a preocupação com quem tem ou não tem razão, acaba no vazio das discussões estéreis...  Entendemos que o momento atual não deve comportar  apenas  as  indignações  e  acusações  intermináveis.  
É preciso o esforço pessoal de realizar o melhor, o certo, o justo, não apenas para nós, mas para os outros, ajustando nossa ação, dilatando as possibilidades de serviço para o bem comum e reduzindo a carga de lamúrias e queixumes desagradáveis. Devemos assumir que todos, indistintamente, somos responsáveis, cada um com a sua parcela, pela melhoria do meio em que vivemos. O exercício da cidadania pede conciliação, construção coletiva,  contribuição, participação, diálogo, respeito e não somente direitos, mas deveres de todos para com todos. A amorosidade no exercício da reeducação dos próprios sentimentos deve estar em todos os processos de enfrentamento de todos os males oriundos do egoísmo e do orgulho humano.
A Doutrina dos Espíritos resgatando  a pureza dos ensinamentos de Jesus e dilatando a compreensão da existência material do Espírito em jornada evolutiva de aprimoramento é um valioso instrumento para que a aristocracia  do mundo atual e futuro, seja baseada nos princípios de iluminação do raciocínio pelas claridades dos corações, já restaurados  pela mensagem de amor que se estabelecerá no mundo em regeneração que se aproxima.

Fonte:
Jornal “Brasília Espírita” – 5-6/1016
Autor: Maurício Curi
+ Pequenas modificações.

Jc.
São Luís, 28/5/2016

DIFICULDADES E COMPORTAMENTO




As dificuldades de todos os dias, as lutas pela sobrevivência, a violência, os vícios, são sérios problemas para os seres humanos, que não conseguem manter a estabilidade emocional e mental. Muitos se deixam levar pela tristeza, pelo pessimismo, pelo desânimo, pela agressividade e outras reações negativas que desencadeiam sofrimentos e depressões que repercutem na ordem física e espiritual, trazendo sérios problemas de saúde.

Daniel Goleman, escritor da obra “Inteligência Emocional”, comenta que nos países modernos há uma tendência para o individualismo exacerbado que, por sua vez, acarreta uma competitividade cada vez maior entre as pessoas. Essa visão do mundo traz consigo o isolamento, a deterioração das relações sociais e a lenta desagregação da vida em família e em comunidade. Os frutos desse estado de coisas aparecem no aumento crescente dos índices de criminalidade, de suicídios, abusos de drogas e o enfraquecimento dos laços de família.  Ele propõe como remédio para debelar esses sintomas da doença social, o desenvolvimento da inteligência emocional... Ele poderia na sua proposta ter ido além, se conhecesse os ensinos da Doutrina dos Espíritos.

Não podemos entender os problemas de hoje se não se tem em mente que, boa parte deles tem muita relação com nosso estado de evolução espiritual. Muitos foram criados em existências passadas. Os medicamentos mais usados em nossos dias são os tranqüilizantes, e isso demonstra que algo não está bem nas criaturas. A mediunidade, porta de contato com o Mundo Espiritual, e que deveria ser de amparo para um comportamento seguro, está sendo invadida, nesta fase de transição, por espíritos rebeldes, desajustados e agressivos. Por que isso está acontecendo? – Porque cultivando uma visão deformada da realidade, perseguindo uma felicidade em termos de realização humana no campo da ambição por posses terrenas e poder, limitando seus interesses à existência material, o ser humano situa-se num padrão vibratório de baixa qualidade, colocando-se à mercê e sob as ordens desses marginais da Espiritualidade.

Os tranqüilizantes ajudam; o passe e a água fluidificada, aplicados na Casa Espírita, bem como o socorro dos amigos espirituais, são excelentes auxílios.  Porém, o problema fundamental de nosso ajuste íntimo, raiz de todas as perturbações que nos envolvem não pode ser resolvido apenas por estes meios. O remédio para esta doença pessoal está dentro de cada um de nós. O que acima de tudo deve interessar ao ser humano é o progresso espiritual, pois esta é a única finalidade da existência dos seres em todos os escalões e em todos os mundos. Isto não é fácil, mas esta é a luta inevitável, que depende de decisão, de vontade firme, de perseverança e também de muita fé.

A reunião de espíritos, quase sempre diferentes, moral e intelectualmente, em uma família, agrupados num mesmo lar, é providência tomada por força de acordos efetuados na espiritualidade antes da encarnação e compromissos assumidos no plano espiritual, e servem para resgates de débitos, desenvolvimento da capacidade de se harmonizar com os semelhantes e de afinidade entre os participantes, sendo a consangüinidade, complemento para maior facilidade de aceitação. Muitas pessoas aceitam desculpar, tolerar, aturar, ajudar e perdoar outras pessoas, porque fazem parte da nossa família; caso contrário, ou seja, se não fosse do nosso sangue, partiríamos em revide, em vingança, agravando a presente existência e prejudicando nossa evolução. Além da família, devemos selecionar nossas amizades. Uma só ovelha põe o rebanho a perder. Uma gota de tinta preta mancha a água pura de um vaso. Selecionar, portanto, pelas condições morais e conservar somente as amizades que forem convenientes e agradáveis. Preferir as companhias das pessoas de bons costumes e bons sentimentos, sem distinção de cor, classe social ou riqueza; que possuam idéias pacíficas e construtivas.

Pessoas cujas conversas são tendenciosas, maliciosas, maledicentes, empregando anedotas grosseiras e imorais ou palavrões, tudo isso indica sentimento inferior, maus costumes, maus instintos; devemos dispensar a companhia dessas pessoas. É claro que não se trata de desprezar, negar auxílio, fugir ao dever da caridade, mas simplesmente não manter intimidade, convivência, relações afetivas e sociais. Cada um de nós ocupa na sociedade o lugar que nos é próprio, segundo nosso merecimento, nossas qualidades e, sobretudo, segundo o programa de nossa atual existência. Mesmo que a companhia seja de pessoa de posição social elevada ou de prestígio, não nos servirá quando espiritualmente demonstre caráter inferior, sentimentos baixos, mundanos e egoístas, porque na certa irá exercer sobre nós alguma influência perniciosa.

Outro ponto de nosso comportamento refere-se à solidariedade. Pelo uso criterioso do seu livre-arbítrio, o ser humano pode apressar ou retardar sua evolução; provocar ascensão ou estacionar, obter triunfos ou derrotas. Todos nós somos células da coletividade universal e nossos atos, bons ou maus, sobre essa coletividade se refletem, assim como ocorre com as células do corpo físico, que se refletem no metabolismo geral, beneficiando ou prejudicando o funcionamento do corpo. Todos concorrem duma forma ou de outra, à movimentação da vida social coletiva e, dessa solidariedade e dependência, se beneficiam direta ou indiretamente. Não se move o ser humano, nem dá um passo em qualquer sentido, que não dê ou não receba algo desse organismo social.

Tudo o que temos hoje, de que necessitamos para viver, representa o trabalho dos que nos antecederam, somado ao nosso e o trabalho dos nossos semelhantes, no passado e no presente. A geração de hoje, usufrui o esforço e o trabalho acumulado de todas as gerações antecedentes, e, juntando o esforço de todos, à geração seguinte herda o patrimônio social assim enriquecido por todos. Observemos o panorama geral do mundo em que vivemos; o espetáculo é impressionante. Por toda parte vemos seres humanos se movimentando nas cidades; nos campos, na terra, nos rios e mares, no ar, num esforço, não percebidos, de beneficiar a todos, buscando de forma direta ou indireta, a satisfação de seus próprios interesses que, por fim, se reverte sempre em benefício da sociedade.

Imaginemos apenas como exemplo, um pescador: - Ele vai ao mar no propósito de pescar os peixes que lhe darão vantagem financeira, porém esse pescado vai beneficiar muitas pessoas que necessitam de alimento, enquanto ele próprio vai depender de muitas outras coisas realizadas por outras pessoas. Exemplo: o padeiro que faz o pão, o usineiro ou o cortador de cana que proporciona o açúcar, o fazendeiro que planta o café, e de muitos outros, principalmente de Deus, que faz germinar a semente, o crescimento, a floração e a frutificação.

Nas sociedades futuras, quando a Terra já estiver em novo estágio evolutivo, o trabalho visará conscientemente o bem coletivo, a exemplo de certas tribos de índios, onde tudo é dividido igualmente com todos. Assim, pois, é evidente que devemos realizar as tarefas que trouxemos ao encarnar, visando o bem comum e não apenas a nossa satisfação particular. Se a vida coletiva for representada por um vaso contendo um pouco de água lodosa e impura, e, se todos para esse vaso trouxerem água limpa, ver-se-á que a água impura irá clareando aos poucos até transformar-se em água saudável. Mesmo nas atividades mais simples, a regra é a mesma; o bem comum.  Assim procedendo, estaremos evitando dificuldades no nosso dia-a-dia e resguardando o nosso comportamento das influências negativas, que prejudicam o nosso esforço custoso e demorado de reforma íntima, indispensável ao nosso progresso espiritual.

Devemos simplificar nossa existência profissional, organizando o trabalho e fazendo tudo com calma e boa vontade, dentro de uma programação. Separar as tarefas do dia: primeiro as mais importantes e, dessas, as mais urgentes, depois as demais. Simplificar também as nossas relações familiares e sociais, superando ressentimentos, mágoas, irritações, animosidades, respeitando e cuidando do nosso corpo como um vaso sagrado que nos foi confiado por Deus, e respeitando o semelhante como nosso irmão; estabelecendo relações afetivas com base no desprendimento e na sinceridade, respeitando os sentimentos alheios sem complicar o nosso destino. Simplificar, enfim, nossa existência, sabendo que estamos na Terra de passagem; nossa meta é a Espiritualidade; a existência na Terra serve como um meio para a nossa renovação espiritual.

Devemos estar cientes de que, quando Deus nos concede bens materiais, para nos ajudar e atender nossos pedidos, estamos na condição de devedores ou usufrutuários, e não como donos. Pelo fato de Deus ter permitido termos uma empresa, uma boa casa, um carro do ano ou uma conta bancária com bom saldo, temos que nos julgar superiores e tratar mal aqueles que nos servem ou que foram os colaboradores do nosso sucesso?  - Afinal, o que foi que trouxemos quando nascemos? – Nada. Jesus nos disse que não podemos ao mesmo tempo amar a Deus e ao dinheiro. Se amarmos a Deus, respeitando as leis divinas, o resto, família, empresa, emprego, casa, dinheiro, cultura, saúde e bem estar...  são as consequências do amor e respeito a Deus.

Quando chegamos ao mundo, o encontramos aberto às nossas necessidades e devemos deixá-lo quando partirmos, em melhores condições, para nossos filhos, nossos netos, e até para nós mesmos, se aqui reencarnarmos. Se assim não fizermos, nossa conta-corrente na Espiritualidade ficará negativa e teremos que resgatar esse débito no futuro. Devemos exercer princípios religiosos e éticos no nosso ambiente de trabalho, respeitando uns aos outros, sem ser fanático ou radical. Existem pessoas que, em nome da empresa ou do serviço, esquecem a família, as amizades, o lazer, até os cuidados com a saúde, preocupadas apenas com a possibilidade de juntar mais bens materiais, que no final não seguem com elas para além do túmulo.  Outras pessoas confundem o sucesso com a riqueza ou o poder. Diz um antigo provérbio: “Não há nada de nobre em ser rico ou ter poder sobre outras pessoas. A verdadeira nobreza está em ser superior ao que se era anteriormente”.

O dinheiro foi proporcionado por Deus, e pode ser tirado em qualquer tempo. Não é para o ser humano ficar escravo dele, mas para que faça bom uso dele e tenha momentos de felicidade, pois ninguém é completamente feliz aqui na Terra. O ideal é que o dinheiro nos beneficie e também a coletividade e, como energia quando movimentado, gera empregos, cria salários, aumenta o progresso. Porém, guardado, parado, pode ser consumido pelas traças, roubado pelos ladrões, transformado em ferrugem e perder seu valor pelo tempo.

Evitemos as vantagens somente para nós, porquanto tudo aquilo que retivermos a mais para nós, no sentido de satisfazer nossas vaidades ou supérfluos, estará faltando a outros que necessitam do indispensável para sobreviver. Tenhamos bom ânimo e coragem para vencermos todas as dificuldades, todos os problemas que se nos apresentarem. Logo que o sol desponte, saudemos o novo dia com uma oração ao Pai Celestial, levantando-nos também e iniciando nova jornada, com o propósito de ajudar a todos e de cumprir com boa vontade todas as nossas obrigações, para que ao final do dia a nossa consciência esteja tranqüila, por havermos cumprido com nosso dever. Caminhemos resolutos no propósito do progresso, enfrentando as dificuldades, como degraus, para a nossa evolução espiritual.

Procuremos viver com equilíbrio, mesmo dentro da agitação diária, sem nos deixar levar pela onda pessimista e desordenada que envolve a sociedade. Caminhemos confiantes em Deus e certos de que venceremos, por maiores que sejam as dificuldades. Lembremo-nos de que cada companheiro de jornada é um irmão que nos ajuda, direta ou indiretamente, e a quem precisamos também ajudar. Há dois tipos de comportamentos: aqueles que fazem, e o daqueles outros que ficam apontando os erros. Façamos parte do grupo que trabalha confiante em Deus e sem aguardar aplausos, temer pedradas, com o objetivo superior de ser útil a nós mesmos e ao nosso próximo, beneficiando a todos e também à própria Terra, que nos acolhe bondosamente, nos possibilitando a existência e a evolução.

Um gesto pequenino, uma ação que julgamos insignificante pode melhorar muito o ambiente em que nos encontramos; elevar o entusiasmo de quem está desanimado; reanimar aquele que está desiludido; erguer aquele que está caído pelas dificuldades da existência; um sorriso, uma palavra de conforto, uma oração de amparo, tudo pode melhorar a nossa situação como também a situação dos que vivem conosco neste planeta. Qualquer coisa que fizermos, por menor que seja, estamos contribuindo para diminuir as dificuldades, porque assim nos ensinou Jesus, e também pelo fato do mundo não ser um parque de diversão, mas um ambiente de trabalho, onde estamos para melhorar através do nosso comportamento voltado para a fraternidade, a paz e o amor.

Assim como Jesus, o ser humano é chamado a inúmeros testemunhos no decorrer da existência. No livro “Tormentos da Obsessão”, Manoel Philomeno Miranda, faz um paralelo entre os testemunhos de Jesus, em vários montes, e os montes de problemas e dificuldades que o ser humano enfrenta em sua trajetória de aprendizado na Terra: 1º- Jesus sobe o Monte Tabor e diz quem é; se dá a conhecer aos seus apóstolos. O ser humano deve conhecer os objetivos a que dedicará sua existência;  2º- Quando Jesus sobe o Monte em que profere o “Sermão da Montanha” ou “Bem-aventuranças”, traça Ele o código moral a ser seguido por todos nós; a criatura deve traçar as linhas de comportamento para enfrentar as dificuldades da existência;  3º- Jesus sobe o Monte das Oliveiras para em retiro, se harmonizar com o Pai Celestial;  o mesmo deve fazer o ser humano, recolhendo-se a meditação e a oração, para receber as bênçãos necessárias a enfrentar as dificuldades e sofrimentos;  4º- No Monte Gólgota, o Mestre coroando seus ensinamentos, exemplifica com os próprios sofrimentos; o ser humano deve fazê-lo também com abnegação e amor, até o momento final da sua existência terrena.

Todos nós temos as nossas lutas, mas só quem sabe vencê-las, sem pensar em desistir ou se abater diante das dificuldades, pode ser classificado como um verdadeiro e corajoso herói. Ante as dificuldades do caminho e as rudes provas de evolução, devemos nos resguardar na oração, na confiança em Deus, que certamente nos impedirá de resvalar no abismo da revolta e dos sofrimentos...

Dificuldades todos nós temos, hoje ou amanhã, e para nos livrarmos delas, precisamos ter um comportamento de aceitação, reflexão, enfrentamento, para que venha a solução dos problemas, com o amparo dos nossos entes queridos e também com a assistência do Pai Celestial. 


Que a Paz do Senhor reine em nossos corações.


Bibliografia:
Livro “Inteligência Emocional”
     “    “Tormentos da Obsessão”

Jc.
São Luís, 28/10/2008
Refeito em 8/6/2016  


quarta-feira, 6 de julho de 2016

NOSSOS FILHOS






  Quanto mais tratamos do assunto família, mais importante se torna que nos conscientizemos da responsabilidade da paternidade e da maternidade, para a evolução da espécie humana. Essa é a missão que aceitamos antes de reencarnar, para a qual nos preparamos com “cursos” no plano espiritual, alertando-nos sobre nossa responsabilidade. Recordemos que é nosso compromisso perante Deus, que nos confia outros filhos Seus para que os amparemos e os esclareçamos em sua jornada de aprendizagem e progresso. Assim, somos co-criadores junto ao Pai Celestial. Por isso “os deveres dos pais com relação aos filhos estão gravados na consciência”.

Dois seres se unem. Ligados pela afeição, formando o lar, garantindo os alicerces da família e da civilização. Através do casal estabelecido, funciona o princípio da reencarnação, consoante as Leis Divinas, possibilitando o trabalho executivo dos mais elevados programas de ação no Mundo Espiritual. Os benfeitores espirituais nos relatam constantemente que os filhos, necessitando “nascer” em nova existência no corpo físico e estão sempre cooperando de modo decisivo na aproximação dos futuros pais.

O espírito que aí vem nessa nova oportunidade de aprendizado e evolução, na condição de recém-nascido, ele é antigo, portanto já existia antes do momento da concepção, trazendo, portanto, uma herança psicológica de suas outras encarnações (existências), ou seja, sua própria personalidade, com aptidões e tendências, valores e dívidas adquiridas anteriormente. Daí que, renascendo numa mesma família, todos os filhos são diferentes “como os dedos da mão”; ligados entre si têm eles estágios evolutivos distintos e diferentes, com experiências diversas, que geram comportamentos desiguais...

Tomemos como exemplo, o desenvolver de uma criança chamada Lucius, hoje com 6 anos. Desde a mais tenra idade, ao começar a caminhar, tinha ele uma grande agitação. A mãe não conseguia mantê-lo quieto. Quando começou a ir para a escola, aos 3 anos, tinha a mãe muitas dificuldades com ele, devida à inquietude. Observava nele uma inteligência muito grande, falando corretamente, o que era difícil ver em outras crianças da idade dele ou mais velhas. O mais comum infelizmente são crianças que freqüentam as escolas públicas, falando “nós vai, nós foi”, e atualmente imitando os pais, trocarem o “nós” por “agente vai, agente foi”, etc. O Lucius não, ele falava num português que encantava. Outra virtude dele era o afeto; muito carinhoso e sempre a pedir desculpas por alguma traquinagem, nos abraçando e nos beijando como para corrigir o fato e nos pedir desculpas.

Começando o “pré-escolar”, com menos de 4 anos, a mãe foi chamada à escola por diversas vezes, porque as professoras queriam que o menino fosse levado para a neuropediatra. A professora disse para a mãe do Lucius, que não conseguia manter ele calmo, porque ele terminava a tarefa antes que os outros e aí ficava perturbando a aula. Isso demonstrava a evolução da criança e a professora queria tolhê-lo!  Que despreparo da professora!  A mãe respondeu para ela que, em vez de remédios, ela deveria aumentar a quantidade de atividades dele, já que ele acabava primeiro que os outros. Foi agindo assim que a professora pode resolver o problema. Sem desmerecer ninguém, a escolinha queria “tranquilizar” o aluno com remédio calmante.

Para melhorá-lo, a mãe passou a conversar com o filho durante o sono dele, falando-lhe baixinho e dizendo-lhe que ele precisava ficar mais tranquilo e mais calmo. Com essa atitude a mãe foi sendo vitoriosa, insistindo na disciplina e na educação dos seus instintos e dizendo-lhe que o amava muito. Hoje, com 9 anos, ele cuida do irmãozinho com tanto zelo que até parece o pai do bebê. O Heitor quando acorda já procura com os olhos o Lucius e fica muito feliz quando ouve a voz do irmão. Ao vermos o carinho e os cuidados do Lucius com o irmão, nós lhe dissemos: “Você cuida muito bem do seu irmãozinho”, e ele respondeu: “Cuido com amor e dou a minha vida por ele, se precisar”.

Essa é a dura realidade, atualmente. Mães chegando com os filhos, crianças de 3, 4 e 5 anos, aos consultórios médicos, dizendo que elas são agitadas, querendo que sejam tratadas com “calmantes” que a escola recomenda, porque eles não aguentam, devido às crianças não ficarem quietas. O que está faltando não são remédios, mas paciência, educação, amor e limites. . . Os psicólogos que analisam as crianças declaram que a maioria dos casos é apenas falta de disciplina, de limites, de amor. Problemas existem na família e na escola e não com as crianças.

Outro menino foi levado pela avó ao médico, pedindo que este desse um remédio para o menino que não parava sossegado; um menino de apenas 4 anos. O que estava acontecendo por trás desse problema? – O médico apurou, após conversar com a avó, que o pai o abandonou, a mãe é ausente, por trabalhar fora e, quando tem um tempo livre, sai com as amigas e não dá atenção e afeto para o menino, ficando este por conta da avó. Existem motivos para o menino estar agitado e a avó na ausência e na irresponsabilidade da mãe, apela para o remédio, que é mais cômodo do que agir educando. Há necessidade de disciplina, de exemplos, de educação e de carinho e amor.

O monge Agostinho, no “Evangelho Segundo o Espiritismo” nos recomenda: “Os vossos cuidados e a educação que lhes derdes, ajudarão no seu aperfeiçoamento e no seu bem-estar futuro. Lembrai-vos de que a cada pai e a cada mãe, Deus perguntará:  “Que fizestes do filho confiado à vossa guarda?” –  É nosso dever amar muito as nossas crianças e educá-las desde o berço, como nos é recomendado e muitos males serão evitados. Eduquemo-las para termos uma geração futura melhor, com afetividade, caráter nobre, honra e fraternidade. Não devemos confundir educação com instrução;  educação é transmitida pela família desde o nascimento, e é possível até em quem não tem instrução.  Já  a  instrução  adquirida  nas  escolas,   sem  a  educação  e  sem  os  sentimentos  de fraternidade e amor pode gerar mentes destruidoras.

Os espíritos que estão reencarnando na Terra, atualmente, na sua grande maioria são muito inteligentes, porém, muitos estão necessitados de aprender os sentimentos de humildade e amor, para vencerem o orgulho do conhecimento. Amor e educação são os medicamentos necessários para todos, em vez dos remédios que muitos pais usam sem necessidades. . .

Há filhos “companheiros”, afinados com seus pais, que encarnaram juntos visando crescerem em mútua cooperação, e há filhos “credores”, com os quais os pais têm que transformar e anular as dívidas do passado, mediante o trabalho de educação com amor. O lar é a valiosa e viva escola da alma. Reconduzido aos pais através do berço, o espírito vem humilde, pequenino, frágil, para aprender com eles, desde o período da gestação, pois está comprovado cientificamente que o feto já percebe sons, a palavra de paz, o gesto de carinho, do bem e do amor. Ao nascer ele vê nos pais as primeiras imagens da vida... Às vezes, mesmo sendo credores dos pais, não cobram as dívidas, graças ao esquecimento do passado e os desvelos dos genitores que o amparam no colo e nas mãos, para aprenderem os primeiros passos.

Nós, espíritas, já sabemos que o espírito, após seu nascimento no corpo físico, se encontra numa espécie de “dormência”, ligado muito mais ao mundo espiritual, até atingir os sete anos, quando se completa o processo reencarnatório.  Por conseguinte, nessa fase ele é muito sensível a influências, o que acontece ainda em menor intensidade até parte da adolescência. Daí o dever dos pais de serem educadores integrais, conduzindo seus filhos ao caminho da retidão, da ética cristã da fraternidade para com seus semelhantes, isto é, incutir-lhe bons sentimentos, aliados à noção de que são responsáveis por seus atos... Respeitando a individualidade de cada filho, corrigir-lhe os caprichos e as tendências inferiores, iluminando-lhe a estrada da existência através do esclarecimento lúcido e, principalmente, através dos exemplos edificantes. Nessa educação verdadeira, saber manter o equilíbrio, sem o exagero da disciplina nem da tolerância.

Nessa missão nenhum pai ou mãe pode alegar a impossibilidade de cumprir sua obrigação por falta de tempo. Como exemplo, lembramos o caso de um pai que, por trabalhar longe, saía de madrugada e só retornava tarde da noite para casa, só tendo possibilidade de estar com o filho, quando da sua folga de fim de semana. Normalmente, essa ausência poderia causar um baixo rendimento escolar no menino, entretanto, ao contrário, suas notas eram excelentes, o que levou a professora da escola a chamar o pai e com ele conversar.  Ele então lhe relatou que combinara com o filho que, toda noite ao chegar a casa, beijava o filho adormecido e dava um nó na ponta do lençol; assim, quando o filho despertava, sabia que o pai estivera junto dele, acariciando-o.  Sem dúvida que esse nó era um nó de afeto!

Qualquer criança necessita das referências dos adultos;  observa seus exemplos com mais atenção do que os conselhos e  precisa saber e compreender que há regras para o bem viver na existência. Necessita dos valores de respeito a si próprio e aos semelhantes e mais que isso, o futuro adulto deve ter nos pais, seus melhores amigos. Estes devem dar-lhe atenção, ouvir-lhe, exemplificar mais que proferir sermões ou castigar, falando-lhe ao sentimento e tratando-o com carinho, para o bom desempenho da missão. Só assim, teremos filhos, verdadeiramente companheiros e amigos e nossa tarefa terá sido compensada de êxito.

Lembremos sempre de que, antes de serem nossos filhos, eles são filhos primeiramente de Deus, assim como todos nós, que nos criou para o Amor e a Eternidade...



Bibliografia:
Jane Martins Vilela
+ acréscimos

Jc.

São Luís, 22/10/2010
Refeito em 7/6/2016

ALGUMAS ORIENTAÇÕES





 E S C O L H A S
“A nossa existência é uma questão de escolha...   Eu posso ser  um médico e curar muitas vidas;  ser um advogado e defender vidas; ser policial e proteger muitas vidas; eu posso ser um religioso e salvar muitas vidas... ou posso ser aquele que vai mudar a vida de alguém para sempre, com a minha atitude ou exemplo”.
DE   GRAÇA
As melhores coisas da nossa vida são sempre de graça...  abraços, amigos, amores, beijos, dormir, boas lembranças, família, risadas, sorrisos...
SUAS EMOÇÕES E SUAS ENFERMIDADES
Angústia;  adoece o estômago      Estresse;  adoece o coração
Medo;  adoece os rins                     Raiva;  adoece o fígado
Tristeza;  adoece os pulmões
H U M A N O S
Éramos todos humanos e irmãos, até que...  veio a raça e nos desligou;  a religião nos separou;  a política dos dividiu, e o dinheiro nos classificou...
ENFERMEIRA
Eu escolhi ser enfermeira para servir de instrumento das mãos de Deus...
CARACTERÍSTICAS  DO  INFARTO
O infarto ocorre quando o fluxo sanguíneo é interrompido por causa de um bloqueio ou entupimento das artérias e o coração deixa de receber o sangue oxigenado.
Sintomas  a- Dor nas costas, no peito e no pescoço; b- Dores nos braços, enjoo e dor no estômago; c- Falta de ar.                               A obstrução de uma artéria causa a morte de uma parte do coração, É a doença que atinge mais os homens na faixa etária de maior risco que é dos 40 anos em diante.  É a segunda causa de morte no Brasil. Os fatores de risco são: Colesterol, cigarro, depressão, diabete, histórico familiar, idade avançada.
L U P U S
Ganha aprovação no Brasil um medicamento biológico para conter essa doença autoimune que tem predileção por mulheres jovens e costuma afligir a pele, as articulações, os rins, entre outros órgãos. O remédio Belimumab, do laboratório GSK, promete revolucionar a luta contra o lúpus porque possibilita minimizar e, quem sabe, até zerar o uso de corticoides, as drogas normalmente empregadas no controle da doença.
“Embora ajude a controlar o problema, lançar mão de corticoides se assemelha a jogar uma bomba sobre uma cidade a fim de acertar uma casinha” compara o reumatologista Roger Levy, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Esse tratamento rende sequelas graves, que vão de danos aos olhos a degeneração óssea. “A nova droga traz uma mudança de paradigma na terapia, sobretudo para aqueles pacientes que dependem de altas doses de corticoides”, diz Levy.
Falha no sistema – Nossas defesas têm células chamadas linfócitos-B que produzem anticorpos. Mas, no organismo dos portadores de lúpus, essas unidades vivem além da conta e fabricam anticorpos que atacam os tecidos do próprio corpo, causando inflamação e lesões em vários órgãos.
Conserto pontual – Quem estimula os linfócitos-B a trabalhar são moléculas conhecidas como BLyS, que se grudam à sua superfície. É atrás delas que se dirige o Belimumab. Como um míssil, a droga bloqueia essas partículas, impedindo que incentivem a liberação dos maus anticorpos.
Fonte:
Revista “Saude” – setembro/2013
Artigo Medicina – Diogo Sponchiato

DEVER PARA COM OS PAIS
Visitando um dos estados do sul do país, tomei conhecimento de um assunto que muito me entristeceu e que passo a expor:
Soube que várias famílias estavam levando seus idosos aos hospitais com a desculpa deles estarem doentes, e os deixavam internados, livrando-se deles como indesejáveis, a fim de  participarem dos festejos de fim de ano nas praias.
A maioria dos idosos, interrogados de que estavam passando mal respondiam que não estavam doentes, mas tristes e decepcionados com seus parentes que os estavam internando para se verem livres deles durante os festejos.
Houve casos em que as famílias nem esperavam ser feita a guia de internação, tal a pressa de se verem livres deles, e outros casos, em que a família desejando internar seus idosos, por um ou dois dias, eles sofreram tanto com o abandono que terminaram ficando doentes, realmente, e a internação teve de se prolongar por vários outros dias.
Soube, ainda, que essa lamentável situação vem se repetindo ano após ano, comprovando a falta de respeito e consideração de certas famílias que se intitulam “cristãs” e não seguem o que recomenda o quarto mandamento da Lei de Deus, e nem o que recomendou Jesus, ao dizer que “é dever dos filhos, ampararem os seus pais na sua velhice”, pelo menos em retribuição ao muito que eles fizeram aos filhos na infância.
Esses filhos e parentes que assim procedem não se lembram de que também ficarão idosos em mais alguns anos e estão dando um exemplo para os seus filhos que poderão proceder da mesma maneira para com eles (os pais de hoje) quando também chegarem á fase da velhice.
Existe ainda outra situação mais desumana que é a continuação da existência de um paciente terminal que, segundo o Determinismo Divino, está chegando ao fim, ser mantido como vivo/morto por meios artificiais, num sofrimento cruel, em virtude dos parentes não aceitarem o seu desenlace carnal e outras vezes, por envolver questões de patrimônio material existente em nome do infeliz sofredor, cuja morte, causará muitos problemas aos seus herdeiros.
É triste e vergonhoso saber que um idoso que tanto se sacrificou pelos filhos, receba como recompensa, esse tratamento desumano e imoral. Essa situação se repete também nos feriados do carnaval, na Semana Santa e nos feriados prolongados.
Tomei conhecimento de que na Holanda, um dos países da Europa (primeiro mundo), também não existe consideração nem respeito para com os idosos, pois eles promove compulsoriamente a Eutanásia (prática sem amparo legal) pela qual se abrevia a existência de um sofredor considerado incurável ou terminal, exercendo o ser humano, um atributo que somente Deus que concede a vida, pode determinar.
É por essa e outras razões que um casal de idosos publicou certa vez em um jornal, um anuncio em que pedia que lhes fossem abreviadas as existências, por não quererem mais continuar sofrendo a solidão a que os filhos os colocaram. Em resposta e esse anúncio, muitas pessoas se compadeceram e combinando esforços; colocarem eles em uma entidade de amparo aos idosos, onde passaram a conviver com outros e voltaram a ter alegria e prazer pela existência.
Você que está lendo esta página, está procedendo desta maneira? Não lamento pelo sofrimento do seu ente querido, mas por você que não tem ideia do que vai passar, quando chegar a sua vez. Todos esses que promovem e participam desses atos abomináveis, responderão, com certeza, pelas suas atitudes perante á Justiça Divina, quando partirem da existência Terra.
Jc.
ANIMAIS  E  PLANTAS  
O conjunto da população de animais, vegetais e micro-organismos, interagindo com os fatores ambientais como ar, luz, água, calor solo,  formam um ecossistema de floresta. Existem os ecossistemas de lagos, rios e mares.  O conjunto de todos esses ecossistemas é chamado de biosfera.
As espécies são encontradas em seus habitats naturais, que são suas moradas, por estarem já adaptadas ao meio. Num mesmo habitat, vivem várias espécies diferentes. Cada espécie tem seu modo de viver, de ser, de agir, de dormir e de se reproduzir.
A essas atividades chamamos de nicho ecológico.
Fonte: ecossist.htm
Revista “Pomba Branca” – junho/2012

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA
Porque a educação física é importante para seus filhos? É por meio dessa disciplina e sob orientação de profissionais de Educação Física, que os adolescentes aprendem a se preparar para desenvolver as habilidades de ser, conhecer, conviver e fazer – exatamente os quatro pilares que dão base ao ensino, segundo a Unesco. Pela participação em atividades coletivas seus filhos deixarão de pensar apenas em si mesmos para contribuir com o bem-estar das outras pessoas.
A educação física ajuda seu filho/filha a se desenvolver.
1-   Melhora as habilidades motoras, pois são eficientes para melhorar os movimentos naturais da pessoa. Quanto mais experiência motora seu filho desenvolver, mais preparado ele estará para corresponder aos desafios da existência;
     2-  Estimula as capacidades cognitivas, pois com as aulas, seu filho aprende a organizar o pensamento, pois elas: a- Desenvolvem o raciocínio lógico; b- Exercitam o planejamento; c- Estimulam a memória; d- Ajudam a compreender situações, linguagem e estratégias; e- Ensinam a resolver problemas;
3-   Confere domínio corporal, pois ao fazer atividades físicas e esportivas seu filho também vai testar seus próprios limites físicos, conquistando um controle até então inédito sobre o próprio corpo. Ele poderá conhecer diferentes formas de se relacionar com os outros e com o ambiente, jogando, dançando, lutando e se exercitando de acordo com os estilos e técnicas criadas ao longo do tempo por diferentes culturas do mundo;
4-   Aprimora as competências, com a prática regular e devidamente orientada, de atividades físicas e esportivas, enriquecendo o jovem tanto do ponto de vista psicológico como intelectual, e ainda: a-  Melhora a atenção e o poder de concentração; b- Valoriza outras formas de comunicação e  expressão que não a verbal; c-  Promove a disciplina e a determinação.
A educação física identifica os problemas corporais valorizando a consciência corporal através das aulas de educação física, orientadas, que não pretende formar atletas, mas pessoas  conscientes de si mesmo e do próprio corpo.     

A  PARÁBOLA  DO  SEMEADOR
Naquele mesmo dia, Jesus, tendo saído de casa, sentou-se perto do mar; e se reuniu ao seu redor uma grande multidão de povo; por isso Ele subiu num barco, onde se sentou e todo o povo estando na margem; e lhes disse muitas coisas por parábolas, falando-lhes desta maneira:
“Aquele que semeia, saiu a semear, e, enquanto semeava, uma parte da semente caiu ao longo do caminho, e vindo os pássaros do céu a comeram. Outra parte caiu nos lugares pedregosos onde não havia muita terra, e logo nasceu porque a terra onde estava não tinha profundidade. Mas o Sol tendo se erguido em seguida, a queimou; e, como não tinha raízes, secou.  Outra parte caiu nos espinheiros, e os espinhos, vindo a crescer, a sufocaram. Outra, enfim, caiu na boa terra, e deu frutos; alguns grãos rendendo cem por um, outros sessenta e outros trinta por um.
Que ouça aquele que tem ouvidos para ouvir.
(Palavras de Jesus, em Mateus, cap. XIII, v. 1 a 9)
Escutai, pois, vós outros, a parábola do semeador.
Todo aquele que escuta a palavra do reino e não lhe dá atenção, o espírito maligno vem e arrebata o que havia sido semeado em seu coração; é aquele que recebeu a semente ao longo do caminho.
Aquele que recebeu a semente no meio das pedras é o que escuta a palavra, e que a recebe na hora mesmo com alegria; mas ele não tem em si raízes, e não está senão por um tempo; e quando sobrevêm os obstáculos e as perseguições por causa da palavra, toma logo como um objeto de escândalo e de queda.
Aquele que recebe a semente entre os espinhos é o que ouve a palavra, mas em seguida, os cuidados deste século e a ilusão das riquezas sufocam em si essa palavra, e ela se torna infrutífera.
Mas aquele que recebe a semente numa boa terra é aquele que escuta a palavra, que lhe presta atenção e que dá fruto, e rende cento, ou sessenta, ou trinta por um.
(Palavras de Jesus, em Mateus, cap. XIII, v. de 18 a 23)
A parábola da semente representa perfeitamente as diferenças que existem na maneira de aproveitar os ensinos do Evangelho. Quantas pessoas há, com efeito, para as quais, elas não são senão letra morta que, semelhante à semente caída sobre a rocha, não produz frutos.
Que acham os conselhos muito bons e os admiram, mas deles fazem aplicação nos outros e não em si mesmos. Enfim, para aqueles a quem essas instruções são como a semente caída na boa terra que produzem muitos frutos.
A  CARIDADE  MAIOR
Ao homem que alcançara o Céu, pedindo orientação sobre as tarefas de benemerência social que pretendia realizar na Terra, o Anjo de Caridade falou compassivo: - Volta ao mundo e cumpre de boa vontade, as obrigações que o destino te assinalou!... Para que te sintas de pé, cada dia, milhões de vidas microscópicas esforçam-se em tua carne, garantindo-te o bem-estar... Cada órgão e cada membro do teu corpo amparam-te, abnegadamente, para que te faças abençoado discípulo da civilização.
Os olhos identificam as imagens que já podes perceber, livrando-te da desordem exterior; os ouvidos selecionam sons e vozes para que não vivas desorientado; a língua auxilia-te a expressar os pensamentos, enriquecendo-te de sabedoria; a boca mastiga os alimentos para que te não condenes à inanição; os pulmões asseguram-te o ar puro contra a asfixia; o estômago digere as peças com que nutrirás o próprio sangue; o fígado gera forças vitais que te entretêm a harmonia orgânica; o coração movimenta-se sem parar, proporcionando-te a existência; as mãos realizam-te os sonhos engrandecendo-te o caminho na ciência e na arte, na indústria e no progresso; os pés sustentam-te o corpo físico para que não te arrojes à inércia. Dependes da caridade de inúmeras vidas inferiores que te obedecem a mente. Torna, pois, ao lugar em que o Senhor te situou e satisfaze as tarefas imediatas que o mundo te reserva!...
Caridade é servir sem descanso, ainda mesmo quando a enfermidade sem importância te convoque ao repouso; é cooperar espontaneamente nas boas obras, sem aguardar o convite dos outros;  é não incomodar quem trabalha;  é aperfeiçoar-se naquilo que faz para ser mais útil;  é suportar sem revolta a bílis do companheiro;  é auxiliar os parentes, sem reprovação;  é rejubilar-se com a prosperidade do próximo;  é resumir a conversação de duas horas em três ou quatro frases;  é não afligir quem nos acompanha;  é ensurdecer-se para a difamação;  é guardar o bom-humor, cancelando a queixa de qualquer procedência;  é respeitar cada pessoa e cada coisa na posição que lhes é própria...
E  porque o homem ensaiasse inoportunas indagações, o Anjo concluiu: -Volta ao corpo e age incessantemente no bem!...  Não percas um minuto em descabidas inquirições. Conduze os problemas que te atormenta o espírito ao teu próprio trabalho e o teu trabalho os liquidará. A experiência aclara o caminho de quantos lhe adquirem o tesouro da luz. Recolhe as crianças desvalidas, ampara os doentes, consola os infelizes,  e socorre os necessitados. Não olvides, pois, que a execução de teus deveres para com o próximo será sempre a tua caridade maior...
Fonte:
“Cartas e Crônicas” do Irmão X
+ Complementos.

Jc.
São Luís, 14/4/2016



 E S C O L H A S
“A nossa existência é uma questão de escolha...   Eu posso ser  um médico e curar muitas vidas;  ser um advogado e defender vidas; ser policial e proteger muitas vidas; eu posso ser um religioso e salvar muitas vidas... ou posso ser aquele que vai mudar a vida de alguém para sempre, com a minha atitude ou exemplo”.
DE   GRAÇA
As melhores coisas da nossa vida são sempre de graça...  abraços, amigos, amores, beijos, dormir, boas lembranças, família, risadas, sorrisos...
SUAS EMOÇÕES E SUAS ENFERMIDADES
Angústia;  adoece o estômago      Estresse;  adoece o coração
Medo;  adoece os rins                     Raiva;  adoece o fígado
Tristeza;  adoece os pulmões
H U M A N O S
Éramos todos humanos e irmãos, até que...  veio a raça e nos desligou;  a religião nos separou;  a política dos dividiu, e o dinheiro nos classificou...
ENFERMEIRA
Eu escolhi ser enfermeira para servir de instrumento das mãos de Deus...
CARACTERÍSTICAS  DO  INFARTO
O infarto ocorre quando o fluxo sanguíneo é interrompido por causa de um bloqueio ou entupimento das artérias e o coração deixa de receber o sangue oxigenado.
Sintomas  a- Dor nas costas, no peito e no pescoço; b- Dores nos braços, enjoo e dor no estômago; c- Falta de ar.                               A obstrução de uma artéria causa a morte de uma parte do coração, É a doença que atinge mais os homens na faixa etária de maior risco que é dos 40 anos em diante.  É a segunda causa de morte no Brasil. Os fatores de risco são: Colesterol, cigarro, depressão, diabete, histórico familiar, idade avançada.
L U P U S
Ganha aprovação no Brasil um medicamento biológico para conter essa doença autoimune que tem predileção por mulheres jovens e costuma afligir a pele, as articulações, os rins, entre outros órgãos. O remédio Belimumab, do laboratório GSK, promete revolucionar a luta contra o lúpus porque possibilita minimizar e, quem sabe, até zerar o uso de corticoides, as drogas normalmente empregadas no controle da doença.
“Embora ajude a controlar o problema, lançar mão de corticoides se assemelha a jogar uma bomba sobre uma cidade a fim de acertar uma casinha” compara o reumatologista Roger Levy, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Esse tratamento rende sequelas graves, que vão de danos aos olhos a degeneração óssea. “A nova droga traz uma mudança de paradigma na terapia, sobretudo para aqueles pacientes que dependem de altas doses de corticoides”, diz Levy.
Falha no sistema – Nossas defesas têm células chamadas linfócitos-B que produzem anticorpos. Mas, no organismo dos portadores de lúpus, essas unidades vivem além da conta e fabricam anticorpos que atacam os tecidos do próprio corpo, causando inflamação e lesões em vários órgãos.
Conserto pontual – Quem estimula os linfócitos-B a trabalhar são moléculas conhecidas como BLyS, que se grudam à sua superfície. É atrás delas que se dirige o Belimumab. Como um míssil, a droga bloqueia essas partículas, impedindo que incentivem a liberação dos maus anticorpos.
Fonte:
Revista “Saude” – setembro/2013
Artigo Medicina – Diogo Sponchiato

DEVER PARA COM OS PAIS
Visitando um dos estados do sul do país, tomei conhecimento de um assunto que muito me entristeceu e que passo a expor:
Soube que várias famílias estavam levando seus idosos aos hospitais com a desculpa deles estarem doentes, e os deixavam internados, livrando-se deles como indesejáveis, a fim de  participarem dos festejos de fim de ano nas praias.
A maioria dos idosos, interrogados de que estavam passando mal respondiam que não estavam doentes, mas tristes e decepcionados com seus parentes que os estavam internando para se verem livres deles durante os festejos.
Houve casos em que as famílias nem esperavam ser feita a guia de internação, tal a pressa de se verem livres deles, e outros casos, em que a família desejando internar seus idosos, por um ou dois dias, eles sofreram tanto com o abandono que terminaram ficando doentes, realmente, e a internação teve de se prolongar por vários outros dias.
Soube, ainda, que essa lamentável situação vem se repetindo ano após ano, comprovando a falta de respeito e consideração de certas famílias que se intitulam “cristãs” e não seguem o que recomenda o quarto mandamento da Lei de Deus, e nem o que recomendou Jesus, ao dizer que “é dever dos filhos, ampararem os seus pais na sua velhice”, pelo menos em retribuição ao muito que eles fizeram aos filhos na infância.
Esses filhos e parentes que assim procedem não se lembram de que também ficarão idosos em mais alguns anos e estão dando um exemplo para os seus filhos que poderão proceder da mesma maneira para com eles (os pais de hoje) quando também chegarem á fase da velhice.
Existe ainda outra situação mais desumana que é a continuação da existência de um paciente terminal que, segundo o Determinismo Divino, está chegando ao fim, ser mantido como vivo/morto por meios artificiais, num sofrimento cruel, em virtude dos parentes não aceitarem o seu desenlace carnal e outras vezes, por envolver questões de patrimônio material existente em nome do infeliz sofredor, cuja morte, causará muitos problemas aos seus herdeiros.
É triste e vergonhoso saber que um idoso que tanto se sacrificou pelos filhos, receba como recompensa, esse tratamento desumano e imoral. Essa situação se repete também nos feriados do carnaval, na Semana Santa e nos feriados prolongados.
Tomei conhecimento de que na Holanda, um dos países da Europa (primeiro mundo), também não existe consideração nem respeito para com os idosos, pois eles promove compulsoriamente a Eutanásia (prática sem amparo legal) pela qual se abrevia a existência de um sofredor considerado incurável ou terminal, exercendo o ser humano, um atributo que somente Deus que concede a vida, pode determinar.
É por essa e outras razões que um casal de idosos publicou certa vez em um jornal, um anuncio em que pedia que lhes fossem abreviadas as existências, por não quererem mais continuar sofrendo a solidão a que os filhos os colocaram. Em resposta e esse anúncio, muitas pessoas se compadeceram e combinando esforços; colocarem eles em uma entidade de amparo aos idosos, onde passaram a conviver com outros e voltaram a ter alegria e prazer pela existência.
Você que está lendo esta página, está procedendo desta maneira? Não lamento pelo sofrimento do seu ente querido, mas por você que não tem ideia do que vai passar, quando chegar a sua vez. Todos esses que promovem e participam desses atos abomináveis, responderão, com certeza, pelas suas atitudes perante á Justiça Divina, quando partirem da existência Terra.
Jc.
ANIMAIS  E  PLANTAS  
O conjunto da população de animais, vegetais e micro-organismos, interagindo com os fatores ambientais como ar, luz, água, calor solo,  formam um ecossistema de floresta. Existem os ecossistemas de lagos, rios e mares.  O conjunto de todos esses ecossistemas é chamado de biosfera.
As espécies são encontradas em seus habitats naturais, que são suas moradas, por estarem já adaptadas ao meio. Num mesmo habitat, vivem várias espécies diferentes. Cada espécie tem seu modo de viver, de ser, de agir, de dormir e de se reproduzir.
A essas atividades chamamos de nicho ecológico.
Fonte: ecossist.htm
Revista “Pomba Branca” – junho/2012

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA
Porque a educação física é importante para seus filhos? É por meio dessa disciplina e sob orientação de profissionais de Educação Física, que os adolescentes aprendem a se preparar para desenvolver as habilidades de ser, conhecer, conviver e fazer – exatamente os quatro pilares que dão base ao ensino, segundo a Unesco. Pela participação em atividades coletivas seus filhos deixarão de pensar apenas em si mesmos para contribuir com o bem-estar das outras pessoas.
A educação física ajuda seu filho/filha a se desenvolver.
1-   Melhora as habilidades motoras, pois são eficientes para melhorar os movimentos naturais da pessoa. Quanto mais experiência motora seu filho desenvolver, mais preparado ele estará para corresponder aos desafios da existência;
     2-  Estimula as capacidades cognitivas, pois com as aulas, seu filho aprende a organizar o pensamento, pois elas: a- Desenvolvem o raciocínio lógico; b- Exercitam o planejamento; c- Estimulam a memória; d- Ajudam a compreender situações, linguagem e estratégias; e- Ensinam a resolver problemas;
3-   Confere domínio corporal, pois ao fazer atividades físicas e esportivas seu filho também vai testar seus próprios limites físicos, conquistando um controle até então inédito sobre o próprio corpo. Ele poderá conhecer diferentes formas de se relacionar com os outros e com o ambiente, jogando, dançando, lutando e se exercitando de acordo com os estilos e técnicas criadas ao longo do tempo por diferentes culturas do mundo;
4-   Aprimora as competências, com a prática regular e devidamente orientada, de atividades físicas e esportivas, enriquecendo o jovem tanto do ponto de vista psicológico como intelectual, e ainda: a-  Melhora a atenção e o poder de concentração; b- Valoriza outras formas de comunicação e  expressão que não a verbal; c-  Promove a disciplina e a determinação.
A educação física identifica os problemas corporais valorizando a consciência corporal através das aulas de educação física, orientadas, que não pretende formar atletas, mas pessoas  conscientes de si mesmo e do próprio corpo.     

