segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

ALGUMAS DICAS PARA UMA BOA SAÚDE





  A revista “Saúde é Vital” de 10/2014, nos informa das cinco cores, sendo esse o número mágico para blindar o corpo, especialmente o coração, de doenças. A orientação para comer cinco porções de frutas e hortaliças todos os dias não é uma novidade, já que foi estabelecida pela Organização Mundial de Saúde, desde os idos de 1990. Apesar disso, ela é solenemente ignorada, como se nunca tivesse existido.
No Brasil, apenas 10% da população consegue alcançar essa meta. O momento é oportuno para lançar luz sobre o assunto, com dados de 830 mil pessoas, cuja conclusão não deixa dúvidas. Para exibir uma saúde de ferro, é essencial investir nas cinco porções diárias. Segundo a pesquisa, mais do que isso não ofereceria vantagens extras. Ao comparar pessoas fãs de frutas, verduras e legumes com  outras pessoas que não consomem esses alimentos, a equipe de cientistas chegou a seguinte conclusão: “Com base nos nossos achados, um indivíduo que come cinco porções diárias de vegetais tem uma redução de 25% no risco de morrer por qualquer doença, em comparação com quem quase nada consome, e de cinco em diante, não vimos benefícios adicionais”, conta o epidemiologista Wei Bao, dos Institutos Nacionais de Saúde, nos Estados Unidos.
AS cinco cores que representam os vegetais, são: Branca, representando os alimentos que são fontes de flavonoides que nos protegem dos radicais livres. Entram nesse grupo maçã (polpa), pera, banana, couve-flor, gengibre, graviola e pinha(ata).  laranja, ou amarelo que tem a vitamina C, que fortalece o sistema imunológico e também betacaroteno, um protetor da visão: Abóbora, caju amarelo, caqui, carambola, cenoura, damasco, jaca, laranja, manga amarela, mamão, melão e tangerina, fazem parte da equipe. Verdes, Abacate, Alface, couve, espinafre e rúcula, possuem luteína e zeaxantina que ajudam a derrubar o risco de problemas nos olhos e entupimento dos vasos. Vermelhas, formado por acerola, caju vermelho, framboesa, goiaba, manga vermelha, melancia, morango, pimentão e tomate, concentra licopeno, substância que faz baixar o colesterol e afastar os cânceres de próstata e mama. Roxos, do açaí, ameixa, amora, a casca da berinjela, figo, sapoti e a uva, que possuem a antocianina, que auxilia no controle do colesterol, na prevenção da obesidade e na luta contra tumores.
As porções das frutas podem ser: Abacate ½ Abacaxi 1fatia, Ameixa 2,   Ata, (pinha ou fruta do conde) 1, banana 1, caju 1 ½, carambola 2, caqui 1, damasco 3, figo 1, framboesa 5, goiaba 1, graviola (jacama) 6 fatias, jabuticaba  20, kiwi 1, laranja 1, manga 1,  mamão papaia ½, melancia 2 fatias, melão 2 fatias, morango 7 a 10, pera 1, pêssego 1, sapoti 1, tangerina 1, uvas 8.
As porções de legumes e verduras podem ser:  abóbora cozida 2 colher sopa, agrião 22 ramos,  alcachofra cozida ¼ , alface 10 folhas, aspargos cozido 6 ½, berinjela cozida 2 colheres sopa, beterraba cozida 3 fatias, brócolis cozidos 4 ½, cenoura cozida 7 fatias, chuchu cozido 2 ½ colheres sopa,  couve-flor cozida 3 ramos, espinafre cozido 2 ½ colher sopa, palmito 2, pepino 8 fatias, pimentão  8 fatias, repolho 5 colheres sopa, rabanete 3, rúcula 15 ramos, tomate 4 fatias.
