quinta-feira, 27 de agosto de 2015

DÊ UMA CHANCE A VOCÊ MESMO






 Certamente você já tenha feito perguntas a si mesmo, como estas:
De onde vim ao nascer?  Para onde irei depois da morte?  O que há depois dela? Por que uns sofrem mais do que outros?  Por que uns têm determinada aptidão e outros não?  Por que uns nascem em lares ricos e outros em lares pobres? Por que uns nascem cegos, aleijados, débeis mentais, enquanto outros nascem saudáveis e inteligentes? Por que, uns que são maus, sofrem menos que outros, que são bons?  Por que Deus permite tamanha desigualdade entre seus filhos?...
A maioria das pessoas, vivendo a existência atribulada de hoje,  não está interessada nos problemas fundamentais da existência. Elas se preocupam apenas com seus negócios, seus problemas particulares, seus prazeres, e acham que questões como “a existência de Deus” e “a imortalidade da alma” são da competência de sacerdotes, de religiosos, de filósofos e teólogos.
Quando tudo vai bem, elas nem se lembram de Deus, de agradecer por tudo de bom que lhe acontece; quando se lembram, é apenas para ir a um templo fazer uma oração, como se tal atitude fosse simples obrigações das quais todos têm que se desincumbir de uma maneira ou de outra, sem qualquer outro sentido. A religião para elas é mera formalidade social, alguma coisa que as pessoas devem ter, e nada mais; no máximo será um desencargo de consciência, para estar de bem com Deus. Tanto assim, que muitas pessoas que se dizem religiosas, nem sequer alimentam firme convicção naquilo que professam, carregando sérias dúvidas a respeito de Deus e da continuidade da vida após a morte.
Quando, porém, tais pessoas são surpreendidas por um infortúnio; uma queda financeira desastrosa, a perda de um ente querido, uma doença incurável – fatos que podem acontecer na existência de qualquer pessoa – não encontram em si mesma, a fé necessária, nem a compreensão e resignação para enfrentar o problema com coragem, caindo, invariavelmente, no desespero... Onde encontrar orientação e a solução?
Há uma Doutrina que atende a todos esses questionamentos. Ela se chama: Doutrina dos Espíritos.  O conhecimento espírita abre-nos uma visão ampla e racional da vida, explicando-a de maneira
convincente, nos permitindo iniciar a nossa transformação íntima. Conselhos diretivos provocam mudanças, mas o primado é da reflexão. Ignoramos o tesouro que traz, os conhecimentos libertadores da Doutrina Espírita, um manancial que esclarece,  consola, orienta e que nos dá a base segura para prosseguir na jornada terrena. Ela não é um adorno, mas uma ferramenta de evolução, colete salva vidas nas situações difíceis, farol nas nossas indecisões e chave libertadora dos nossos medos.
A prática espírita nos apresenta ferramentas que trazem autonomia ao religioso, como o estudo que fomenta a reflexão, a prática da caridade que abranda a consciência e o coração, e a assistência dos bons Espíritos para nos direcionar e auxiliar nas nossas dificuldades. . . É necessário reconhecer a dádiva que a Doutrina dos Espíritos nos proporciona na encarnação.
Fórmulas mágicas, rituais, simbolismos e outros elementos naturais não podem nos escravizar. A prática espírita vem munida da reflexão vinculada à prática do bem e tem um caráter libertador, que nos possibilita prosseguir a passos firmes, no caminho da evolução.
Cada credo, cada segmento religioso trabalha a espiritualidade dos seus adeptos de acordo com a cultura, com a afinidade, a história e o seu grau de entendimento. A Doutrina Espírita apresenta um caminho que possui os elementos necessários para a nossa libertação e crescimento espiritual, nos possibilitando avançar com firmeza, fé e determinação, a caminho de nosso Pai Celestial.
Quem nunca esperou uma palavra orientadora e consoladora dos Espíritos?  O convite está feito e a Doutrina é um dos caminhos que nos permite isso de maneira autônoma, consciente, na nossa tarefa, rumo á evolução que realizamos pouco a pouco, dia a dia, existência a existência...
Fonte:
Federação Espírita do Paraná
Jornal “Brasília Espírita”-  5/6-2015
Marcus Vinicius de Azevedo Braga
+ Modificações e acréscimos.

Jc.
São Luís, 29/5/2015

Nenhum comentário: