quinta-feira, 3 de setembro de 2015

O QUE É A RIQUEZA PARA VOCÊ?






  Esta pergunta foi feita a diversas pessoas de três grupos.
O primeiro grupo, respondeu da seguinte maneira:
Um arquiteto – É ter muitos projetos que me permitam ganhar muito dinheiro.
Um engenheiro – É construir edifícios que sejam úteis e eu muito bem pago.
Um advogado – É defender muitos casos que me deem muito lucro.
Um médico – É ter muitos pacientes e poder ganhar para comprar uma bela e grande casa.
Um gerente – É manter a empresa em alto nível de lucro e créditos.
Um atleta – É ganhar fama e reconhecimento mundial e ter patrocinadores que me paguem bem.
O segundo grupo, respondeu:
Um preso – Seria caminhar livre pelas ruas.
Um cego -  Seria ver a luz do sol e as pessoas que quero bem.
Um surdo-mudo – Seria escutar o som das notas musicais e poder dizer às pessoas o quanto eu as amo.
Um inválido -  Seria poder correr em uma manhã ensolarada.
Um mendigo – Seria poder me banquetear numa mesa cheia de comidas.
Um órfão -  Seria poder ter uma família que me amasse.
O terceiro grupo, respondeu:
Uma pessoa em estado terminal – Seria viver por mais alguns dias.
Uma enfermeira – Seria poder restituir a saúde aos moribundos.
Uma professora – Seria meus alunos nunca serem reprovados.
Um doador de sangue -  Seria poder salvar algumas vidas.
Chico Xavier – O Criador me fez rico, porque a riqueza para mim significa o meu trabalho e o serviço em benefício do meu próximo.
Para muitas pessoas, os amigos sinceros e leais são a maior riqueza que existe neste mundo.
O Evangelho Segundo o Espiritismo nos informa que a riqueza, sem dúvida, pode ser um meio de salvação nas mãos daquele que dela sabe se servir se é empregada com discernimento, porém  é uma prova muito difícil, mais perigosa que a miséria, pelos seus arrastamentos, as tentações que dá e a fascinação que exerce; sendo o excitante supremo do orgulho, do egoísmo e da vida sensual e o laço mais perigoso que liga o ser humano à Terra e afasta seus pensamentos do céu, produzindo uma tal vertigem que se vê, frequentemente, aquele que passa da miséria à riqueza, esquecer depressa sua primeira condição e aqueles que o ajudaram; tornando-se egoísta, insensível e maldoso.
Quando Jesus disse ao jovem que o interrogou sobre os meios de ganhar a vida eterna: - “Desfazei-vos de toda a vossa riqueza e segui-me”, Ele não queria estabelecer como princípio que cada um deva se despojar daquilo que possui, e que a salvação só tem esse preço; mas mostrar que “o apego aos bens terrenos é um obstáculo à salvação”. Esse jovem se acreditava quite porque tinha observado certos mandamentos, entretanto, recua ante a ideia de abandonar sua riqueza; seu desejo de obter a vida eterna não ia até esse sacrifício.
A proposição que Jesus lhe fez era para pôr a descoberto o seu pensamento; ele podia ser um perfeito homem honesto, não fazer mal a ninguém e ter todas as demais virtudes, mas não ia até a abnegação. O que Jesus quis demonstrar era uma aplicação do princípio: “Fora da Caridade não há Salvação.”
Se a riqueza é a fonte de muitos males, se ela excita tanto as más paixões, se provoca tantos crimes, é preciso tomar-se não a coisa, mas o ser humano que dela abusa como abusa de todos os dons que Deus lhe dá. Se a riqueza devesse produzir somente o mal, Deus não a teria colocado sobre a Terra. Ela também é um poderoso elemento de progresso moral e de progresso intelectual.
A desigualdade das riquezas terrenas é um problema que se procura em vão resolver. A primeira questão que se apresenta é: Por que todos os seres humanos não são igualmente ricos? Não o são por uma razão muito simples: é que nem todos são igualmente inteligentes, ativos e laboriosos, para adquirir, nem moderados e previdentes para conservar. Aliás, a fortuna, igualmente repartida, daria a cada um uma parte mínima e insuficiente; que, se essa repartição fosse feita, o equilíbrio estaria logo rompido, pela diversidade dos caracteres e das aptidões., o que seria o aniquilamento de todos os grandes empreendimentos que concorrem para o progresso  e o bem-estar da humanidade. Se Deus a concentra em certos pontos, é porque daí ela se espalha em quantidade suficiente segundo as necessidades.
Deus não quer que a fortuna fique muito tempo improdutiva e, por isso, a desloca incessantemente; cada um deve possuí-la  para experimentar servir-se dela e provar o bom uso que dela sabe fazer, e se todos a tivessem ao mesmo tempo, ninguém trabalharia e a humanidade pereceria. Há ricos e pobres porque Deus sendo justo, cada um deve trabalhar a seu turno; a pobreza é para uns a prova da paciência e da resignação; a riqueza  é para outros a prova da caridade e da abnegação. Tanto o pobre, por meio do seu trabalho, da sua inteligência e da sua previdência, pode passar a ter riqueza, como o rico por meio da sua incapacidade e imprevidência, vir a tornar-se um pobre. Porém, o ser humano só pode gozar dos bens materiais durante sua permanência na Terra, enquanto que a riqueza moral, sentimentos nobres e ações beneficentes serão recompensados tanto na Terra como na Espiritualidade, para onde iremos um dia.
“A riqueza não pode e deve ser medida pelo dinheiro, mas por aquelas coisas que você não trocaria por dinheiro nenhum”.
Para mim (Jc), a riqueza significa a minha existência com saúde, a consciência em paz comigo mesmo meus familiares e a humanidade.
Agora eu pergunto: Você que leu todas estas respostas e o assunto abordado, o que representa para você a riqueza?
Fontes:
Internet
Evangelho de Jesus
“Evangelho Segundo o Espiritismo”
+ Acréscimos e modificações.

Jc.
São Luís, 11/8/2015

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