A  PARÁBOLA  DO  SEMEADOR
Naquele mesmo dia, Jesus, tendo saído de casa, sentou-se perto do mar; e se reuniu ao seu redor uma grande multidão de povo; por isso Ele subiu num barco, onde se sentou e todo o povo estando na margem; e lhes disse muitas coisas por parábolas, falando-lhes desta maneira:
“Aquele que semeia, saiu a semear, e, enquanto semeava, uma parte da semente caiu ao longo do caminho, e vindo os pássaros do céu a comeram. Outra parte caiu nos lugares pedregosos onde não havia muita terra, e logo nasceu porque a terra onde estava não tinha profundidade. Mas o Sol tendo se erguido em seguida, a queimou; e, como não tinha raízes, secou.  Outra parte caiu nos espinheiros, e os espinhos, vindo a crescer, a sufocaram. Outra, enfim, caiu na boa terra, e deu frutos; alguns grãos rendendo cem por um, outros sessenta e outros trinta por um.
Que ouça aquele que tem ouvidos para ouvir.
(Palavras de Jesus, em Mateus, cap. XIII, v. 1 a 9)
Escutai, pois, vós outros, a parábola do semeador.
Todo aquele que escuta a palavra do reino e não lhe dá atenção, o espírito maligno vem e arrebata o que havia sido semeado em seu coração; é aquele que recebeu a semente ao longo do caminho.
Aquele que recebeu a semente no meio das pedras é o que escuta a palavra, e que a recebe na hora mesmo com alegria; mas ele não tem em si raízes, e não está senão por um tempo; e quando sobrevêm os obstáculos e as perseguições por causa da palavra, toma logo como um objeto de escândalo e de queda.
Aquele que recebe a semente entre os espinhos é o que ouve a palavra, mas em seguida, os cuidados deste século e a ilusão das riquezas sufocam em si essa palavra, e ela se torna infrutífera.
Mas aquele que recebe a semente numa boa terra é aquele que escuta a palavra, que lhe presta atenção e que dá fruto, e rende cento, ou sessenta, ou trinta por um.
(Palavras de Jesus, em Mateus, cap. XIII, v. de 18 a 23)
A parábola da semente representa perfeitamente as diferenças que existem na maneira de aproveitar os ensinos do Evangelho. Quantas pessoas há, com efeito, para as quais, elas não são senão letra morta que, semelhante à semente caída sobre a rocha, não produz frutos.
Que acham os conselhos muito bons e os admiram, mas deles fazem aplicação nos outros e não em si mesmos. Enfim, para aqueles a quem essas instruções são como a semente caída na boa terra que produzem muitos frutos.
A  CARIDADE  MAIOR
Ao homem que alcançara o Céu, pedindo orientação sobre as tarefas de benemerência social que pretendia realizar na Terra, o Anjo de Caridade falou compassivo: - Volta ao mundo e cumpre de boa vontade, as obrigações que o destino te assinalou!... Para que te sintas de pé, cada dia, milhões de vidas microscópicas esforçam-se em tua carne, garantindo-te o bem-estar... Cada órgão e cada membro do teu corpo amparam-te, abnegadamente, para que te faças abençoado discípulo da civilização.
Os olhos identificam as imagens que já podes perceber, livrando-te da desordem exterior; os ouvidos selecionam sons e vozes para que não vivas desorientado; a língua auxilia-te a expressar os pensamentos, enriquecendo-te de sabedoria; a boca mastiga os alimentos para que te não condenes à inanição; os pulmões asseguram-te o ar puro contra a asfixia; o estômago digere as peças com que nutrirás o próprio sangue; o fígado gera forças vitais que te entretêm a harmonia orgânica; o coração movimenta-se sem parar, proporcionando-te a existência; as mãos realizam-te os sonhos engrandecendo-te o caminho na ciência e na arte, na indústria e no progresso; os pés sustentam-te o corpo físico para que não te arrojes à inércia. Dependes da caridade de inúmeras vidas inferiores que te obedecem a mente. Torna, pois, ao lugar em que o Senhor te situou e satisfaze as tarefas imediatas que o mundo te reserva!...
Caridade é servir sem descanso, ainda mesmo quando a enfermidade sem importância te convoque ao repouso; é cooperar espontaneamente nas boas obras, sem aguardar o convite dos outros;  é não incomodar quem trabalha;  é aperfeiçoar-se naquilo que faz para ser mais útil;  é suportar sem revolta a bílis do companheiro;  é auxiliar os parentes, sem reprovação;  é rejubilar-se com a prosperidade do próximo;  é resumir a conversação de duas horas em três ou quatro frases;  é não afligir quem nos acompanha;  é ensurdecer-se para a difamação;  é guardar o bom-humor, cancelando a queixa de qualquer procedência;  é respeitar cada pessoa e cada coisa na posição que lhes é própria...
E  porque o homem ensaiasse inoportunas indagações, o Anjo concluiu: -Volta ao corpo e age incessantemente no bem!...  Não percas um minuto em descabidas inquirições. Conduze os problemas que te atormenta o espírito ao teu próprio trabalho e o teu trabalho os liquidará. A experiência aclara o caminho de quantos lhe adquirem o tesouro da luz. Recolhe as crianças desvalidas, ampara os doentes, consola os infelizes,  e socorre os necessitados. Não olvides, pois, que a execução de teus deveres para com o próximo será sempre a tua caridade maior...
Fonte:
“Cartas e Crônicas” do Irmão X
+ Complementos.

Jc.
São Luís, 14/4/2016



 E S C O L H A S
“A nossa existência é uma questão de escolha...   Eu posso ser  um médico e curar muitas vidas;  ser um advogado e defender vidas; ser policial e proteger muitas vidas; eu posso ser um religioso e salvar muitas vidas... ou posso ser aquele que vai mudar a vida de alguém para sempre, com a minha atitude ou exemplo”.
DE   GRAÇA
As melhores coisas da nossa vida são sempre de graça...  abraços, amigos, amores, beijos, dormir, boas lembranças, família, risadas, sorrisos...
SUAS EMOÇÕES E SUAS ENFERMIDADES
Angústia;  adoece o estômago      Estresse;  adoece o coração
Medo;  adoece os rins                     Raiva;  adoece o fígado
Tristeza;  adoece os pulmões
H U M A N O S
Éramos todos humanos e irmãos, até que...  veio a raça e nos desligou;  a religião nos separou;  a política dos dividiu, e o dinheiro nos classificou...
ENFERMEIRA
Eu escolhi ser enfermeira para servir de instrumento das mãos de Deus...
CARACTERÍSTICAS  DO  INFARTO
O infarto ocorre quando o fluxo sanguíneo é interrompido por causa de um bloqueio ou entupimento das artérias e o coração deixa de receber o sangue oxigenado.
Sintomas  a- Dor nas costas, no peito e no pescoço; b- Dores nos braços, enjoo e dor no estômago; c- Falta de ar.                               A obstrução de uma artéria causa a morte de uma parte do coração, É a doença que atinge mais os homens na faixa etária de maior risco que é dos 40 anos em diante.  É a segunda causa de morte no Brasil. Os fatores de risco são: Colesterol, cigarro, depressão, diabete, histórico familiar, idade avançada.
L U P U S
Ganha aprovação no Brasil um medicamento biológico para conter essa doença autoimune que tem predileção por mulheres jovens e costuma afligir a pele, as articulações, os rins, entre outros órgãos. O remédio Belimumab, do laboratório GSK, promete revolucionar a luta contra o lúpus porque possibilita minimizar e, quem sabe, até zerar o uso de corticoides, as drogas normalmente empregadas no controle da doença.
“Embora ajude a controlar o problema, lançar mão de corticoides se assemelha a jogar uma bomba sobre uma cidade a fim de acertar uma casinha” compara o reumatologista Roger Levy, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Esse tratamento rende sequelas graves, que vão de danos aos olhos a degeneração óssea. “A nova droga traz uma mudança de paradigma na terapia, sobretudo para aqueles pacientes que dependem de altas doses de corticoides”, diz Levy.
Falha no sistema – Nossas defesas têm células chamadas linfócitos-B que produzem anticorpos. Mas, no organismo dos portadores de lúpus, essas unidades vivem além da conta e fabricam anticorpos que atacam os tecidos do próprio corpo, causando inflamação e lesões em vários órgãos.
Conserto pontual – Quem estimula os linfócitos-B a trabalhar são moléculas conhecidas como BLyS, que se grudam à sua superfície. É atrás delas que se dirige o Belimumab. Como um míssil, a droga bloqueia essas partículas, impedindo que incentivem a liberação dos maus anticorpos.
Fonte:
Revista “Saude” – setembro/2013
Artigo Medicina – Diogo Sponchiato

DEVER PARA COM OS PAIS
Visitando um dos estados do sul do país, tomei conhecimento de um assunto que muito me entristeceu e que passo a expor:
Soube que várias famílias estavam levando seus idosos aos hospitais com a desculpa deles estarem doentes, e os deixavam internados, livrando-se deles como indesejáveis, a fim de  participarem dos festejos de fim de ano nas praias.
A maioria dos idosos, interrogados de que estavam passando mal respondiam que não estavam doentes, mas tristes e decepcionados com seus parentes que os estavam internando para se verem livres deles durante os festejos.
Houve casos em que as famílias nem esperavam ser feita a guia de internação, tal a pressa de se verem livres deles, e outros casos, em que a família desejando internar seus idosos, por um ou dois dias, eles sofreram tanto com o abandono que terminaram ficando doentes, realmente, e a internação teve de se prolongar por vários outros dias.
Soube, ainda, que essa lamentável situação vem se repetindo ano após ano, comprovando a falta de respeito e consideração de certas famílias que se intitulam “cristãs” e não seguem o que recomenda o quarto mandamento da Lei de Deus, e nem o que recomendou Jesus, ao dizer que “é dever dos filhos, ampararem os seus pais na sua velhice”, pelo menos em retribuição ao muito que eles fizeram aos filhos na infância.
Esses filhos e parentes que assim procedem não se lembram de que também ficarão idosos em mais alguns anos e estão dando um exemplo para os seus filhos que poderão proceder da mesma maneira para com eles (os pais de hoje) quando também chegarem á fase da velhice.
Existe ainda outra situação mais desumana que é a continuação da existência de um paciente terminal que, segundo o Determinismo Divino, está chegando ao fim, ser mantido como vivo/morto por meios artificiais, num sofrimento cruel, em virtude dos parentes não aceitarem o seu desenlace carnal e outras vezes, por envolver questões de patrimônio material existente em nome do infeliz sofredor, cuja morte, causará muitos problemas aos seus herdeiros.
É triste e vergonhoso saber que um idoso que tanto se sacrificou pelos filhos, receba como recompensa, esse tratamento desumano e imoral. Essa situação se repete também nos feriados do carnaval, na Semana Santa e nos feriados prolongados.
Tomei conhecimento de que na Holanda, um dos países da Europa (primeiro mundo), também não existe consideração nem respeito para com os idosos, pois eles promove compulsoriamente a Eutanásia (prática sem amparo legal) pela qual se abrevia a existência de um sofredor considerado incurável ou terminal, exercendo o ser humano, um atributo que somente Deus que concede a vida, pode determinar.
É por essa e outras razões que um casal de idosos publicou certa vez em um jornal, um anuncio em que pedia que lhes fossem abreviadas as existências, por não quererem mais continuar sofrendo a solidão a que os filhos os colocaram. Em resposta e esse anúncio, muitas pessoas se compadeceram e combinando esforços; colocarem eles em uma entidade de amparo aos idosos, onde passaram a conviver com outros e voltaram a ter alegria e prazer pela existência.
Você que está lendo esta página, está procedendo desta maneira? Não lamento pelo sofrimento do seu ente querido, mas por você que não tem ideia do que vai passar, quando chegar a sua vez. Todos esses que promovem e participam desses atos abomináveis, responderão, com certeza, pelas suas atitudes perante á Justiça Divina, quando partirem da existência Terra.
Jc.
ANIMAIS  E  PLANTAS  
O conjunto da população de animais, vegetais e micro-organismos, interagindo com os fatores ambientais como ar, luz, água, calor solo,  formam um ecossistema de floresta. Existem os ecossistemas de lagos, rios e mares.  O conjunto de todos esses ecossistemas é chamado de biosfera.
As espécies são encontradas em seus habitats naturais, que são suas moradas, por estarem já adaptadas ao meio. Num mesmo habitat, vivem várias espécies diferentes. Cada espécie tem seu modo de viver, de ser, de agir, de dormir e de se reproduzir.
A essas atividades chamamos de nicho ecológico.
Fonte: ecossist.htm
Revista “Pomba Branca” – junho/2012