O limite em termos de benefícios, está no fato de que precisamos seguir uma dieta equilibrada, formada por todos os grupos alimentares; carnes, ovos, peixes, lácteos, vegetais e cereais, e também porque nosso organismo não consegue  aproveitar todas as substâncias. Necessitamos de determinada quantidade de vitamina C por dia; o excedente é eliminado. Logo, para tirar o corpo da mira de uma doença ninguém precisa deixar a geladeira igual a uma feira livre. Se você já come uma fruta, experimente colocar mais uma no cardápio. “Parece pouco, mas é o dobro. E qualquer acréscimo é bem-vindo, porém, não esqueça de que para sua saúde e bem-estar deve ser contínuo”, diz a nutricionista Marcia Otto, professora da Universidade do Texas, nos Estados Unidos. “Não se engane pela quantidade que parece pequena mesmo, e nos surpreende mais, devemos levar em conta que não estamos falando de medicamentos”, complementa. De fato, frutas e hortaliças não são remédios. Mas têm princípios ativos e preciosos. Se por alguma razão não der para fazer um balanço justo entre frutas e hortaliças, a dica da nutricionista Márcia é preferir as primeiras. “Estudos mostram que as frutas são mais vantajosas, já que reúnem maiores doses de fibras e antioxidantes”, complementa.
Para termos uma ideia, banana, laranja e maçã – as frutas mais consumidas no Brasil, de acordo com o IBGE, - são poços de vitamina C. “Esses nutrientes favorecem o sistema imunológico e a visão’, informa Fernanda, da RGNutri.
Entre os minerais, vale destacar o potássio, um composto valiosíssimo que anda em baixa no organismo dos brasileiros, e em alta nos vegetais, de modo geral. Sua função é atuar relaxando as artérias e evitando, assim, o aumento da pressão e a prevenção de ataques cardíacos e derrames.
Outro ponto em comum entre as frutas, verduras e legumes é que esses alimentos são grandes fornecedores de fibras, tanto solúveis como insolúveis e de novo, substâncias pouco privilegiadas no cardápio brasileiro. As vantagens de mandá-las para o nosso organismo é que botam o intestino para andar e eliminam moléculas de colesterol para fora do corpo. Ao dar fim ás moléculas gordurosas, as fibras diminuem as possibilidades de piripaques no coração, além de ajudarem a manter os quilos extras longe do nosso abdômen. “É que contribuem para a saciedade, o que resulta em menos abusos à mesa”, explica Maria do Carmo, da UFV. E, com a barriga enxuta, um monte de doenças sérias, entre elas a hipertensão, o diabete e o câncer, viram ameaças distante.
A revista “Saúde é Vital” de 12/2014, nos dá algumas dicas sobre a nutrição Uma delas tem o título “Um sal sem sódio”, e diz o seguinte: - “O produto destinado especialmente a hipertensos, é o primeiro da categoria lançado no Brasil. Imagine o leitor salgar a comida sem medo de ver a pressão decolar. É isso o que promete o Bio Salgante, tempero lançado no país pela Matrix Health. No lugar do sódio, mineral conhecido por apertar os vasos, o produto  concentra potássio, nutriente que faz o oposto – ou seja, relaxa as artérias. Segundo a nutricionista Marcia Gowdak , responsável pela área de nutrição da Sociedade Brasileira de Hipertensão,  essa troca faz mais sentido a quem já é hipertenso. “Para prevenir o problema, há outros meios, como perder peso, fazer exercícios e maneirar no sal de cozinha. Ela lembra ainda que portadores de doenças renais não podem consumir potássio livremente, já que nessa situação o mineral não é eliminado pelo corpo; por essas e outras razões, o ideal é conversar com um médico ou nutricionista antes de incorporar o produto ao dia a dia”. Antes de recorrer a alternativas como o novo potássio, que tal colocar mais fontes naturais do mineral na dieta e diminuir o consumo de sódio? O potássio está em frutas e hortaliças, e o sódio no sal de cozinha e em boa parte dos produtos industrializados. O sal sem sódio está à venda  no site: Biosalgante.com.br, por R$-16,90 a unidade.

Outra dica da mesma revista trata da Asma e da DPOC. O novo produto lançado pelo Laboratório GSK, facilita a vida das pessoas que precisam de medicamentos para controlar problemas respiratórios crônicos. Ele é o primeiro remédio para Asma e Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica de dose diária única. Ele junta dois princípios ativos, o furoato de fluticasona  e o vilanterol,  tem ação broncodilatadora e anti-inflamatória. “Inalado, o remédio vai direto para as áreas inflamadas nos pulmões, o que economiza  na dose e aumenta a eficácia”, diz Emílio Pizzichini , diretor da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia. Aspirar para respirar. O remédio vem acondicionado numa caixinha com 30 doses; vai aos lábios e uma unidade por vez é sugada pela boca. O furoato de fluticasona inibe o processo inflamatório e o acúmulo de muco e inchaço no local; o vilanterol relaxa a musculatura dos brônquios o que abre caminho para a passagem do ar dentro dos pulmões.

Uma terceira dica é: “Adoce sua saúde com mel”. O mel de abelhas tem longa tradição na mesa da humanidade, mas seu consumo ainda é restrito entre os brasileiros. Chegou a hora de valorizar o produto das abelhas e aprender a escolher direito. Seus pratos ficarão mais saborosos e a proteção contra doenças ganhará um reforço.

O mel é um exemplo de quão engenhosa é a Natureza. O trabalho das abelhas nas matas tem rendido, há milhares de anos, uma mistura tão apreciada pelo ser humano que o alimento ganhou status de sagrado – venerado na Antiguidade, citado na Bíblia e no Alcorão, presenteado pelos judeus como símbolo de um doce ano novo... No passado remoto, o homem se embrenhava nas matas a caçar as colmeias, mas o desenvolvimento da apicultura facilitou a colheita do mel. Cerca de 200 substâncias, entre glicose, frutose, água, vitaminas e fito-químicos, contém o mel, e é esse leque de ingredientes que transforma o produto em uma tremenda fonte de energia e lhe concede propriedades medicinais. E o que egípcios, gregos e indianos registraram em seus manuscritos hoje tem sido analisado e validado pela ciência.

O Mel tem o poder de afugentar infecções tema de um estudo apresentado pela pesquisadora Susan Meschwitz, no último encontro da Sociedade Americana de Química. De acordo com seus testes laboratoriais, o mel é um petardo antibacteriano. “Sua combinação de componentes não só ajuda a desidratar e matar as bactérias como perturba a comunicação entre elas e favorece a ação dos antibióticos”, explica Susan. Por isso, mais que prevenir gripes e resfriados ajuda a evitar os tumores e é um upgrade no sistema imune.
O mel representou e representa em algumas civilizações e religiões:
Índia e China: Há séculos, tanto a medicina ayurveda como a chinesa destacam o mel como ingrediente na prevenção e no tratamento de doenças.
Egito e Grécia:  No tempo dos faraós, o mel era sagrado e um dos remédios.
Islamismo: O mel é citado e recomendado no Alcorão, o livro do Islã.
Cristianismo: O mel é citado no Velho e Novo Testamento. A terra prometida emanaria leite e mel. E o maná, alimento divino.
Judaísmo: O mel guarda um forte aspecto simbólico. Entre os judeus, é tradição oferecer maçã e mel para desejar um ano novo mais doce.
Brasil: Embora o cultivo da cana-de-açúcar tenha ofuscado o mel, ele ainda é consumido pelos índios e crianças a apicultura é herança dos colonizadores.
Existe ainda a Geleia Real que é o suprassumo das colmeias: uma secreção rica em proteínas e antioxidantes produzida pelas abelhas para alimentar a Abelha Rainha – daí o nome. “Uma abelha operária, que não come a geleia, vive em média 42 dias, já a rainha que consome esse mel, chega a viver de cinco a seis anos”, isso dá uma ideia do poder desse alimento, informa Constantino Zara F            ilho, presidente da Apacame.
Garantia de qualidade e conservar suas propriedades:
1- Priorize a compra em lojas especializadas ou de produtos naturais, para não levar xarope de glicose em vez de mel;
2- O mel cristaliza. Quanto mais líquido ele for pior será a qualidade;
3- As embalagens de vidro são melhores, porque evitam o sabor do plástico;
4- Deixe o pote bem fechado em um local seco e nunca o deixe na geladeira;
5- Se o mel cristalizar e engrossar pode colocá-lo em banha-maria, em fogo bem brando. Evite o micro-ondas.



Fonte:
Revista “Saúde é Vital” – 10/2014
Thaís Manarini
Revista “Saúde é Vital” – 12/2014
Diogo Sponchiato e Thais Manarini
+ Supressões e pequenas mudanças.

Jc.
São Luís, 22/10/2014
Complementado em 19/01/2015

Nenhum comentário: