quinta-feira, 24 de abril de 2014

O MUNDO DE ONTEM E O DE HOJE




  Ontem, mães, pais, avós, tios, professores e vizinhos, eram pessoas consideradas e dignas de respeito. Quanto mais próximos ou mais idosos, mais afeto e respeito. Inimaginável era responder á pais, mestres, policiais idosos e autoridades, sem educação. Confiávamos nas pessoas porque eram pais e mães das crianças das ruas, da cidade. Hoje, me deu uma tristeza infinita por tudo o que perdemos; pelo medo no olhar das crianças, jovens e idosos.
Matar os pais, os avós; violentar as crianças, enganar, roubar, sequestrar e matar, tudo virou banalidade de noticiário policial, que são esquecidos, após o intervalo de um comercial. Pagar dívidas em dia é ser bobo; não levar vantagem é ser otário.
O que aconteceu com a humanidade?
Hoje vemos professores surrados em sala de aula, comerciantes ameaçados por bandidos, traficantes vendendo drogas nas portas dos colégios, grades nas janelas e portas de nossas casas, crianças morrendo de fome, ladrões de terno e gravata, assassinos com pouca idade com caras de anjos, pedófilos de cabelos brancos.
Que valores são esses? Quando foi que tudo se modificou?
Cada qual escolhe como quer viver, com a garantia de colher da própria semeadura. Todos, temos o livre arbítrio para escolher, só não devemos esquecer que estamos sujeitos à responsabilidade de assumir as consequências de nossos atos. Uma pesquisa das pessoas nos mostra a escolha que a maioria vem fazendo, e nós, podemos acompanhá-los ou não; a escolha é sempre nossa.
“Ninguém é tão infeliz que não possa produzir alguns pensamentos de bondade, nem tão pobre que não possa distribuir alguns sorrisos e boas palavras com seus companheiros de luta”.  (Emmanuel)
Devemos construir um mundo com solidariedade, fraternidade e o amor como base. Vamos voltar a ser melhores. Se você e eu fizermos a nossa parte, serviremos de exemplo para outras pessoas e poderemos mudar a situação. Vamos então agir nesse sentido...
Que é preciso trabalhar na conquista do pão de cada dia, todos sabemos. Obrigação para cada pessoa, no edifício social, é problema pacífico. Não ignoramos, porém, que muitos dos companheiros  permanecem à margem do caminho, esquecidos na carência, mergulhados na provação, chafurdados na delinquência, agoniados no desespero e penitentes na enfermidade.
Quem  são no mundo, os chamados para lhe prestarem socorro, em nome de Jesus?
Dizem que são os governantes, contudo eles, como sempre, estão inquietos, administrando as verbas. Dizem que são os políticos, entretanto os políticos andam apreensivos na arregimentação dos partidários, estudando interesses e decisões. Dizem que são os cientistas; todavia, os cientistas quase sempre estão concentrados em suas pesquisas, multiplicando indagações e dúvidas infindáveis. Dizem que são os filósofos; mas eles, na maioria das vezes, respiram encarcerados em suas doutrinas, e discussões. Dizem que são os milionários; todavia os milionários comumente sofrem responsabilidades sem conta, fiscalizando posses e haveres. Dizem que são os comerciantes; porém, muitas vezes, eles caminham absorvidos em suas transações e com assuntos de compra e venda. Tão cheios de compromissos vivem na Terra, os governantes, os políticos, os cientistas, os filósofos, os abastados e os negociantes, que serão eles categorizados sempre à conta de filantropos e benfeitores, quando forem vistos fazendo caridade.
Lembra-te de Jesus, quando passou entre os homens cumprindo a Lei de Deus. Em circunstância alguma formulou exigências e apelos aos titulados da Terra. Em todos os lugares e em todos os serviços, irmanavam-se, Ele e o povo, na execução da solidariedade em nome do Amor Divino. Assim, pois, se lembramos de Jesus com fidelidade, quem deve alimentar os famintos e agasalhar os desabrigados, sossegar os aflitos e controlar os que choram, instruir os ignorantes e apoiar os desfalecentes, antes de qualquer cristão desmemoriado ou inibido, SEMPRE SOMOS NÓS MESMOS. . .

Fonte:
Internet
Jornal “O Imortal” – 01/2014
Emmanuel, no Livro “Religião dos Espíritos” 
Pequenas modificações

Jc. –
São Luís, 02/2014

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