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA
Porque a educação física é importante para seus filhos? É por meio dessa disciplina e sob orientação de profissionais de Educação Física, que os adolescentes aprendem a se preparar para desenvolver as habilidades de ser, conhecer, conviver e fazer – exatamente os quatro pilares que dão base ao ensino, segundo a Unesco. Pela participação em atividades coletivas seus filhos deixarão de pensar apenas em si mesmos para contribuir com o bem-estar das outras pessoas.
A educação física ajuda seu filho/filha a se desenvolver.
1-   Melhora as habilidades motoras, pois são eficientes para melhorar os movimentos naturais da pessoa. Quanto mais experiência motora seu filho desenvolver, mais preparado ele estará para corresponder aos desafios da existência;
     2-  Estimula as capacidades cognitivas, pois com as aulas, seu filho aprende a organizar o pensamento, pois elas: a- Desenvolvem o raciocínio lógico; b- Exercitam o planejamento; c- Estimulam a memória; d- Ajudam a compreender situações, linguagem e estratégias; e- Ensinam a resolver problemas;
3-   Confere domínio corporal, pois ao fazer atividades físicas e esportivas seu filho também vai testar seus próprios limites físicos, conquistando um controle até então inédito sobre o próprio corpo. Ele poderá conhecer diferentes formas de se relacionar com os outros e com o ambiente, jogando, dançando, lutando e se exercitando de acordo com os estilos e técnicas criadas ao longo do tempo por diferentes culturas do mundo;
4-   Aprimora as competências, com a prática regular e devidamente orientada, de atividades físicas e esportivas, enriquecendo o jovem tanto do ponto de vista psicológico como intelectual, e ainda: a-  Melhora a atenção e o poder de concentração; b- Valoriza outras formas de comunicação e  expressão que não a verbal; c-  Promove a disciplina e a determinação.
A educação física identifica os problemas corporais valorizando a consciência corporal através das aulas de educação física, orientadas, que não pretende formar atletas, mas pessoas  conscientes de si mesmo e do próprio corpo.     

A  PARÁBOLA  DO  SEMEADOR
Naquele mesmo dia, Jesus, tendo saído de casa, sentou-se perto do mar; e se reuniu ao seu redor uma grande multidão de povo; por isso Ele subiu num barco, onde se sentou e todo o povo estando na margem; e lhes disse muitas coisas por parábolas, falando-lhes desta maneira:
“Aquele que semeia, saiu a semear, e, enquanto semeava, uma parte da semente caiu ao longo do caminho, e vindo os pássaros do céu a comeram. Outra parte caiu nos lugares pedregosos onde não havia muita terra, e logo nasceu porque a terra onde estava não tinha profundidade. Mas o Sol tendo se erguido em seguida, a queimou; e, como não tinha raízes, secou.  Outra parte caiu nos espinheiros, e os espinhos, vindo a crescer, a sufocaram. Outra, enfim, caiu na boa terra, e deu frutos; alguns grãos rendendo cem por um, outros sessenta e outros trinta por um.
Que ouça aquele que tem ouvidos para ouvir.
(Palavras de Jesus, em Mateus, cap. XIII, v. 1 a 9)
Escutai, pois, vós outros, a parábola do semeador.
Todo aquele que escuta a palavra do reino e não lhe dá atenção, o espírito maligno vem e arrebata o que havia sido semeado em seu coração; é aquele que recebeu a semente ao longo do caminho.
Aquele que recebeu a semente no meio das pedras é o que escuta a palavra, e que a recebe na hora mesmo com alegria; mas ele não tem em si raízes, e não está senão por um tempo; e quando sobrevêm os obstáculos e as perseguições por causa da palavra, toma logo como um objeto de escândalo e de queda.
Aquele que recebe a semente entre os espinhos é o que ouve a palavra, mas em seguida, os cuidados deste século e a ilusão das riquezas sufocam em si essa palavra, e ela se torna infrutífera.
Mas aquele que recebe a semente numa boa terra é aquele que escuta a palavra, que lhe presta atenção e que dá fruto, e rende cento, ou sessenta, ou trinta por um.
(Palavras de Jesus, em Mateus, cap. XIII, v. de 18 a 23)
A parábola da semente representa perfeitamente as diferenças que existem na maneira de aproveitar os ensinos do Evangelho. Quantas pessoas há, com efeito, para as quais, elas não são senão letra morta que, semelhante à semente caída sobre a rocha, não produz frutos.
Que acham os conselhos muito bons e os admiram, mas deles fazem aplicação nos outros e não em si mesmos. Enfim, para aqueles a quem essas instruções são como a semente caída na boa terra que produzem muitos frutos.
A  CARIDADE  MAIOR
Ao homem que alcançara o Céu, pedindo orientação sobre as tarefas de benemerência social que pretendia realizar na Terra, o Anjo de Caridade falou compassivo: - Volta ao mundo e cumpre de boa vontade, as obrigações que o destino te assinalou!... Para que te sintas de pé, cada dia, milhões de vidas microscópicas esforçam-se em tua carne, garantindo-te o bem-estar... Cada órgão e cada membro do teu corpo amparam-te, abnegadamente, para que te faças abençoado discípulo da civilização.
Os olhos identificam as imagens que já podes perceber, livrando-te da desordem exterior; os ouvidos selecionam sons e vozes para que não vivas desorientado; a língua auxilia-te a expressar os pensamentos, enriquecendo-te de sabedoria; a boca mastiga os alimentos para que te não condenes à inanição; os pulmões asseguram-te o ar puro contra a asfixia; o estômago digere as peças com que nutrirás o próprio sangue; o fígado gera forças vitais que te entretêm a harmonia orgânica; o coração movimenta-se sem parar, proporcionando-te a existência; as mãos realizam-te os sonhos engrandecendo-te o caminho na ciência e na arte, na indústria e no progresso; os pés sustentam-te o corpo físico para que não te arrojes à inércia. Dependes da caridade de inúmeras vidas inferiores que te obedecem a mente. Torna, pois, ao lugar em que o Senhor te situou e satisfaze as tarefas imediatas que o mundo te reserva!...
Caridade é servir sem descanso, ainda mesmo quando a enfermidade sem importância te convoque ao repouso; é cooperar espontaneamente nas boas obras, sem aguardar o convite dos outros;  é não incomodar quem trabalha;  é aperfeiçoar-se naquilo que faz para ser mais útil;  é suportar sem revolta a bílis do companheiro;  é auxiliar os parentes, sem reprovação;  é rejubilar-se com a prosperidade do próximo;  é resumir a conversação de duas horas em três ou quatro frases;  é não afligir quem nos acompanha;  é ensurdecer-se para a difamação;  é guardar o bom-humor, cancelando a queixa de qualquer procedência;  é respeitar cada pessoa e cada coisa na posição que lhes é própria...
E  porque o homem ensaiasse inoportunas indagações, o Anjo concluiu: -Volta ao corpo e age incessantemente no bem!...  Não percas um minuto em descabidas inquirições. Conduze os problemas que te atormenta o espírito ao teu próprio trabalho e o teu trabalho os liquidará. A experiência aclara o caminho de quantos lhe adquirem o tesouro da luz. Recolhe as crianças desvalidas, ampara os doentes, consola os infelizes,  e socorre os necessitados. Não olvides, pois, que a execução de teus deveres para com o próximo será sempre a tua caridade maior...
Fonte:
“Cartas e Crônicas” do Irmão X
+ Complementos.

Jc.
São Luís, 14/4/2016