terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

A DÉCADA PETISTA NO GOVERNO, É A DÉCADA DA FALÁCIA

  



Na democracia, cabe á imprensa informar o país sobre os fatos. São eles que nos permitem distinguir as questões verdadeiras, urgentes e relevantes, daquelas que são da alçada do “Ministério dos Falsos Problemas”.

Marco Antônio Villa, historiador e autor de um livro sobre os dez anos do PT no poder, diz que os êxitos do partido são menores que a propaganda faz crer e que o Brasil é um país de miseráveis. Ele é uma exceção na academia. Ao contrário da maioria de seus pares nas ciências humanas, Villa é um crítico duro das práticas do PT e dos governos petistas. Na entrevista concedida à revista Época, edição de 2/12/2013, Villa critica a gestão econômica do PT,  analisa a prisão dos mensaleiros e critica o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, por ele ter sido contra a abertura do  processo de impeachment contra Lula, em 2005. Vamos à entrevista.

Época – Em seu livro, o senhor chama os primeiros dez anos do PT no poder, entre 2003 e 2012, de “década perdida”. Por quê?

Marcos – Nesses dez anos, o Brasil perdeu uma oportunidade histórica de dar um grande salto. Não só em termos de crescimento econômico, que foi muito baixo nos governos petistas, como também para enfrentar os graves problemas sociais do país. Pela primeira vez na história, tivemos a chance de combinar uma alta taxa de crescimento com um regime de liberdade democrática plena. Até a explosão financeira, no final de 2008, as condições externas eram favoráveis. A China crescia dois dígitos por ano. Puxava o preço das commodities e gerava uma renda extra ao país, um dos maiores exportadores mundiais de alimentos e minérios. Em vez de aproveitar o momento, a partir da âncora criada nos anos 1990, com a queda da inflação e a estabilidade fiscal e monetária, o governo abriu o baú da história. Desenterrou velhas leituras econômicas, um keinesianismo cheirando a naftalina, e ideias de presença do Estado na economia cheias de teias de aranha, dos tempos do governo Geisel. Nos anos 1980, que tiveram um alto custa para o país. Provavelmente, os três primeiros anos do governo Dilma estarão entre os piores da história econômica brasileira, e a perspectiva de melhora no curto prazo é baixa.

Época – Nos dez anos do PT no poder a renda da população subiu,

o emprego aumentou, a classe média se tornou maioria, e a economia teve grandes picos de crescimento no governo Lula. Faz sentido falar em década perdida?

Marcos – Os êxitos do PT são bem menores do que se propala por aí. Eles são repetidos de forma tão sistemática e tão eficaz, sem nenhuma resistência da oposição, infelizmente, que acabam por adquirir um manto de verdade.  Em 2009, houve uma recessão. Em 2010, o Brasil cresceu 7.5%, mas a partir de uma base muito baixa. Nos outros anos, o crescimento foi relativamente tímido. Em média, o Brasil cresceu menos que a América Latina e os países emergentes nesse período. Os argumentos do governo, de que a classe média se tornou maioria no país, são totalmente falaciosos. Classe média não mora em favela nem ganha dois ou três salários mínimos, ou até menos que isso por mês. Aconteceu é que o PT – como se fosse o Ministério da Verdade, do livro “1984 de George Orwell” – começou a criar novas categorias econômicas para dar êxito a um governo que é um fracasso. Ele inventou uma nova classe C, que seria outra classe média, diferente da classe média tradicional, e construiu a ideia de que o Brasil é um país de classe média. Não é. É um país de classe pobre.

Época – O Bolsa Família não é uma saída para reduzir a miséria no país? Esse crédito não deveria ser dado ao governo petista?

Marcos – Ninguém discorda de que precisa haver programas assistenciais, mas não só para a população não morrer de fome. É  preciso criar meios para enfrentar a miséria e a pobreza. Não meios que as petrifiquem, como os programas do PT. O governo gasta 0,5% do PIB com o Bolsa Família, mas não consegue melhorar a vida das pessoas. Enquanto isso, metade do país não tem saneamento básico, a situação da infraestrutura é lamentável, e o analfabetismo funcional e real não para de subir.

Época – No livro, o senhor dedica um bom espaço aos casos de corrupção, falando mensalão, e diz que o PT não combateu a corrupção. Só aconteceram coisas ruins nesses dez anos?

Marcos – Como historiador, não tenho culpa de que o volume de casos de corrupção tenha sido o maior da história republicana do Brasil.  Nunca antes na história deste país, houve tanta corrupção

como na década petista. Gostaria que não fosse assim, mas a sucessão de escândalos nos ministérios, de desvios de recursos, nos dois governos Lula e no governo Dilma, é um recorde. A década petista é a década do discurso, a década da falácia. Não há realização material. Diga-me, que grande obra pública foi construída nesses dez anos? Que usina hidroelétrica foi construída nesses dez anos? Nenhuma. A transposição do Rio São Francisco até hoje, um fracasso. Estradas, fracasso. Ferrovias, fracasso. Portos, fracasso. Aeroportos, fracasso. Há apenas a construção de estádios de futebol, deixando a saúde, a educação e a segurança a mingua  e não resolvem os problemas sociais. O PT é muito bom no palanque, mas um péssimo gestor da economia.

Época – Como o senhor explica, então, os altos índices de popularidade de Dilma nas pesquisas?

Marcos – Essas pesquisas não servem para nada, pois não permitem a compreensão da realidade, até pela forma como as perguntas são feitas pelos institutos de pesquisa e respondidas pelos entrevistados. As pesquisas dão apenas uma noção de como as pessoas veem o debate político. Mesmo tendo uma parcela de muitos eleitores, o PT nunca venceu uma eleição presidencial no primeiro turno. Em 2002, quando era oposição, ganhou no segundo turno. Em 2006 e 2010, quando era governo, idem. Em 2010, até uma semana antes do pleito, diziam que Dilma teria 54% dos votos no primeiro turno e teve apenas 46% Sempre há uma superavaliação da popularidade do governo do PT. Em 2010, apesar da derrota, a oposição recebeu 44% dos votos no segundo turno, sem existir verdadeiramente uma oposição, igual ao PT quando estava nessa condição.

Época – Em sua opinião, o que levou o PT a ganhar três eleições seguidas?

Marcos – Com o programa “Bolsa Família” e o “Bolsa Empresário”, bancado pelo BNDES, o PT estabeleceu uma sólida aliança entre a base da pirâmide e o grande capital. Levando em conta que o Bolsa Família tem 13.5 milhões de famílias cadastradas, e cada família tendo, no mínimo, três eleitores,  o pai a mãe e um filho com mais de 16 anos, só aí são 50 milhões de pessoas. O equivalente a quase um terço do eleitorado.  Ao mesmo tempo, o governo se aliou aos industriais,  os proprietários de terra, as construtoras e o setor mineral. Virou um instrumento de enorme eficácia o BNDES para financiar essa aliança entre o PT e o grande capital. Essa aliança na base da pirâmide e no topo alcançou tal solidez que, hoje, é muito difícil rompê-la. A oposição não consegue entender que essa  estrutura precisa ser rompida, mas a posição não sabe fazer política. Quer chegar ao poder sem fazer uma oposição verdadeira. Não foi por acaso, que foi derrotada nas eleições de 2002, 2006 e 2010. Se ela não se arregimentar, será derrotada em 2014.

Época – A que o senhor atribui essa fragilidade da oposição?

Marcos – De um lado o PSDB, o principal partido da oposição, não é um partido de fato. Está na oposição, mas não é oposição. É curioso, no populismo, o símbolo maior da oposição era a UDN, e nos tempos mais recentes, o PT. Qualquer oposição age sempre e  diuturnamente criticando a inércia ou a falta de atitude do governo, buscando uma aproximação com a sociedade, pensando sempre na próxima eleição, como fazia o PT na época de Fernando Henrique. O PSDB não age assim.  A impressão que se tem é que o PSDB se sente constrangido de ser oposição e parece que executa essa tarefa com desagrado. A oposição tem que ser agressiva e atuante. Quando o governo apresentar seus projetos, a oposição tem de se levantar e falar do que está errado, como se vê nos parlamentos da Inglaterra, da França, de Portugal e nos Estados Unidos.

Época – No livro, o senhor diz que o ex-presidente Fernando Henrique cometeu um erro ao ser contra o impeachment de Lula em 2005, para investigar sua participação no mensalão. Por quê?

Marcos – Para mim, Lula é o réu oculto do mensalão. Ele tinha ciência de tudo aquilo e chegou a ter até dois encontros com Marco Valério. Pode não ter participado da organização do esquema, mas é culpado por ser o principal favorecido. Na estrutura do PT, o chefe da quadrilha, José Dirceu, não faria aquilo sem a concordância de Lula. O que fez então Fernando Henrique? Saiu dizendo que um processo de impeachment de Lula criaria uma crise institucional que afetaria a economia e o crescimento do país. Essa é uma dívida que ele tem com o povo brasileiro. No momento em que o PT estava nas cordas, em vez de leva-lo a nocaute, como o PT faria se estivesse do outro lado, o que o PSDB fez por meio do seu principal líder, foi deixar Lula sangrando na arena, acreditando que nas eleições de 2006 o nocautearia facilmente. A oposição teve medo,

e esse medo é que deu combustível para que o PT virasse o jogo, estabelecendo uma aliança sólida com o PMDB e outros partidos e criasse o novo Lula, no último ano do seu primeiro governo, possibilitando não só a sua reeleição como a continuação do PT no governo,  apoiando e elegendo a Dilma.

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Guilherme Fiuza em seu artigo na revista Época de 16/11/2013, diz: O Brasil está atrapalhando o comitê do PT no Palácio do Planalto, mas isso não ficará assim porque a presidente Dilma Rousseff já reagiu falando grosso. Diante da recomendação para embargo de sete obras federais, por superfaturamento e outras fraudes, Dilma refutou dizendo: “Acho um absurdo parar obra”.  Se Dilma estivesse reformando sua casa, e os encarregados da obra começassem a enfiar a mão no bolso dela, será que ela também acharia absurdo parar a construção? Mas é totalmente diferente, porque o dinheiro público, como se sabe, não é de ninguém. Agora, com o populismo profissional se aproximando de 12 anos no poder, o dinheiro público tem dono: é do PT e as obras fraudadas não podem parar, porque fazem parte da propaganda de campanha para 2014. Sabendo-se que a taxa de investimento é uma das mais baixas entre os emergentes, chega-se à constatação cristalina: As riquezas do país sustentam a formidável máquina de Dilma, seus 40 ministérios e seu arsenal de caridades. Essa é a fórmula infalível para que a permanência do PT no poder seja eterna, enquanto dure o dinheiro dos contribuintes. . .

Enquanto essa situação perdurar, o Brasil  em Educação, está na rabeira do mundo, ocupando o 57º lugar, no percentual de alunos com aprendizado em português, matemáticas e ciências; e nos corredores da morte nos hospitais, faltam leitos, roupas, remédios, enfermeiros, médicos, anestesistas e também falta vergonha dos nossos dirigentes, isto é constatado em outros artigos nesta mesma edição da revista Época.

Fonte:

Revista Época nº 812

+ Acréscimos


Jc.

São Luís, 10/01/2014

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

A FÉ, UM REMÉDIO IDEAL




 
Não é milagre! A ciência começa a explicar por que ela ajuda a prevenir e vencer doenças, do infarto até o câncer.  Diante de uma porção de evidências, a medicina reconhece, afinal, que a espiritualidade ajuda a prevenir e vencer doenças; acelera mesmo a recuperação e dá forças para viver mais e melhor.

Não importa sua crença: ao que tudo indica, participar de cultos e encontros religiosos é, de fato, uma das fórmulas mais eficazes de reforçar a espiritualidade e colher suas vantagens, beneficiando o corpo. A constatação vem de um trabalho da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, com foco em muitos ritos brasileiros. Segundo os autores, a participação ativa dá mais controle sobre os desafios da existência, estejam eles ligados à saúde ou não.

A ciência já decifrou certos efeitos fisiológicos da espiritualidade.

Sistema nervoso  Pessoas que creem em algo maior e são altruístas tendem a apresentar cargas extras de neurotransmissores que respondem pelo bem-estar.

Imunidade  A espiritualidade potencializa a ação das células de defesa, reduzindo os riscos de infecções virais e bacterianas, além de ajudar a enfrentar o câncer.

Inflamação  Estudos mostram que pessoas religiosas possuem menos moléculas inflamatórias trafegando nos vasos, o que afasta infartos, tumores e outros problemas.

 Código Genético Ter e exercer a fé tornaria mais vagaroso o processo de encurtamento dos telômeros (as extremidades dos cromossomos), que leva ao envelhecimento.

Espiritualidade versos religiosidade Esses termos não são sinônimos e ainda há muito debate sobre suas definições. “A espiritualidade é a busca pessoal para entender questões como o sentido da vida e as relações com o sagrado e o transcendente, e isso pode ou não depender de práticas religiosas”, diz Sissy Fontes, expert  em espiritualidade e medicina da Unifesp. “Já a religiosidade consiste em seguir uma doutrina e a frequência com que se reza e se participa de eventos e rituais, em templos ou mesmo em casa”.

 A fé que vem de outro Um tema que ainda intriga os pesquisadores

é se (e quanto) funcionam as orações á distância, isto é, se a reza ou os pensamentos positivos de parentes ou até de desconhecidos ajudariam a melhorar o problema de um doente. “Um estudo com infartados recém-chegados à UTI demonstrou que pessoas contempladas nas preces de um grupo tinham menos complicações. Seria uma forma de interferência positiva, mas o paciente precisa estar aberto a receber essa ajuda e ele mesmo desenvolver a sua fé”, analisa Sissy Fontes. Mas como explicar o efeito dessa prece á distância? Com a palavra á física quântica.

O lado negro da força A religiosidade, por outro lado, pode, sim, atrapalhar o estado de saúde e a recuperação de uma doença. Isso acontece, em geral, por três razões: 1ª Encarar os problemas apenas como castigos divinos, o que abala a expectativa de melhora. 2ª Algumas religiões têm regras mais duras, capazes de gerar estresse. Não é atoa que doutrinas punitivas ou fanáticas já estão associadas a um aumento da pressão arterial. 3ª Ter uma atitude passiva e largar tudo nas mãos de um ser superior, negligenciando inclusive as prescrições médicas. “Espiritualidade e tratamento convencional devem sempre estar juntos”, ressalta o psicólogo Esdras Vasconcelos.

Espiritualidade na faculdade Considerar as crenças do paciente dentro do consultório exige que o profissional de saúde esteja apto a lidar com isso. Esse é um hábito que ainda é exceção no Brasil e que encontra certa resistência da própria classe médica. “Essa visão é fruto da falta de treinamento e abordagem do tema na universidade”, avalia Harold Koenig. De acordo com uma pesquisa da Unifesp, apenas 10% das faculdades de medicina nacionais têm cursos específicos sobre espiritualidade e bem-estar, e 40% tratam isso pelo menos de forma indireta no currículo, enquanto nos Estados Unidos esse índice supera os 90%.

A educação religiosa desde a infância também resguardaria os jovens de caírem na tentação de usar e abusar das drogas. “Há indícios de que a espiritualidade estimula a porção frontal do cérebro, que responde pela nossa capacidade de controle”, comenta Moreira Almeida.

Diante dessa abundância de dados, é natural reconhecer que há uma correlação entre longevidade e existência espiritualizada. Só vai depender dos próprios profissionais de saúde. “É uma pena que existam ainda tantos especialistas considerando irrelevante esse assunto. Temos dados comprovando de que um médico mais sensível às questões espirituais do paciente favorece o seu tratamento”, analisa o psiquiatra Michael King, do University College London Medical School, na Inglaterra. “A ideia é visualizar se a pessoa possui uma crença, se a professa e a frequência com que faz isso. Não se trata de prescrever oração como se fosso remédio, mas, partindo do interesse do paciente, procurar uma forma de usar a espiritualidade a seu favor”, completa Lucchese.

O “Evangelho Segundo o Espiritismo” no seu capítulo XIX, com o título “A Fé Transporta Montanhas”, nos informa que o magnetismo é uma das maiores provas do poder da fé em ação; é pela fé que ele cura e produz esses fenômenos estranhos que, outrora, eram qualificados de milagres. Em certas pessoas, a fé parece de alguma sorte inata; uma centelha basta para desenvolvê-la. No “Novo Testamento”, em Mateus cap.8 vrs.5 a 13, encontramos a maior prova de fé. Um centurião se apresentou a Jesus, implorando: “Senhor, o meu criado jaz em casa, de cama, paralítico, sofrendo horrivelmente”. Jesus lhe disse: ”Eu irei curá-lo”. Mas o centurião respondeu: “Senhor, não sou digno de que entres em minha casa; mas apenas manda com uma palavra e o meu rapaz será curado”. Ouvindo isto, admirou-se Jesus e disse aos que o seguiam: “Em verdade vos afirmo que nem mesmo em Israel achei fé como esta”. Então disse Jesus ao centurião: “Vai-te, e seja feito conforme a tua fé”. E naquela mesma hora, o servo foi curado.

Esta passagem representa a fé que vem de longe. Jesus não precisou ir até a casa do centurião, para realizar a cura do doente. Assim também com fé, nós podemos pedir pelos que se encontram enfermos ou necessitados de um amparo espiritual, estejam perto ou longe, o importante é a nossa fé inabalável e consistente. Para maiores esclarecimentos, acessem o artigo “A Fé Consistente”.

Fonte:

Revista “Saúde é Vital” – 12/2013

Evangelho – Novo Testamento

+ Pequenas modificações

 

Jc.

São Luís, 22/12/2013

 

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

A EDUCAÇÃO FÍSICA

  


 
Por que a educação física é importante para seus filhos? Por meio dessa disciplina e sob orientação de profissionais, os jovens aprendem e se preparam para desenvolver as habilidades de ser, conhecer, conviver e fazer – os quatros pilares que dão base ao ensino, segundo a Unesco.

Aulas de educação física significam muito mais do que atividades corporais. Por meio dos conhecimentos específicos dessa disciplina e da prática constante de atividades físicas e esportivas, seu filho/filha desenvolve competências, capacidades e habilidades, associadas às dimensões afetivas, cognitivas, sociais, psicomotoras e valores. Terá ainda que aprender a dividir tarefas, de modo a encontrar soluções para todo tipo de situação, inclusive as derrotas. Pela participação em atividades coletivas ele deixará de pensar apenas em si mesmo para contribuir com o bem-estar das outras pessoas.

A educação física ajuda o filho a se desenvolver.

Melhora as habilidades motoras, e quanto mais experiência motora seu filho desenvolver, mais preparado ele estará para corresponder aos desafios da existência; estimula as capacidades cognitivas, desenvolvendo o raciocínio lógico, exercitando o planejamento, estimulando a memória, ajudando a compreender situações e estratégias e ensinando a resolver problemas; confere domínio corporal, pois ao fazer atividades físicas e esportivas seu filho também vai testar seus próprios limites físicos, conquistando o controle sobre seu próprio corpo, e conhecendo diferentes formas de se relacionar com os outros e com o ambiente. Jogando, dançando ou lutando, se exercitando de acordo com estilos e técnicas; aprimorando as competências através da prática de atividades físicas e esportivas, do ponto de vista psicológico e intelectual, melhora a concentração e ainda promovendo a disciplina e a determinação.

A educação física ajuda a identifica os problemas corporais.

Valorizando a consciência corporal, não pretende formar atletas, mas pessoas conscientes de si mesmas e do próprio corpo, sem que o culto do corpo seja o objetivo; reeduca a postura, pois ela é fundamental para melhorar o rendimento sem prejudicar o corpo inteiro, que provoca um desconforto quando incorreta; dá o sinal de alerta como está o organismo, sendo possível detectar problemas como obesidade, desnutrição, déficit de crescimento, distúrbios biológicos e neurológicos, que podem ser tratados sem que haja problemas na fase adulta.            

 A educação física trabalha o equilíbrio emocional.

Revelando o verdadeiro desafio que não é superar o colega, mas a si mesmo; prepara para a vitória ou a derrota, pois toda prática esportiva tem altos e baixos; na vitória, festeje, na derrota se conforme; estimula a autonomia, pois é importante fazer uma escolha, mesmo nos momentos de tensão; mostre ao seu filho que nada é garantido e que cada situação tem um fim imprevisível, estimulando-o a superar os riscos para que se torne capaz de dominar as frustrações; as atividades físicas e esportivas reforça a autoestima liberando hormônios favorecendo o bem-estar e a confiança em si mesmo;  valoriza a criatividade, pois o jovem que elabora várias formas de fazer uma tarefa, terá vivência maior para enfrentar situações adversas no futuro.

A educação física ensina a trabalhar em equipe.

Mostra a importância de partilhar e entender que o mais importante é a equipe e não ele mesmo; ensina a enxergar as outras pessoas e assim, cada um é estimulado a se identificar com o outro em diferentes ambientes e situações, enfatizando que todos são iguais, mas têm habilidades distintas que ajudam a fortalecer o todo; a harmonia do conjunto só será atingida se for trabalhado o desenvolvimento de todos os integrantes, com suas diferentes capacidades e habilidades; reforça que todos são importantes cada um assumindo diferentes papéis no grupo ou equipe. Assim ele aprenderá a respeitar os outros; ensina a lidar com os riscos e situações, escolhendo esta ou aquela resposta que poderá ser benéfica para si ou o grupo; ensina a repensar as estratégias e as alternativas para várias situações vivenciadas.

A educação física reforça o valor da cooperação.

A importância de colaborar, praticando atividades físicas ou esportivas com o foco na cooperação; enquanto é instigado a cooperar para resolver um problema, ganha liberdade para se expressar mostrando o seu jeito de ser; mostrando ainda novas saídas para as situações para os problemas diários; fomenta a confiança no próximo onde deve existir uma relação de troca de informações onde aprendem a conversar sobre o que não deve ser silenciado;

A educação física ajuda na relação entre pais e filhos.

Evita a cobrança exagerada sobre o processo de construção de hábitos para um estilo de existência ativa e saudável; incentiva as escolhas do seu filho/filha, para descobrir quais as atividades físicas ou esportivas que eles mais se identificam...

 

Fonte:

Cartilha de Educação Física

Revista “Saúde” – 09/2013

+ Pequenas modificações

 

Jc.

São Luís, 29/9/2013

 

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

A SOCIEDADE HIPER-MODERNA




  
Estamos vivendo os primeiros anos do século 21 e do terceiro milênio. Indiscutivelmente, percebemo-nos envolvidos por um contexto de capitalismo avançado, de consumo desenfreado, globalizado e de tecnologia e informatização. Muito se tem discutido sobre como denominar essa época. Gilles Lipovetsky, um dos melhores analistas dos paradoxos da nossa sociedade, afirma que vivemos a hipermodernidade; uma sociedade marcada pelo signo do excesso, pela cultura da urgência e do sempre querer mais.

Ele sustenta que essa sociedade é marcada pela funcionalidade, pelo movimento, pela fluidez e pelo declínio das tradicionais estruturas de sentido, em que os grandes sistemas de representação no mundo são tomados como objeto de consumo. Segundo o filósofo, a hipermodernidade lança mão do poder de dispositivos oriundos da lógica do consumismo e da moda – a novidade, o entretenimento e o bem estar. Tal lógica traz consigo uma das marcas do individualismo contemporâneo que é o culto ao presente. Urgência e instantaneidade são as novas medidas do tempo, reflexos da lógica do mercado. Assim, são, especialmente, a intensidade (velocidade) e a quantidade (volume de informações) as características gradativamente mais influentes no movimento das transformações atuais.

Atentemos para o exemplo das relações humanas que, não raramente, são de pouca duração. Tudo passa rapidamente; tudo é descartável. Imerso no frenesi da busca incessante e desenfreada pela satisfação plena, ocupado em ganhar mais para poder gastar mais e ainda estressado pela constante demanda de mais velocidade e produtividade, o ser humano contemporâneo não dispõe do tempo necessário para repensar suas experiências. Dessa forma, o indivíduo projeta no mundo dos objetos a solução para o enigma fundamental de sua existência. Fica claramente perceptível se tomarmos o fenômeno do consumo como exemplo: comprar pode ser uma tentativa de preencher um vazio interno, não apenas com objetos, mas especialmente com o que eles representam. Consumir uma marca significa consumir uma identidade.

Lipovetsky afirma ainda que vivemos numa sociedade que se torna cada vez mais porosa, onde as pessoas buscam realizar qualquer tipo de fantasia em busca de seu prazer. Ao contrário da ideia de contenção que se percebia em períodos anteriores, evidenciada, por exemplo, na intensa repressão dos impulsos sexuais, a nossa sociedade, de maneira geral, parece nos impelir ao prazer. Somos todos convocados a sermos autônomos, vencedores consumistas e realizadores. Devemos buscar sempre alcançar aquilo que representaria nossa felicidade, mas, evidentemente, estamos sempre nos sentindo aquém da realização desse desejo. Na hipermodernidade, nosso dever é ser feliz.

Desvinculado da tradição, o indivíduo se ressente da falta de uma referência que o oriente, balize suas ações e decisões morais; uma referência que o envie a uma figura reguladora, seja a ciência a razão ou Deus. Esse parece ser um aspecto essencial dos tempos atuais. Essa experiência se reflete também no conjunto de normas e valores que orientam a existência das pessoas. Tudo vale e se tudo vale nada vale. A falta de limites faz com que nos revelemos inaptos para lidar com as frustrações naturais da existência. Buscamos uma resposta imediata, pronta e certeira, que não nos exija um esforço de reflexão e interpretação. Não temos tempo a perder. Um novo pensar poderá abrir os nossos olhos?

A diferença fundamental entre a sociedade tradicional e a contemporânea é que hoje existe uma diversidade muito maior de instâncias que se propõem produtoras de sentidos e valores. Se na tradicional, a organização social obedecia a uma ordem vertical, em que as famílias e as empresas eram orientadas por uma figura superior (pai ou chefe), na hipermodernidade os ideais de pulverizaram, se horizontalizaram e, assim perderam a referência.

Os avanços do capitalismo moderno no que diz respeito ao aumento da produção industrial, do incremento nos transportes e na comunicação e o surgimento de novas técnicas, são os responsáveis pelo nascimento e desenvolvimento do consumo de massa. A sociedade, de modo geral, volta-se para o presente, para o novo, para o bem-estar, ou seja, consagra a ideologia do consumismo. A época da sociedade tradicional terminou. Tínhamos uma modernidade limitada; agora, é chegado o tempo da modernidade consumada, do consumismo que seria uma segunda modernidade, marcada pela angústia do ser humano de querer possuir tudo o que lhe vem aos olhos, frente à liberdade de escolha que a pós-modernidade lhe oferece.

Ninguém se contenta mais com o normal; é como se uma febre acometesse a pessoa para querer consumir tudo que seja supérfluo, que lhe chega ao pensamento ou aos olhos, mesmo que não tenha a mínima possibilidade de conseguir.  Essa é a sociedade hipermoderna...

 

Fonte:

Revista “Mundo Jovem” nº 24

Priscilla Braga

+ Supressões e pequenas modificações.

 

Jc.

São Luís, 16/9/2013

 

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

DIVALDO PEREIRA FRANCO




 
Divaldo nasceu em 5 de maio de 1927, na cidade de Feira de Santana, na Bahia, filho de Francisco Pereira Franco e de Ana Alves Franco. Desde a infância, se comunicava com os Espíritos. Ele cursou a Escola Normal Rural de Feira de Santana e se formou em professor primário em 1943.

Quando criança, a amizade de um Espírito em forma de criança alegrou ainda mais os seus dias. Era o índio Jaguaraçu, que quer dizer “Onça Grande”. Esse Espírito vinha brincar com Divaldo no quintal de sua casa todos os dias. Os dois amiguinhos brincavam sem perceberem as horas passarem; eles subiam em árvores, corriam pelo quintal e colhiam musgos e folhagem na época do Natal, para enfeitar as lapinhas, como eram chamados os presépios.

Ainda jovem, foi abalado pela morte do seu irmão mais velho, que o deixou traumatizado e enfermo. Foram consultados diversos médicos, sem obter nenhum resultado satisfatório. Foi então que a mão amiga de dona Ana Ribeiro Borges o conduziu à Doutrina Espírita, libertando-o do trauma e trazendo a consolação tanto para ele como para toda a família. Em 1945, já com 18 anos, ele mudou-se para Salvador, onde foi aprovado em concurso, para o IPASE, tendo ingressado como funcionário em 5 de novembro de 1945.

Divaldo como espírita convicto, fundou o Centro Espírita Caminho da Redenção em 7 de setembro de 1947. Dois anos depois iniciou a sua tarefa de psicografia. Diversas mensagens foram escritas por seu intermédio. Sob a orientação dos Mentores Espirituais, guardou tudo o que escreveu, até que um dia recebeu a recomendação de que queimasse tudo o que escrevera até ali, pois tudo não passava de simples exercício.

Em seguida vieram novas mensagens assinadas por diversos Espíritos, entre eles, Joanna de Ângelis, que durante muito tempo apresentava-se como “um Espírito amigo”, ocultando-se, à espera do instante oportuno para se apresentar, Joanna, então revelou-se como sua orientadora espiritual, escrevendo muitas mensagens, num estilo agradável repassado de profunda sabedoria e grande amor, confortando as pessoas necessitadas do amparo espiritual.

Em 1964, Joanna de Ângelis selecionou várias mensagens de sua

autoria  e enfeixou-as no livro “Messe de Amor”, que se tornou o primeiro livro psicografado por Divaldo. Atualmente o médium é recordista e conta com centenas de títulos publicados, e cerca de 5 milhões de exemplares vendidos. Aproximadamente 100 livros já foram traduzidos para mais de 15 idiomas, entre eles: O albanês, o alemão, o esperanto, o espanhol, o italiano, o norueguês, o polonês, o russo, o sueco, o tcheco e o turco. Psicografou o livro “Hacia las Estrelas”, inteiramente em espanhol, sendo o primeiro livro, escrito em um idioma que não é o do médium, que foi traduzido para o português com o título “Rumo as Estrelas”.

Desde 1952, mais de 600 crianças já foram educadas sob o regime de Lares Substitutos. 300 crianças e jovens carentes são atendidas diariamente pela “Mansão do Caminho”, que desenvolve ainda várias outras atividades beneficentes. Mas de 300 mil crianças já passaram pela assistência, cursos e oficinas da Mansão do Caminho, desde 1952.

Desde 1947, Divaldo já realizou mais de 10 mil conferências, em mais de 300 cidades do Exterior, e em 700 cidades de 25 estados no Brasil. Já esteve fazendo palestras em 53 países, sendo 21 nas Américas, 20 na Europa, 5 na África, 6 na Ásia e 1 na Oceania. Já fez 6 conferências na ONU; falou em mais de 40 universidades da América, Europa e África. Concedeu mais de 200 entrevistas a rádios e TVs no Exterior, sendo 3 vezes na Voz da América, uma rádio em língua hispânica. No Brasil, já concedeu mais de 800 entrevistas para emissoras de TV e 174 emissoras de rádio.

Convidado pela ONU, Divaldo Franco participou do I Encontro Mundial pela Paz, no ano de 2.000, na reunião de cúpula com lideres religiosos de todo o mundo, para debater e produzir uma proposta de Paz, fato inédito na história da Humanidade. A maioria das guerras, na história da humanidade foi causada por religiosos, sedentos pela supremacia e poder temporal. O Encontro Mundial pela Paz, já produziu resultados: 1º Criação do segmento “Religiosos pela Paz”, na cúpula da ONU, para trabalharem junto aos delegados políticos objetivando a Paz no Planeta até o ano de 2021;  2º Elaboração de um documento com sugestões a todos os governos da Terra, destacando a importância do desarmamento mundial de todos os artefatos bélicos, inclusive os bacteriológicos e químicos.

Comparecerem ao aludido Encontro, 749 delegados de 73 países, num total de 3.000 representantes, do Budismo, Hinduísmo, Xintoísmo, Masdeísmo, Igrejas Católica e Ortodoxa e Doutrina dos Espíritos. As propostas aprovadas em prol da Paz são: 1ª A Paz para todos; 2ª Trabalhar para acabar com a miséria no mundo; 3ª Respeito ao Meio Ambiente; 4ª O Perdão e a Reconciliação de todos os povos. Se existir unidade de pensamento entre os 4 bilhões e 800 milhões de religiosos em todo o mundo, poderemos acabar com as guerras, já que elas são provocadas por intolerantes e psicopatas que estimulam o ódio e a vingança.

Divaldo considerou a reunião emocionante, porque foi um encontro mundial de líderes religiosos em que, pela primeira vez na História,  não houve briga. Ao abordar sua religião, um líder judeu afirmou que para ser respeitada sua crença, ele deveria respeitar as outras religiões, já que não era a única. Nesse momento Joanna de Ângelis, disse ao médium:  “Deus tomou um imenso espelho no qual Ele estava refletido e atirou-o á Terra. Ao bater no solo, fragmentou-se em mil pedaços. Cada criatura da Terra ao pegar-lhe um pedaço, ficou com um fragmento que reflete Deus, mas ninguém conseguiu a posse  total, razão porque Deus se revela proporcionalmente ao nível de consciência e inteligência de cada um. Assim são as religiões: Se encarregam de revelar parcialmente Deus, sem o fazer em sua totalidade”.

Divaldo Franco é uma pessoa simples, culta, com mais de 50 anos dedicados aos meninos de rua e à sua mediunidade, tanto no meio espírita como fora dele sendo o cartão de visita que lhe granjeou respeito e credibilidade, como uma pessoa de destaque mundial.

Complemente o assunto, acessando o artigo “A Mansão do Caminho”.

 

Fonte:

Revista Espírita “O Consolador”

+ Pequenas modificações

 

Jc.

 São Luís, 16/12/2013

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

A MANSÃO DO CAMINHO




 
A Mansão do Caminho foi fundada em 15 de agosto de 1952, e o primeiro local da Mansão do Caminho, nome dado em homenagem a “Casa do Caminho” dos primeiros cristãos, situava-se na Rua Barão de Cotegipe 124, no bairro da Calçada. Somente em 1955, foi adquirido o terreno onde foi construída a nova sede da Mansão do Caminho, localizada a Rua Jayme Vieira Lima 104                                           no bairro Pau de Lima, em Salvador. A sua fundação se deu quando Divaldo Franco e Nilson de Souza Pereira se conheceram em agosto de 1945, quando Divaldo lecionava na Escola de Datilografia Nossa Senhora do Carmo, no bairro dos Quinze Mistérios, em Santo Antônio, na cidade de Salvador, capital da Bahia, onde Nilson se matriculou para o curso de datilógrafo. Nesse dia, nasceu uma amizade, uma fraternidade espiritual que, alicerçada e fomentada pela Doutrina Espírita, duraria por toda a existência.

A Mansão do Caminho é uma obra social do Centro Espírita Caminho da Redenção e está construída numa área de 78 mil metros quadrados, envolvida pelo verde da mata nativa e pelo colorido dos seus jardins, sendo um   admirável complexo educacional e assistencial, contando com 50 edificações, fora as construções em andamento, distribuídas em ruas, bosques e lago, onde são atendidas três mil crianças e jovens de famílias de baixa renda. São desenvolvidas várias atividades como, por exemplo: Creche, escolas de Ensino Pré-Escolar, Básico e Fundamental, além de Informática, Cerâmica, Panificação, Bordados, Tapeçaria, Reciclagem de Papel, Atendimento Fraterno, Caravana Auta de Souza, Casa da Cordialidade e Bibliotecas. Para funcionar todo esse trabalho, a Instituição conta com mais de 200 funcionários, além de 400 colaboradores voluntários permanentes.

A Creche acolhe diariamente cerca de 150 crianças de dois meses a três anos de idade, com dedicação e carinho, alimentando-as cinco vezes ao dia, conforme a idade e a necessidade nutricional da criança, que são banhadas e vestidas, tendo no corpo de funcionários, uma pedagoga, uma assistente social, uma nutricionista, auxiliares de enfermagem, educadoras e duas médicas pediatras, fornecendo ainda o medicamento ministrado na Creche e doando para ser levado para casa, proporcionando também atividades recreativas e pedagógicas. No final da tarde, todas as crianças levam para casa cinco pães e, nos fins de semana, um farnel com gêneros alimentícios, principalmente leite.

Na área da Saúde, existe a Policlínica, Laboratório e o Centro de Parto. Na Policlínica existe um Posto Médico, que, com o passar do tempo, cresceu e passou a atender a população do bairro Pau de Lima e adjacências, composto  de um Laboratório que atende aos alunos, funcionários e as pessoas assistidas pela Instituição, desenvolvendo ainda o Projeto Saúde Integral, envolvendo mais de 600 assistidos, entre recém-nascidos, crianças, adolescentes,  gestantes e idosos. O Centro de Parto, Marieta de Souza Pereira, uma homenagem à mãe de Nilson de Souza Pereira, está equipado e com seis leitos para o conforto das parturientes e do obstetra no seu trabalho abnegado.

Na área de Informática, mantem curso permanente de informática básica e manutenção de computadores; na área gráfica, produz e comercializa toda a obra espírita e doutrinária psicografada pelo médium Divaldo Franco e assistido pela sua mentora Joanna de Ângelis.

Visitando a Mansão do Caminho, anos atrás, os confrades Elza e Marcos Guapo, da cidade de Astorga-PR colheram e registraram em texto o que viram, do qual extraímos as informações sintetizadas em seguida:  A Mansão do Caminho, situa-se no bairro de Pau de Lima, um dos bairros mais pobres da cidade de Salvador, onde a miséria é claramente visível o dentro do qual Divaldo, Nilson e outros companheiros construíram uma verdadeira cidade.

A Mansão possui vários locais onde voluntários confeccionam peças para bazares beneficentes voltados para gestantes. As crianças recebem tratamento médico e hospitalar, dentários e psicológicos, o que é realizado tanto por voluntários quanto por profissionais renumerados. Esses benefícios são estendidos à população do bairro, que é como dissemos muito necessitada. A Instituição serve também, diariamente, sopa para muitas famílias e também cestas básicas para as famílias mais carentes.

Existe ainda uma gráfica na Mansão que dispõe de equipamentos de última geração em matéria de impressão, e é nela que são editadas as obras da psicografia de Divaldo Franco, e que são distribuídas por todo o Brasil e para vários países da América do Norte, América do Sul e para a Europa e Ásia.

A Mansão do Caminho realiza todo esse trabalho e se mantém independente com recursos próprios sem qualquer auxílio público. Ela é mantida por toda a renda arrecadada com a venda dos livros psicografados pelo médium Divaldo Pereira Franco. Neste ano a Mansão do Caminho completou 61 anos de atividades dedicadas ao auxílio e amparo aos mais necessitados, cumprindo a orientação de Jesus quando disse: “Faze ao teu próximo tudo o que desejares para ti mesmo”.

A Mansão do Caminho é uma das muitas Instituições Beneficentes Espíritas espalhadas pelo Brasil, prestando um trabalho social com dedicação e amor. Quem desejar visitá-la ou receber maiores informações deve entrar em contato pelo telefone 71 – 3409-8320

 

Fonte:

Jornal “O Imortal” – 09/2013

Internet

 

Jc.

São Luís, 18/10/2013